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CBO 2151-10: Capitão de manobra da marinha mercante

Tabela CBO do MTE Nível 6 de 8: conhecimento aprofundado e soluções inovadoras Índice Portal Salário 36, retração
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O código CBO 2151-10, também escrito 215110, identifica a ocupação de Capitão de manobra da marinha mercante na Classificação Brasileira de Ocupações. É o código que vai na carteira de trabalho, no eSocial e no CAGED. Pertence à família 2151, oficiais de convés e afins.

Código CBO
2151-10
Sem hífen: 215110
Conhecimento
6 de 8
Habilidade
6 de 8
Atitude
6 de 8
Ocupação
6 de 8

Salário de Capitão de manobra da marinha mercante no Brasil

Pesquisa salarial completa
Piso salarial
R$ 2.595

Referência de entrada

Média salarial
R$ 8.179

Todos os contratos

Mediana
R$ 3.684

Metade ganha até aqui

Teto salarial
R$ 16.560

Maiores salários

Jornada média
42h

Horas por semana

Salário por hora
R$ 38,95

Pela média do cargo

Profissionais
137

Na amostra de 12 meses

Escolaridade
Ensino médio completo

A mais comum no cargo

Estado que paga mais
RJ

R$ 13.831 de média

Estado que mais contrata
AM

28 admissões

Cidade que mais contrata
Manaus, AM

60 movimentações

Setor que mais contrata
Transporte Fluvial de Carga (Interestadual)

Ver cargos e salários do setor

Salário de Capitão de manobra da marinha mercante por nível e porte da empresa

Porte da empresa Nível I Nível II Nível III
Micro R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Pequena R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Média R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Grande R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00

Empresas do seu porte pagam diferente12 combinações de nível de experiência e tamanho de empresa.

Liberar nível e porte

O que faz um Capitão de manobra da marinha mercante

O Capitão de manobra da marinha mercante comanda, como capitão, manobras - de fundear, suspender, atracar, desatracar, dentre outras fainas - em mar aberto, canais, portos e outros cenários de navegação costeira e interior (incluindo a fluvial) de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, sob a supervisão do comandante do navio. Planeja e orienta operações de manobra, aplicando conhecimentos de legislação marítima, meteorologia, oceanografia física, hidrodinâmica e manobrabilidade de embarcações, dentre outros do campo das ciências náuticas. Realiza cálculos complexos para execução de manobras, podendo contar com auxílio de recursos computacionais embarcados. Comanda manobras para permitir manutenção “offshore” de embarcações. Supervisiona equipes de trabalho. Atua na formação de pessoal aquaviário. Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e de preservação do meio ambiente aquaviário.

Funções detalhadas do CBO 2151-10

Funções detalhadas do CBO 2151-10Descrição completa das atividades, para montar a descrição de cargo.

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Conhecimentos exigidos

Nível de conhecimento 6 de 8 na tabela CBO do MTE.

154 itens
Conhecimentos, habilidades e atitudes num arquivo só:
ÁreaCampoConhecimentoProfundidadeFrequênciaImportância
Ciências da saúdeEducação físicaEducação física334
Ciências da saúdeEducação físicaEducação física334
Ciências da saúdeSaúde coletivaSaúde pública435

Mais 151 conhecimentos exigidosA lista completa, por domínio, com profundidade, frequência e importância.

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Habilidades

Nível de habilidade 6 de 8 na tabela CBO do MTE.

59 itens
CategoriaHabilidadeFrequênciaImportância
ComunicaçãoCompreensão oral44
ComunicaçãoEscuta ativa44
ComunicaçãoExpressão oral44

Mais 56 habilidadesA lista completa, por categoria, com frequência e importância.

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Atitudes

Nível de atitude 6 de 8 na tabela CBO do MTE.

4 itens
CategoriaAtitudeImportância
Autonomia (ausência de supervisão direta) no próprio trabalhoAutonomia em contextos de trabalho com previsão de mudanças4
Avaliação de trabalho ou atividadeAvaliação do próprio desempenho, assumindo autodesenvolvimento5
Avaliação de trabalho ou atividadeAvaliação do desempenho dos outros trabalhadores, gerenciando o desenvolvimento profissional deles2

Mais 1 atitudesA lista completa, com a importância de cada uma.

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Condições de trabalho

Oficiais de convés e afins o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Formação e experiência exigidas

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Funções e atividades de Capitão de manobra da marinha mercante

Atividades descritas para o CBO 2151-10 na tabela do MTE.

71 funções
Navegar com segurança Gerenciar operações Administrar pessoal Gerenciar material de bordo Qualificar pessoal Realizar inspeção naval a bordo Trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde - sms Demonstrar competências pessoais
  • Orientar as manobras de atracação, desatracação fundeio
  • Supervisionar postos de manobra de amarração
  • Orientar a navegação
  • Operar equipamentos de navegação
  • Executar procedimentos para navegação em águas rasas
  • Executar procedimentos para navegação em mau tempo
  • Executar procedimentos de navegação em situações de emergência
  • Executar procedimentos para navegação com visibilidade restrita
  • Coordenar navegação de objeto rebocado

Mais 62 funções do cargoA lista completa de atividades da ocupação.

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Onde o CBO 2151-10 fica na classificação

O CBO 2151-10 é o código de capitão de manobra da marinha mercante, que pertence ao grupo de oficiais de convés e afins, segundo a tabela CBO do MTE.

  • Grande grupo 2Profissionais das ciências e das artes
  • Subgrupo principal 21Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia
  • Subgrupo 215Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial
  • Família 2151Oficiais de convés e afins
  • 2151-10Capitão de manobra da marinha mercante

Ocupações da mesma família

Família 2151: Oficiais de convés e afins.

Média salarial de cada ocupação da famíliaCompare os códigos vizinhos lado a lado.

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Perguntas sobre o CBO 2151-10

O que faz o CBO 2151-10?

O CBO 2151-10 é o código de Capitão de manobra da marinha mercante, que comanda, como capitão, manobras - de fundear, suspender, atracar, desatracar, dentre outras fainas - em mar aberto, canais, portos e outros cenários de navegação costeira e interior (incluindo a fluvial) de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, sob a supervisão do comandante do navio. Planeja...

Qual é o salário base do CBO 2151-10?

A média salarial de Capitão de manobra da marinha mercante no Brasil é de R$ 8.179 por mês, com piso salarial de referência de R$ 2.595 e teto de R$ 16.560, para uma jornada de 42 horas semanais.

Qual a diferença entre o CBO 2151-05 e o 2151-10?

O CBO 2151-05 é o código de Agente de manobra e docagem e o 2151-10 é o de Capitão de manobra da marinha mercante. Os dois pertencem à mesma família ocupacional (2151). A média salarial é de R$ 2.712 no primeiro e de R$ 8.179 no segundo.

Qual a formação exigida para Capitão de manobra da marinha mercante?

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação,...

O CBO 2151-10 é o mesmo que 215110?

Sim. É o mesmo código escrito de duas formas: com hífen (2151-10) e sem hífen (215110), como aparece no eSocial e no CAGED.

Pesquisa salarial completa de Capitão de manobra da marinha mercante

Salário por estado e cidade, por nível e porte de empresa, série histórica, setores que contratam e tendências do cargo.

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