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CBO 2151-35: Inspetor naval

Tabela CBO do MTE Nível 6 de 8: conhecimento aprofundado e soluções inovadoras Índice Portal Salário 36, retração
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O código CBO 2151-35, também escrito 215135, identifica a ocupação de Inspetor naval na Classificação Brasileira de Ocupações. É o código que vai na carteira de trabalho, no eSocial e no CAGED. Pertence à família 2151, oficiais de convés e afins.

Código CBO
2151-35
Sem hífen: 215135
Conhecimento
6 de 8
Habilidade
6 de 8
Atitude
6 de 8
Ocupação
6 de 8

Salário de Inspetor naval no Brasil

Pesquisa salarial completa
Piso salarial
R$ 3.918

Referência de entrada

Média salarial
R$ 8.044

Todos os contratos

Mediana
R$ 5.503

Metade ganha até aqui

Teto salarial
R$ 16.945

Maiores salários

Jornada média
42h

Horas por semana

Salário por hora
R$ 38,31

Pela média do cargo

Profissionais
86

Na amostra de 12 meses

Escolaridade
Ensino médio completo

A mais comum no cargo

Estado que paga mais
RJ

R$ 12.223 de média

Estado que mais contrata
RJ

15 admissões

Cidade que mais contrata
Rio de Janeiro, RJ

22 movimentações

Setor que mais contrata
Operações de Terminais

Ver cargos e salários do setor

Salário de Inspetor naval por nível e porte da empresa

Porte da empresa Nível I Nível II Nível III
Micro R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Pequena R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Média R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00
Grande R$ 0.000,00 R$ 0.000,00 R$ 0.000,00

Empresas do seu porte pagam diferente12 combinações de nível de experiência e tamanho de empresa.

Liberar nível e porte

O que faz um Inspetor naval

O Inspetor naval planeja, define estratégias de execução e realiza inspeção naval, fiscalizando o cumprimento de Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário - e de normas e regulamentos dela decorrentes - e de resoluções e atos internacionais ratificados pelo Brasil, no que se refere à salvaguarda da vida humana, à segurança da navegação no mar aberto e em hidrovias interiores, e à prevenção da poluição ambiental por parte de embarcações e plataformas fixas (ou suas instalações de apoio). Aplica conhecimentos de legislação marítima e ambiental, fundamentos de navegação, prevenção e controle da poluição, dentre outros do campo das ciências náuticas e afins. Adota medidas administrativas decorrentes do processo de inspeção naval. Promove programas de qualificação de pessoal. Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e de preservação do meio ambiente aquaviário.

Funções detalhadas do CBO 2151-35

Funções detalhadas do CBO 2151-35Descrição completa das atividades, para montar a descrição de cargo.

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Conhecimentos exigidos

Nível de conhecimento 6 de 8 na tabela CBO do MTE.

162 itens
Conhecimentos, habilidades e atitudes num arquivo só:
ÁreaCampoConhecimentoProfundidadeFrequênciaImportância
Ciências da saúdeSaúde coletivaSaúde pública434
Ciências da saúdeSaúde coletivaOutros elementos (saúde pública) primeiros socorros434
Ciências exatas e da terraCiência da computaçãoMetodologia e técnicas da computação434

Mais 159 conhecimentos exigidosA lista completa, por domínio, com profundidade, frequência e importância.

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Habilidades

Nível de habilidade 6 de 8 na tabela CBO do MTE.

48 itens
CategoriaHabilidadeFrequênciaImportância
ComunicaçãoCompreensão oral44
ComunicaçãoEscuta ativa44
ComunicaçãoExpressão oral44

Mais 45 habilidadesA lista completa, por categoria, com frequência e importância.

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Atitudes

Nível de atitude 6 de 8 na tabela CBO do MTE.

4 itens
CategoriaAtitudeImportância
Autonomia (ausência de supervisão direta) no próprio trabalhoAutonomia em contextos de trabalho com previsão de mudanças5
Avaliação de trabalho ou atividadeAvaliação do próprio desempenho, assumindo autodesenvolvimento5
Avaliação de trabalho ou atividadeAvaliação do desempenho dos outros trabalhadores, gerenciando o desenvolvimento profissional deles3

Mais 1 atitudesA lista completa, com a importância de cada uma.

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Condições de trabalho

Oficiais de convés e afins o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Formação e experiência exigidas

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Funções e atividades de Inspetor naval

Atividades descritas para o CBO 2151-35 na tabela do MTE.

60 funções
Navegar com segurança Operar cargas Gerenciar operações Gerenciar material de bordo Qualificar pessoal Realizar inspeção naval a bordo Trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde - sms Demonstrar competências pessoais
  • Consultar legislação
  • Aplicar legislação
  • Verificar marcação das cargas
  • Avaliar estanqueidade dos porões
  • Avaliar as condições de atracação
  • Avaliar as condições para desatracação
  • Avaliar as condições de calado
  • Efetuar os registros pertinentes
  • Ministrar aulas de formação profissional

Mais 51 funções do cargoA lista completa de atividades da ocupação.

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Onde o CBO 2151-35 fica na classificação

O CBO 2151-35 é o código de inspetor naval, que pertence ao grupo de oficiais de convés e afins, segundo a tabela CBO do MTE.

  • Grande grupo 2Profissionais das ciências e das artes
  • Subgrupo principal 21Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia
  • Subgrupo 215Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial
  • Família 2151Oficiais de convés e afins
  • 2151-35Inspetor naval

Ocupações da mesma família

Família 2151: Oficiais de convés e afins.

Média salarial de cada ocupação da famíliaCompare os códigos vizinhos lado a lado.

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Perguntas sobre o CBO 2151-35

O que faz o CBO 2151-35?

O CBO 2151-35 é o código de Inspetor naval, que planeja, define estratégias de execução e realiza inspeção naval, fiscalizando o cumprimento de Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário - e de normas e regulamentos dela decorrentes - e de resoluções e atos internacionais ratificados pelo Brasil, no que se refere à salvaguarda da vida...

Qual é o salário base do CBO 2151-35?

A média salarial de Inspetor naval no Brasil é de R$ 8.044 por mês, com piso salarial de referência de R$ 3.918 e teto de R$ 16.945, para uma jornada de 42 horas semanais.

Qual a diferença entre o CBO 2151-30 e o 2151-35?

O CBO 2151-30 é o código de Inspetor de terminal e o 2151-35 é o de Inspetor naval. Os dois pertencem à mesma família ocupacional (2151). A média salarial é de R$ 2.904 no primeiro e de R$ 8.044 no segundo.

Qual a formação exigida para Inspetor naval?

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação,...

O CBO 2151-35 é o mesmo que 215135?

Sim. É o mesmo código escrito de duas formas: com hífen (2151-35) e sem hífen (215135), como aparece no eSocial e no CAGED.

Pesquisa salarial completa de Inspetor naval

Salário por estado e cidade, por nível e porte de empresa, série histórica, setores que contratam e tendências do cargo.

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