CBO 2151-20 - Oficiais de convés - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 2151-20 é o Código Brasileiro da Ocupação de oficiais de convés que pertence ao grupo dos profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Oficiais de convés CBO 2151-20 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 2151-20

  • Profissionais das ciências e das artes.
    • Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia.
      • Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial.
        • Oficiais de convés.

Descrição dos cargos da categoria Oficiais de convés

Os Oficiais de convés CBO 2151-20 comandam, imediatam e tripulam embarcações na navegação de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, coordenam operações de navegação de apoio portuário e águas interiores. Navegam e orientam a navegação, operam com cargas, transportam passageiros e manobram embarcações. Gerenciam pessoal e supervisionam operações, gerenciam material e documentação de bordo. Ministram treinamento e formam aquaviários, realizam atividades de inspeção e vistoria naval, trabalhando de acordo com normas, regulamentos, convenções nacionais e internacionais de segurança e preservação do meio ambiente e saúde ocupacional. Coordenam manutenção e podem realizar manutenção a bordo.

Condições de trabalho

Oficiais de convés o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Exigências do mercado de trabalho

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Funções dos Oficiais de convés CBO 2151-20

Oficiais de convés devem:

  • gerenciar material de bordo;
  • navegar com segurança;
  • demonstrar competências pessoais;
  • administrar pessoal;
  • realizar inspeção naval a bordo;
  • qualificar pessoal;
  • gerenciar operações;
  • trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde (sms);
  • Atividades dos cargos CBO 2151-20

    Entre as principais atribuições dos Oficiais de convés CBO 2151-20 estão as de:

    • fiscalizar o uso de epi;
    • demonstrar capacidade de adaptação;
    • avaliar as condições meteorológicas;
    • tomar decisões rápidas em situações críticas;
    • fiscalizar o cumprimento das normas de segurança;
    • coordenar operações de combate à poluição no meio aquaviário;
    • demonstrar capacidade de percepção de anomalias no processo;
    • demonstrar capacidade de adaptação à rotina de confinamento;
    • familiarizar terceiros embarcados com procedimentos em situações de emergência e rotinas de bordo;
    • trabalhar sob pressão;
    • fiscalizar a aplicação da legislação;
    • testar equipamentos de segurança;
    • consultar legislação;
    • tomar decisões;
    • demonstrar capacidade de negociação;
    • proferir palestras;
    • demonstrar capacidade para operar equipamentos de informática;
    • demonstrar comportamento proativo;
    • supervisionar serviços de terceiros em embarcações e unidades móveis marítimas;
    • demonstrar capacidade de interpretação cartográfica;
    • avaliar procedimentos de prevenção da poluição ambiental;
    • demonstrar capacidade de autocontrole;
    • demonstrar raciocínio matemático;
    • demonstrar percepção espacial;
    • elaborar conteúdo programático;
    • acionar plano de contingência;
    • demonstrar liderança;
    • discriminar cores;
    • supervisionar equipe de combate à poluição;
    • avaliar o estado do mar para início e paralização de manobras;
    • controlar material de combate à poluição;
    • demonstrar raciocínio analítico;
    • inspecionar equipamentos de prevenção da poluição ambiental;
    • demonstrar raciocínio sintético;
    • elaborar apresentações;
    • ministrar treinamento em terra;
    • demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita;
    • demonstrar percepção cinemática;
    • aplicar legislação;
    • trabalhar em equipe;
    • elaborar material didático;
    • demonstrar criatividade;
    • demonstrar capacidade para o uso de aplicativos e programas de informática;
    • coordenar operação de controle à poluição;
    • definir área segura para trabalho;
    • auxiliar na elaboração de conteúdo didático;
    • demonstrar capacidade de improvisação;
    • testar equipamentos de salvatagem;
    • acionar plano de emergência;
    • ministrar treinamento a bordo;
    • demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita na língua inglesa;
    • discriminar sons e ruídos;
    • coordenar reuniões de segurança;

    Cargos e salários CBO 2151-20 - Oficiais de convés

    Salário Coordenador de Operações de Combate À Poluição no Meio Aquaviario

    Coordenador de Operações de Combate À Poluição no Meio Aquaviario: Brasil

    • 250
    • Brasil
    • 4.031 - 10.545
    • 43h
    O profissional no cargo de Coordenador de Operações de Combate À Poluição no Meio Aquaviario CBO 2151-20 trabalhando no Brasil, ganha entre 4.031 e 10.545 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 250 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2151-20.