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CBO 215145

CBO 2151-45 — Prático de portos da marinha mercante

Descrição oficial, funções, competências, salários e mercado de trabalho para Prático de portos da marinha mercante (CBO 215145) em 2026 — dados da Tabela CBO/MTE e CAGED.

CBO 2151-45

Nível CBO/MTE 6/8 — Conhecimento aprofundado e soluções inovadoras • Ver pesquisa salarial →

Conhecimento (6/8) i

Habilidade (6/8) i

Atitude (6/8) i

Ocupação (6/8) i

Fonte: Tabela CBO — Ministério do Trabalho e Emprego • Portal Salário


💰 Salário de Prático de portos da marinha mercante no Brasil

Dados do CAGED • Últimos 12 meses • Regime CLT • Brasil

Piso salarial i

R$ 2.127,74

Média salarial i

R$ 7.554,13

Mediana i

R$ 9.825,00

Teto salarial i

R$ 13.603,70

Jornada média

33h

semanais

Profissionais

23

na base CLT

Escolaridade mais comum

Superior Completo

Curso recomendado

Não especificado

🏆 Melhor salário por estado

RJ

R$ 9.848,44 média

📥 Estado que mais contrata

RJ

7 admissões

🏙️ Melhor salário por cidade

Rio de Janeiro/RJ

R$ 9.848,44 média

🏢 Setor que mais contrata

Sindicatos

16 profissionais

Ver pesquisa salarial completa →


🏢 Salário por Porte da Empresa

Prático de portos da marinha mercante • Brasil • Regime CLT

🔒 Os valores reais são exclusivos para assinantes. Ver planos de acesso →

Porte da Empresa i Q1 (25%) i Sal. Médio i Q3 (75%) i
Micro (até 9 func.) R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
Pequena (10-49 func.) R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
Média (50-249 func.) R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
Grande (250+ func.) R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
Fonte: Portal Salário / CAGED • Últimos 12 meses • Regime CLT • Brasil

📋 O Que Faz um Prático de portos da marinha mercante

O Prático de portos da marinha mercante atua como aquaviário não tripulante, que presta assessoria ao comandante para execução de navegação e manobras em águas restritas - denominadas zonas de praticagem -, por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. Presta serviços de praticagem embarcado, aplicando conhecimentos de meteorologia, oceanografia, arte naval, manobrabilidade de navios, dentre outros das ciências náuticas. Estabelece comunicações com o serviço de tráfego de embarcações e com outras embarcações em trânsito na zona de praticagem, para garantir a segurança do tráfego aquaviário. Avalia condições de vento e de corrente, dentre outros fatores externos, durante as operações. Promove programas de qualificação de pessoal. Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e de preservação do meio ambiente aquaviário.

Funções detalhadas — CBO 2151-45

Prepara-se para o serviço de praticagem, avaliando as condições meteorológicas, o estado do mar ou de outro corpo de água em questão, o fluxo de embarcações, entre outras situações que implicam em risco à segurança da navegação. Consulta leis, normas e regulamentos relacionados à sua área de atuação. Mantém-se atualizado quanto às alterações nos diversos documentos náuticos e nas características de faróis, balizamentos e outros auxílios aos navegantes na zona de praticagem.

Recebe comunicado de autoridade marítima para execução de serviços de praticagem em uma embarcação.

Pode comunicar, ao comandante da embarcação e à capitania dos portos, a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização de faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação, postergando as ações.

Para iniciar o serviço de praticagem, dirige-se ao Ponto de Espera de Prático (PEP), onde efetua o embarque. Realiza, então, o transbordo da lancha de prático para a embarcação.

Apresenta-se ao comandante e recebe informações sobre as condições de manobra da embarcação, sobre o calado de navegação e sobre as demais condições relacionadas ao desempenho do seu serviço de praticagem.

Assessora o comandante da embarcação durante as manobras e a navegação na área. Considera os fatores externos – como as características topográficas locais, as condições de vento e de corrente, entre outros -, durante as operações. Verifica o cumprimento das normas de segurança.

Executa manobras de atracar, de desatracar, de fundear, de suspender, de amarrar à boia, de largar da boia, de entrar ou sair de dique e de alar ao cais.

Realiza navegação em águas restritas, com segurança, operando equipamentos. Executa procedimentos de navegação em canais estreitos e em águas rasas. Atua em situações de mau tempo, de emergência e de visibilidade restrita.

Efetua comunicação a bordo. Estabelece comunicações com o serviço de tráfego de embarcações e com outras embarcações em trânsito na zona de praticagem, garantindo a segurança do tráfego aquaviário.

Coordena as atividades de reboque, de embarcações de apoio e de amarração do navio, para garantir a eficiência das operações em todas as situações do serviço de praticagem.

Encerra a faina de praticagem, recebendo a dispensa do comandante. Desembarca, passando da embarcação para a lancha de prático.

Coopera nas atividades de busca e salvamento e de levantamentos hidrográficos na zona de praticagem, quando solicitado pelos órgãos da capitania dos portos.

Comunica, à capitania dos portos, informações de interesses da segurança do tráfego aquaviário - como variações de profundidade e de correnteza dos rios, canais, barras e portos, sobretudo após a ocorrência de ventos fortes, chuvas prolongadas ou grandes marés - e alterações ou irregularidades observadas na sinalização náutica.

Efetua os registros pertinentes.

Participa na qualificação dos Praticantes de Prático (PRP) e nos programas de atualização de práticos.

Promove programas nos campos de conhecimento relacionados com a atividade de praticagem, definindo o conteúdo programático, elaborando apresentações e material didático, e ministrando aulas. Profere palestras.

📚 Conhecimentos Exigidos

Tabela CBO/MTE • Nível de Conhecimento: 6/8

Prof. = Profundidade (1-5) • Freq. = Frequência de uso (1-5) • Imp. = Importância (1-5)

Conhecimentos avançados — Grupo II (146)
Área iCampo iConhecimento iProf. iFreq. iImp. i
Ciências da saúde Educação física Educação física 3 3 4
Educação física 3 3 4
Saúde coletiva Saúde pública 4 3 5
Outros elementos (saúde pública) primeiros socorros 4 3 5
Ciências exatas e da terra Física Física geral 4 4 5
Outros elementos (física geral) física aplicada 4 4 5
Geociências Meteorologia 4 4 5
Meteorologia aplicada 4 4 5
Matemática Geometria e topologia 4 3 4
Outros elementos (geometria e topologia) geometria analítica 4 3 4
Geometria e topologia 4 3 4
Outros elementos (geometria e topologia) trigonometria esférica e ortodromia 4 3 4
Matemática aplicada 3 3 3
Outros elementos (matemática aplicada) cálculo numérico 3 3 3
Matemática aplicada 4 4 4
Outros elementos (matemática aplicada) matemática aplicada: álgebra linear, cálculo 4 4 4
Oceanografia Oceanografia física 3 4 4
Outros elementos (oceanografia física) oceanografia física 3 4 4
Probabilidade e estatística Probabilidade e estatística aplicadas 3 3 3
Probabilidade aplicada 3 3 3
Probabilidade e estatística aplicadas 3 3 3
Estatística aplicada 3 3 3
Química Físico-química 3 3 3
Outros elementos (físico-química) química geral 3 3 3
Tecnologia da informação e comunicação Informática 4 4 4
Informática 4 4 4
Internet 3 3 3
Internet 3 3 3
Software específico 5 4 5
Outros elementos (software específico) sistemas de cálculo de manobras 5 4 5
Software específico 3 3 3
Outros elementos (software específico) sistemas de planejamento de rotas 3 3 3
Ciências humanas Educação Ensino-aprendizagem 3 3 4
Métodos e técnicas de ensino 3 3 4
Ensino-aprendizagem 3 3 4
Teorias da instrução 3 3 4
Psicologia Psicologia social 4 4 4
Relações interpessoais 4 4 4
Psicologia social 4 4 4
Outros elementos (psicologia social) técnicas de liderança 4 4 4
Ciências sociais aplicadas Administração Administração de empresas 3 3 3
Outros elementos (administração de empresas) administração aplicada a navio 3 3 3
Administração de empresas 3 3 3
Outros elementos (administração de empresas) sistemas de gerenciamento integrado (sgi): iso 9001, 14001 e oshas 18001 3 3 3
Direito Direitos especiais 4 4 5
Outros elementos (direitos especiais) legislação marítima e ambiental 4 4 5
Economia Teoria econômica 3 3 3
Outros elementos (teoria econômica) economia do transporte marítimo 3 3 3
Engenharias Engenharia de produção Gerência de produção 4 4 4
Higiene e segurança do trabalho 4 4 4
Gerência de produção 4 3 4
Outros elementos (gerência de produção) prevenção e combate a incêndio 4 3 4
Engenharia elétrica e eletrônica Eletrônica industrial, sistemas e controles eletrônicos 3 3 3
Outros elementos (eletrônica industrial, sistemas e controles eletrônicos) eletrônica 3 3 3
Telecomunicações 4 4 4
Outros elementos (telecomunicações) radionavegação 4 4 4
Telecomunicações 3 3 3
Outros elementos (telecomunicações) telecomunicações 3 3 3
Engenharia naval e oceânica Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Propulsão de navios 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Resistência hidrodinâmica 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 3 3 3
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) automação aplicada ao navio 3 3 3
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 4 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) cálculo de manobras 5 4 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) elementos de arte naval: atracação, desatracação, emprego de rebocadores, manobra de cabeços, cabos, amarração, trabalhos do marinheiro, equipamentos e aparelhos de navegação 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) espaços confinados 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) estabilidade 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) fenômenos hidrodinâmicos que afetam a manobrabilidade: cavitação, ventilação, efeito “squat” 4 4 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) hidrodinâmica do navio 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) história da marinha mercante 4 3 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 4 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) lancha de prático, lancha de apoio e atalaia 5 4 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) manobra do navio 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 4 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) manobrabilidade das embarcações: resistências, propulsão, lemes, controlabilidade 5 4 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) manobras de praticagem: atracar, desatracar, fundear, suspender, amarrar à boia, largar a boia, entrar ou sair de dique, alar ao cais 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 3
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação astronômica 4 3 3
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação eletrônica 4 3 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação em águas restritas 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 3 3 3
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação estimada e costeira 3 3 3
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas da autoridade marítima da diretoria de portos e costas da marinha do brasil 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas da organização marítima internacional (imo) 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas do regulamento internacional para evitar abalroamento no mar (ripeam) 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas e procedimentos das capitanias dos portos (npcp) 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 3
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) operação de carta eletrônica 4 3 3
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) operação de equipamentos de navegação 4 4 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) prática de manobra do navio 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) prática de procedimentos do passadiço 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) prestação de serviços de praticagem embarcado 5 5 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) procedimentos de emergência 4 3 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) procedimentos nas fainas de reboque, encalhe e desencalhe 4 3 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) proteção de navio 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 3 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) salvatagem 4 3 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) sinalização náutica 4 4 5
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) sistemas de propulsão e auxiliares 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 3 3 3
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) técnica de transporte marítimo 3 3 3
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 4 4 4
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) transporte de cargas e passageiros 4 4 4
Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos 5 5 5
Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) zonas de praticagem 5 5 5
Estruturas navais e oceânicas 4 4 4
Outros elementos (estruturas navais e oceânicas) arquitetura naval 4 4 4
Projetos de navios e de sistemas oceânicos 4 3 4
Outros elementos (projetos de navios e de sistemas oceânicos) proficiência em embarcações de sobrevivência e resgate no mar 4 3 4
Engenharia sanitária Saneamento ambiental 4 4 4
Outros elementos (saneamento ambiental) prevenção e controle da poluição no meio ambiente aquaviário 4 4 4
Linguística, letras e artes Letras Língua portuguesa 4 4 4
Língua portuguesa 4 4 4
Língua portuguesa 5 5 5
Outros elementos (língua portuguesa) português instrumental 5 5 5
Línguas estrangeiras modernas 3 3 3
Línguas estrangeiras modernas 3 3 3
Línguas estrangeiras modernas 4 4 4
Outros elementos (línguas estrangeiras modernas) inglês instrumental 4 4 4
Tecnologias estratégicas Métodos e procedimentos científicos Outros elementos (métodos e procedimentos de pesquisa) 4 4 4
Metodologia de pesquisa 4 4 4

🎯 Habilidades

Tabela CBO/MTE • Nível de Habilidade: 6/8

Freq. = Frequência de uso (1-5) • Imp. = Importância (1-5)

Habilidades cognitivas (19)
Categoria iHabilidade iFreq. iImp. i
comunicação Compreensão oral 4 4
Escuta ativa 4 4
Expressão oral 4 4
Compreensão escrita 5 5
Expressão escrita 4 4
Estratégias de aprendizagem 4 4
Aprendizado ativo 4 4
Negociação 4 4
Habilidade de orientar serviços 3 3
Habilidade de ensinar 4 4
Outras habilidades de cognitivas (especificar...) Outras - velocidade de percepção 4 4
Raciocínio Raciocínio analítico 5 5
Raciocínio sintético (capacidade de diagnóstico de problemas ou troubleshooting) 5 5
Raciocínio crítico 3 3
Raciocíonio científico 2 2
Trabalho com números Compreensão numérica 4 4
Expressão numérica 4 4
Análise de dados 3 3
Sintetização de dados 3 3
Habilidades práticas (18)
Categoria iHabilidade iFreq. iImp. i
Habilidades interpessoais Trabalho em equipe 5 5
Troca de informações 4 4
Fornecimento de informações 4 4
Cooperação 5 5
Orientação de pessoas 3 3
Facilitação e mediação de aprendizagem 4 4
Assessoramento 4 4
Supervisão 3 3
Coordenação 4 4
Percepção da realidade social 2 2
Habilidades operacionais Aplicação de técnicas que envolvem muitas variáveis concretas e específicas 5 5
Aplicação de princípios científicos ou tecnológicos para solução de problemas 4 4
Habilidades organizacionais Análise sistêmica 4 4
Gerenciamento de recursos materiais 3 3
Gerenciamento de recursos humanos 2 2
Análise de riscos 5 5
Outras habilidades práticas (especificar: ....) Outras - trabalho sob pressão 4 4
Outras - gerenciamento do tempo 4 4
Habilidades físicas, psicomotoras e sensoriais (25)
Categoria iHabilidade iFreq. iImp. i
Habilidades físicas Coordenação corporal bruta 4 4
Equilíbrio corporal bruto 3 3
Flexibilidade de extensão 3 3
Habilidades psicomotoras Estabilidade (firmeza) braço-mão 4 4
Precisão de controle 5 5
Destreza dos dedos (ou digital) 2 2
Destreza manual 3 3
Coordenação multimembros 3 3
Taxa de controle 4 5
Tempo de reação (ou de resposta) 4 5
Resposta de orientação 4 5
Habilidades sensoriais Atenção auditiva 4 4
Localização de som 4 4
Reconhecimento de fala 4 4
Clareza de fala 4 4
Sensibilidade auditiva 4 4
Sensibilidade ao brilho 3 3
Percepção de profundidade 5 5
Visão a distância 5 5
Visão de perto (ou a curta distância) 4 4
Visão noturna 3 3
Visão periférica 4 4
Discriminação de cor visual 4 0
Outras habilidades físicas, psicomotoras e sensoriais (especificar: ....) Outras - atenção seletiva 4 5
Outras - orientação espacial 5 5

🧭 Atitudes

Tabela CBO/MTE • Nível de Atitude: 6/8

Imp. = Importância (1-5)

Categoria iAtitude iImp. i
Autonomia (ausência de supervisão direta) no próprio trabalho Autonomia em contextos de trabalho com previsão de mudanças 4
Avaliação de trabalho ou atividade Avaliação do próprio desempenho, assumindo autodesenvolvimento 5
Avaliação do desempenho dos outros trabalhadores, gerenciando o desenvolvimento profissional deles 2
Supervisão do trabalho de outros Supervisão de profissionais em atividades ou projetos técnicos complexos 3

⚙️ Condições de Trabalho

Oficiais de convés e afins o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

🎓 Exigências de Formação e Mercado

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.


📌 Funções e Atividades

Funções mais executadas no exercício da profissão — CBO 2151-45

Trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde - sms
Administrar pessoal
Gerenciar operações
Demonstrar competências pessoais
Realizar inspeção naval a bordo
Gerenciar material de bordo
Qualificar pessoal
Navegar com segurança
Demonstrar capacidade para operar equipamentos de informática
Inspecionar as condições de segurança
Demonstrar raciocínio analítico
Executar procedimentos para navegação em águas rasas
Coordenar as embarcações de apoio
Fiscalizar o cumprimento das normas de segurança
Discriminar cores
Ministrar aulas de formação profissional
Realizar comunicação de bordo
Demonstrar capacidade de adaptação
Demonstrar percepção espacial
Avaliar o estado do mar para início e paralização de manobras
Tomar decisões rápidas em situações críticas
Trabalhar em equipe
Demonstrar raciocínio sintético
Demonstrar criatividade
Demonstrar percepção cinemática
Demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita
Demonstrar capacidade de auto-controle
Coordenar equipe de amarração
Operar equipamentos de navegação
Orientar as manobras de atracação, desatracação fundeio
Avaliar as condições para desatracação
Proferir palestras
Avaliar as condições de calado
Elaborar apresentações
Elaborar conteúdo programático
Demonstrar liderança
Aplicar legislação
Demonstrar capacidade de percepção de anomalias no processo
Trabalhar sob pressão
Demonstrar capacidade para o uso de aplicativos e programas de informática
Demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita na língua inglesa
Consultar legislação
Auxiliar na elaboração de conteúdo didático
Executar procedimentos para navegação em canais estreitos
Executar procedimentos para navegação com visibilidade restrita
Executar procedimentos para navegação em mau tempo
Executar procedimentos de navegação em situações de emergência
Efetuar os registros pertinentes
Demonstrar comportamento pró-ativo
Avaliar condições externas durante operações - vento, corrente
Demonstrar raciocínio matemático
Demonstrar capacidade de interpretação cartográfica
Coordenar operações de reboque
Demonstrar capacidade de adaptação a rotina de confinamento
Discriminar sons e ruídos
Coordenar navegação de objeto rebocado
Avaliar as condições de atracação
Orientar a navegação
Demonstrar capacidade de improvisação
Elaborar material didático
Demonstrar capacidade de negociação
Ministrar treinamento em terra
Tomar decisões
Avaliar as condições meteorológicas

🗂️ Hierarquia CBO — Classificação Brasileira de Ocupações

CBO 2151-45 é o código da ocupação de prático de portos da marinha mercante que pertence ao grupo dos oficiais de convés e afins, segundo a Tabela CBO 2026 do MTE.

2 Profissionais das ciências e das artes
21 Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia
215 Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial
2151 Oficiais de convés e afins
215145 Prático de portos da marinha mercante



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