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CBO 2151-15: Comandante da marinha mercante

Tabela CBO do MTE Nível 7 de 8: conhecimento de vanguarda e novas abordagens Índice Portal Salário 39, retração
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O código CBO 2151-15, também escrito 215115, identifica a ocupação de Comandante da marinha mercante na Classificação Brasileira de Ocupações. É o código que vai na carteira de trabalho, no eSocial e no CAGED. Pertence à família 2151, oficiais de convés e afins.

Código CBO
2151-15
Sem hífen: 215115
Capitão de cabotagem (comandante) Capitão de longo curso (comandante) Primeiro oficial de náutica (comandante) Segundo oficial de náutica (comandante)
Conhecimento
7 de 8
Habilidade
7 de 8
Atitude
7 de 8
Ocupação
7 de 8

Salário de Comandante da marinha mercante no Brasil

Pesquisa salarial completa
Piso salarial
R$ 3.725

Referência de entrada

Média salarial
R$ 8.007

Todos os contratos

Mediana
R$ 6.600

Metade ganha até aqui

Teto salarial
R$ 14.500

Maiores salários

Jornada média
43h

Horas por semana

Salário por hora
R$ 37,24

Pela média do cargo

Profissionais
508

Na amostra de 12 meses

Escolaridade
Ensino médio completo

A mais comum no cargo

Estado que paga mais
RO

R$ 12.279 de média

Estado que mais contrata
RJ

83 admissões

Cidade que mais contrata
Rio de Janeiro, RJ

128 movimentações

Setor que mais contrata
Navegação de Apoio Marítimo

Ver cargos e salários do setor

Salário de Comandante da marinha mercante por nível e porte da empresa

Porte da empresa Nível I Nível II Nível III
Micro R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Pequena R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Média R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Grande R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00

Empresas do seu porte pagam diferente12 combinações de nível de experiência e tamanho de empresa.

Liberar nível e porte

O que faz um Comandante da marinha mercante

O Comandante da marinha mercante comanda embarcações na navegação costeira e interior (incluindo a fluvial) de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, aplicando conhecimentos de navegação, manobras, telecomunicações navais, procedimentos de emergência, legislação marítima e ambiental, administração de navios, dentre outros dos campos de ciências náuticas e de direito comercial marítimo. Orienta e realiza operações de navegação, para o transporte de cargas e de passageiros. Avalia condições externas, como ventos e correntes. Supervisiona e coordena operações diversificadas, como inspeção a bordo, manutenção de dispositivos, instrumentos, equipamentos e sistemas navais, entre outras. Administra pessoal e gerencia material de bordo. Promove a qualificação do pessoal aquaviário. Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e de preservação do meio ambiente aquaviário.

Funções detalhadas do CBO 2151-15

Funções detalhadas do CBO 2151-15Descrição completa das atividades, para montar a descrição de cargo.

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Conhecimentos exigidos

Nível de conhecimento 7 de 8 na tabela CBO do MTE.

182 itens
Conhecimentos, habilidades e atitudes num arquivo só:
ÁreaCampoConhecimentoProfundidadeFrequênciaImportância
Ciências biológicasBiologia geralBiologia geral333
Ciências biológicasBiologia geralBiologia geral333
Ciências da saúdeEducação físicaEducação física444

Mais 179 conhecimentos exigidosA lista completa, por domínio, com profundidade, frequência e importância.

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Habilidades

Nível de habilidade 7 de 8 na tabela CBO do MTE.

71 itens
CategoriaHabilidadeFrequênciaImportância
ComunicaçãoCompreensão oral55
ComunicaçãoEscuta ativa45
ComunicaçãoExpressão oral55

Mais 68 habilidadesA lista completa, por categoria, com frequência e importância.

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Atitudes

Nível de atitude 7 de 8 na tabela CBO do MTE.

4 itens
CategoriaAtitudeImportância
Autonomia (ausência de supervisão direta) no próprio trabalhoAutonomia em contextos de trabalho complexos, que podem exigir novas abordagens estratégicas.5
Avaliação de trabalho ou atividadeAvaliação do próprio desempenho, assumindo autodesenvolvimento5
Avaliação de trabalho ou atividadeAvaliação do desempenho de setor de empresa ou de instituição3

Mais 1 atitudesA lista completa, com a importância de cada uma.

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Condições de trabalho

Oficiais de convés e afins o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Formação e experiência exigidas

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Funções e atividades de Comandante da marinha mercante

Atividades descritas para o CBO 2151-15 na tabela do MTE.

180 funções
Navegar com segurança Operar cargas Gerenciar operações Administrar pessoal Gerenciar material de bordo Qualificar pessoal Realizar inspeção naval a bordo Coordenar manutenção de bordo Trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde - sms Demonstrar competências pessoais
  • Supervisionar postos de manobra de atracação e desatracação
  • Supervisionar postos de manobra de fundeio
  • Orientar as manobras de atracação, desatracação fundeio
  • Supervisionar postos de manobra de amarração
  • Orientar a navegação
  • Realizar o plano de viagem
  • Operar equipamentos de navegação
  • Executar procedimentos para navegação com o prático
  • Executar procedimentos para navegação em canais estreitos

Mais 171 funções do cargoA lista completa de atividades da ocupação.

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Onde o CBO 2151-15 fica na classificação

O CBO 2151-15 é o código de comandante da marinha mercante, que pertence ao grupo de oficiais de convés e afins, segundo a tabela CBO do MTE.

  • Grande grupo 2Profissionais das ciências e das artes
  • Subgrupo principal 21Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia
  • Subgrupo 215Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial
  • Família 2151Oficiais de convés e afins
  • 2151-15Comandante da marinha mercante

Ocupações da mesma família

Família 2151: Oficiais de convés e afins.

Média salarial de cada ocupação da famíliaCompare os códigos vizinhos lado a lado.

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Perguntas sobre o CBO 2151-15

O que faz o CBO 2151-15?

O CBO 2151-15 é o código de Comandante da marinha mercante, que comanda embarcações na navegação costeira e interior (incluindo a fluvial) de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, aplicando conhecimentos de navegação, manobras, telecomunicações navais, procedimentos de emergência, legislação marítima e ambiental, administração de navios, dentre outros dos campos de ciências náuticas e de direito comercial...

Qual é o salário base do CBO 2151-15?

A média salarial de Comandante da marinha mercante no Brasil é de R$ 8.007 por mês, com piso salarial de referência de R$ 3.725 e teto de R$ 14.500, para uma jornada de 43 horas semanais.

Qual a diferença entre o CBO 2151-10 e o 2151-15?

O CBO 2151-10 é o código de Capitão de manobra da marinha mercante e o 2151-15 é o de Comandante da marinha mercante. Os dois pertencem à mesma família ocupacional (2151). A média salarial é de R$ 8.282 no primeiro e de R$ 8.007 no segundo.

Qual a formação exigida para Comandante da marinha mercante?

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação,...

Quais cargos usam o CBO 2151-15?

Além de Comandante da marinha mercante, o CBO 2151-15 cobre títulos como Capitão de cabotagem (comandante), Capitão de longo curso (comandante), Primeiro oficial de náutica (comandante), Segundo oficial de náutica (comandante).

O CBO 2151-15 é o mesmo que 215115?

Sim. É o mesmo código escrito de duas formas: com hífen (2151-15) e sem hífen (215115), como aparece no eSocial e no CAGED.

Pesquisa salarial completa de Comandante da marinha mercante

Salário por estado e cidade, por nível e porte de empresa, série histórica, setores que contratam e tendências do cargo.

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