CBO 2151-45 — Prático de portos da marinha mercante
Descrição oficial, funções, competências, salários e mercado de trabalho para Prático de portos da marinha mercante (CBO 215145) em 2026 — dados da Tabela CBO/MTE e CAGED.
Conhecimento (6/8) i
Habilidade (6/8) i
Atitude (6/8) i
Ocupação (6/8) i
Fonte: Tabela CBO — Ministério do Trabalho e Emprego • Portal Salário
💰 Salário de Prático de portos da marinha mercante no Brasil
Dados do CAGED • Últimos 12 meses • Regime CLT • Brasil
Piso salarial i
R$ 2.127,74
Média salarial i
R$ 7.554,13
Mediana i
R$ 9.825,00
Teto salarial i
R$ 13.603,70
Jornada média
33h
semanais
Profissionais
23
na base CLT
Escolaridade mais comum
Superior Completo
Curso recomendado
Não especificado
🏆 Melhor salário por estado
RJ
R$ 9.848,44 média
📥 Estado que mais contrata
RJ
7 admissões
🏙️ Melhor salário por cidade
Rio de Janeiro/RJ
R$ 9.848,44 média
🏢 Setor que mais contrata
Sindicatos
16 profissionais
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🏢 Salário por Porte da Empresa
Prático de portos da marinha mercante • Brasil • Regime CLT
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| Porte da Empresa i | Q1 (25%) i | Sal. Médio i | Q3 (75%) i |
|---|---|---|---|
| Micro (até 9 func.) | R$ 0,00 | R$ 0,00 | R$ 0,00 |
| Pequena (10-49 func.) | R$ 0,00 | R$ 0,00 | R$ 0,00 |
| Média (50-249 func.) | R$ 0,00 | R$ 0,00 | R$ 0,00 |
| Grande (250+ func.) | R$ 0,00 | R$ 0,00 | R$ 0,00 |
| Fonte: Portal Salário / CAGED • Últimos 12 meses • Regime CLT • Brasil | |||
📋 O Que Faz um Prático de portos da marinha mercante
O Prático de portos da marinha mercante atua como aquaviário não tripulante, que presta assessoria ao comandante para execução de navegação e manobras em águas restritas - denominadas zonas de praticagem -, por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. Presta serviços de praticagem embarcado, aplicando conhecimentos de meteorologia, oceanografia, arte naval, manobrabilidade de navios, dentre outros das ciências náuticas. Estabelece comunicações com o serviço de tráfego de embarcações e com outras embarcações em trânsito na zona de praticagem, para garantir a segurança do tráfego aquaviário. Avalia condições de vento e de corrente, dentre outros fatores externos, durante as operações. Promove programas de qualificação de pessoal. Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e de preservação do meio ambiente aquaviário.
Funções detalhadas — CBO 2151-45
Prepara-se para o serviço de praticagem, avaliando as condições meteorológicas, o estado do mar ou de outro corpo de água em questão, o fluxo de embarcações, entre outras situações que implicam em risco à segurança da navegação. Consulta leis, normas e regulamentos relacionados à sua área de atuação. Mantém-se atualizado quanto às alterações nos diversos documentos náuticos e nas características de faróis, balizamentos e outros auxílios aos navegantes na zona de praticagem.Recebe comunicado de autoridade marítima para execução de serviços de praticagem em uma embarcação.
Pode comunicar, ao comandante da embarcação e à capitania dos portos, a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização de faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação, postergando as ações.
Para iniciar o serviço de praticagem, dirige-se ao Ponto de Espera de Prático (PEP), onde efetua o embarque. Realiza, então, o transbordo da lancha de prático para a embarcação.
Apresenta-se ao comandante e recebe informações sobre as condições de manobra da embarcação, sobre o calado de navegação e sobre as demais condições relacionadas ao desempenho do seu serviço de praticagem.
Assessora o comandante da embarcação durante as manobras e a navegação na área. Considera os fatores externos – como as características topográficas locais, as condições de vento e de corrente, entre outros -, durante as operações. Verifica o cumprimento das normas de segurança.
Executa manobras de atracar, de desatracar, de fundear, de suspender, de amarrar à boia, de largar da boia, de entrar ou sair de dique e de alar ao cais.
Realiza navegação em águas restritas, com segurança, operando equipamentos. Executa procedimentos de navegação em canais estreitos e em águas rasas. Atua em situações de mau tempo, de emergência e de visibilidade restrita.
Efetua comunicação a bordo. Estabelece comunicações com o serviço de tráfego de embarcações e com outras embarcações em trânsito na zona de praticagem, garantindo a segurança do tráfego aquaviário.
Coordena as atividades de reboque, de embarcações de apoio e de amarração do navio, para garantir a eficiência das operações em todas as situações do serviço de praticagem.
Encerra a faina de praticagem, recebendo a dispensa do comandante. Desembarca, passando da embarcação para a lancha de prático.
Coopera nas atividades de busca e salvamento e de levantamentos hidrográficos na zona de praticagem, quando solicitado pelos órgãos da capitania dos portos.
Comunica, à capitania dos portos, informações de interesses da segurança do tráfego aquaviário - como variações de profundidade e de correnteza dos rios, canais, barras e portos, sobretudo após a ocorrência de ventos fortes, chuvas prolongadas ou grandes marés - e alterações ou irregularidades observadas na sinalização náutica.
Efetua os registros pertinentes.
Participa na qualificação dos Praticantes de Prático (PRP) e nos programas de atualização de práticos.
Promove programas nos campos de conhecimento relacionados com a atividade de praticagem, definindo o conteúdo programático, elaborando apresentações e material didático, e ministrando aulas. Profere palestras.
📚 Conhecimentos Exigidos
Tabela CBO/MTE • Nível de Conhecimento: 6/8
Prof. = Profundidade (1-5) • Freq. = Frequência de uso (1-5) • Imp. = Importância (1-5)
Conhecimentos avançados — Grupo II (146)
| Área i | Campo i | Conhecimento i | Prof. i | Freq. i | Imp. i |
|---|---|---|---|---|---|
| Ciências da saúde | Educação física | Educação física | 3 | 3 | 4 |
| Educação física | 3 | 3 | 4 | ||
| Saúde coletiva | Saúde pública | 4 | 3 | 5 | |
| Outros elementos (saúde pública) primeiros socorros | 4 | 3 | 5 | ||
| Ciências exatas e da terra | Física | Física geral | 4 | 4 | 5 |
| Outros elementos (física geral) física aplicada | 4 | 4 | 5 | ||
| Geociências | Meteorologia | 4 | 4 | 5 | |
| Meteorologia aplicada | 4 | 4 | 5 | ||
| Matemática | Geometria e topologia | 4 | 3 | 4 | |
| Outros elementos (geometria e topologia) geometria analítica | 4 | 3 | 4 | ||
| Geometria e topologia | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (geometria e topologia) trigonometria esférica e ortodromia | 4 | 3 | 4 | ||
| Matemática aplicada | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (matemática aplicada) cálculo numérico | 3 | 3 | 3 | ||
| Matemática aplicada | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (matemática aplicada) matemática aplicada: álgebra linear, cálculo | 4 | 4 | 4 | ||
| Oceanografia | Oceanografia física | 3 | 4 | 4 | |
| Outros elementos (oceanografia física) oceanografia física | 3 | 4 | 4 | ||
| Probabilidade e estatística | Probabilidade e estatística aplicadas | 3 | 3 | 3 | |
| Probabilidade aplicada | 3 | 3 | 3 | ||
| Probabilidade e estatística aplicadas | 3 | 3 | 3 | ||
| Estatística aplicada | 3 | 3 | 3 | ||
| Química | Físico-química | 3 | 3 | 3 | |
| Outros elementos (físico-química) química geral | 3 | 3 | 3 | ||
| Tecnologia da informação e comunicação | Informática | 4 | 4 | 4 | |
| Informática | 4 | 4 | 4 | ||
| Internet | 3 | 3 | 3 | ||
| Internet | 3 | 3 | 3 | ||
| Software específico | 5 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (software específico) sistemas de cálculo de manobras | 5 | 4 | 5 | ||
| Software específico | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (software específico) sistemas de planejamento de rotas | 3 | 3 | 3 | ||
| Ciências humanas | Educação | Ensino-aprendizagem | 3 | 3 | 4 |
| Métodos e técnicas de ensino | 3 | 3 | 4 | ||
| Ensino-aprendizagem | 3 | 3 | 4 | ||
| Teorias da instrução | 3 | 3 | 4 | ||
| Psicologia | Psicologia social | 4 | 4 | 4 | |
| Relações interpessoais | 4 | 4 | 4 | ||
| Psicologia social | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (psicologia social) técnicas de liderança | 4 | 4 | 4 | ||
| Ciências sociais aplicadas | Administração | Administração de empresas | 3 | 3 | 3 |
| Outros elementos (administração de empresas) administração aplicada a navio | 3 | 3 | 3 | ||
| Administração de empresas | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (administração de empresas) sistemas de gerenciamento integrado (sgi): iso 9001, 14001 e oshas 18001 | 3 | 3 | 3 | ||
| Direito | Direitos especiais | 4 | 4 | 5 | |
| Outros elementos (direitos especiais) legislação marítima e ambiental | 4 | 4 | 5 | ||
| Economia | Teoria econômica | 3 | 3 | 3 | |
| Outros elementos (teoria econômica) economia do transporte marítimo | 3 | 3 | 3 | ||
| Engenharias | Engenharia de produção | Gerência de produção | 4 | 4 | 4 |
| Higiene e segurança do trabalho | 4 | 4 | 4 | ||
| Gerência de produção | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (gerência de produção) prevenção e combate a incêndio | 4 | 3 | 4 | ||
| Engenharia elétrica e eletrônica | Eletrônica industrial, sistemas e controles eletrônicos | 3 | 3 | 3 | |
| Outros elementos (eletrônica industrial, sistemas e controles eletrônicos) eletrônica | 3 | 3 | 3 | ||
| Telecomunicações | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (telecomunicações) radionavegação | 4 | 4 | 4 | ||
| Telecomunicações | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (telecomunicações) telecomunicações | 3 | 3 | 3 | ||
| Engenharia naval e oceânica | Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | |
| Propulsão de navios | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Resistência hidrodinâmica | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) automação aplicada ao navio | 3 | 3 | 3 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) cálculo de manobras | 5 | 4 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) elementos de arte naval: atracação, desatracação, emprego de rebocadores, manobra de cabeços, cabos, amarração, trabalhos do marinheiro, equipamentos e aparelhos de navegação | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) espaços confinados | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) estabilidade | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) fenômenos hidrodinâmicos que afetam a manobrabilidade: cavitação, ventilação, efeito “squat” | 4 | 4 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) hidrodinâmica do navio | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) história da marinha mercante | 4 | 3 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) lancha de prático, lancha de apoio e atalaia | 5 | 4 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) manobra do navio | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) manobrabilidade das embarcações: resistências, propulsão, lemes, controlabilidade | 5 | 4 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) manobras de praticagem: atracar, desatracar, fundear, suspender, amarrar à boia, largar a boia, entrar ou sair de dique, alar ao cais | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação astronômica | 4 | 3 | 3 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação eletrônica | 4 | 3 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação em águas restritas | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) navegação estimada e costeira | 3 | 3 | 3 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas da autoridade marítima da diretoria de portos e costas da marinha do brasil | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas da organização marítima internacional (imo) | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas do regulamento internacional para evitar abalroamento no mar (ripeam) | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) normas e procedimentos das capitanias dos portos (npcp) | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) operação de carta eletrônica | 4 | 3 | 3 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) operação de equipamentos de navegação | 4 | 4 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) prática de manobra do navio | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) prática de procedimentos do passadiço | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) prestação de serviços de praticagem embarcado | 5 | 5 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) procedimentos de emergência | 4 | 3 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) procedimentos nas fainas de reboque, encalhe e desencalhe | 4 | 3 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) proteção de navio | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) salvatagem | 4 | 3 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) sinalização náutica | 4 | 4 | 5 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) sistemas de propulsão e auxiliares | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 3 | 3 | 3 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) técnica de transporte marítimo | 3 | 3 | 3 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) transporte de cargas e passageiros | 4 | 4 | 4 | ||
| Hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (hidrodinâmica de navios e sistemas oceânicos) zonas de praticagem | 5 | 5 | 5 | ||
| Estruturas navais e oceânicas | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (estruturas navais e oceânicas) arquitetura naval | 4 | 4 | 4 | ||
| Projetos de navios e de sistemas oceânicos | 4 | 3 | 4 | ||
| Outros elementos (projetos de navios e de sistemas oceânicos) proficiência em embarcações de sobrevivência e resgate no mar | 4 | 3 | 4 | ||
| Engenharia sanitária | Saneamento ambiental | 4 | 4 | 4 | |
| Outros elementos (saneamento ambiental) prevenção e controle da poluição no meio ambiente aquaviário | 4 | 4 | 4 | ||
| Linguística, letras e artes | Letras | Língua portuguesa | 4 | 4 | 4 |
| Língua portuguesa | 4 | 4 | 4 | ||
| Língua portuguesa | 5 | 5 | 5 | ||
| Outros elementos (língua portuguesa) português instrumental | 5 | 5 | 5 | ||
| Línguas estrangeiras modernas | 3 | 3 | 3 | ||
| Línguas estrangeiras modernas | 3 | 3 | 3 | ||
| Línguas estrangeiras modernas | 4 | 4 | 4 | ||
| Outros elementos (línguas estrangeiras modernas) inglês instrumental | 4 | 4 | 4 | ||
| Tecnologias estratégicas | Métodos e procedimentos científicos | Outros elementos (métodos e procedimentos de pesquisa) | 4 | 4 | 4 |
| Metodologia de pesquisa | 4 | 4 | 4 |
🎯 Habilidades
Tabela CBO/MTE • Nível de Habilidade: 6/8
Freq. = Frequência de uso (1-5) • Imp. = Importância (1-5)
Habilidades cognitivas (19)
| Categoria i | Habilidade i | Freq. i | Imp. i |
|---|---|---|---|
| comunicação | Compreensão oral | 4 | 4 |
| Escuta ativa | 4 | 4 | |
| Expressão oral | 4 | 4 | |
| Compreensão escrita | 5 | 5 | |
| Expressão escrita | 4 | 4 | |
| Estratégias de aprendizagem | 4 | 4 | |
| Aprendizado ativo | 4 | 4 | |
| Negociação | 4 | 4 | |
| Habilidade de orientar serviços | 3 | 3 | |
| Habilidade de ensinar | 4 | 4 | |
| Outras habilidades de cognitivas (especificar...) | Outras - velocidade de percepção | 4 | 4 |
| Raciocínio | Raciocínio analítico | 5 | 5 |
| Raciocínio sintético (capacidade de diagnóstico de problemas ou troubleshooting) | 5 | 5 | |
| Raciocínio crítico | 3 | 3 | |
| Raciocíonio científico | 2 | 2 | |
| Trabalho com números | Compreensão numérica | 4 | 4 |
| Expressão numérica | 4 | 4 | |
| Análise de dados | 3 | 3 | |
| Sintetização de dados | 3 | 3 |
Habilidades práticas (18)
| Categoria i | Habilidade i | Freq. i | Imp. i |
|---|---|---|---|
| Habilidades interpessoais | Trabalho em equipe | 5 | 5 |
| Troca de informações | 4 | 4 | |
| Fornecimento de informações | 4 | 4 | |
| Cooperação | 5 | 5 | |
| Orientação de pessoas | 3 | 3 | |
| Facilitação e mediação de aprendizagem | 4 | 4 | |
| Assessoramento | 4 | 4 | |
| Supervisão | 3 | 3 | |
| Coordenação | 4 | 4 | |
| Percepção da realidade social | 2 | 2 | |
| Habilidades operacionais | Aplicação de técnicas que envolvem muitas variáveis concretas e específicas | 5 | 5 |
| Aplicação de princípios científicos ou tecnológicos para solução de problemas | 4 | 4 | |
| Habilidades organizacionais | Análise sistêmica | 4 | 4 |
| Gerenciamento de recursos materiais | 3 | 3 | |
| Gerenciamento de recursos humanos | 2 | 2 | |
| Análise de riscos | 5 | 5 | |
| Outras habilidades práticas (especificar: ....) | Outras - trabalho sob pressão | 4 | 4 |
| Outras - gerenciamento do tempo | 4 | 4 |
Habilidades físicas, psicomotoras e sensoriais (25)
| Categoria i | Habilidade i | Freq. i | Imp. i |
|---|---|---|---|
| Habilidades físicas | Coordenação corporal bruta | 4 | 4 |
| Equilíbrio corporal bruto | 3 | 3 | |
| Flexibilidade de extensão | 3 | 3 | |
| Habilidades psicomotoras | Estabilidade (firmeza) braço-mão | 4 | 4 |
| Precisão de controle | 5 | 5 | |
| Destreza dos dedos (ou digital) | 2 | 2 | |
| Destreza manual | 3 | 3 | |
| Coordenação multimembros | 3 | 3 | |
| Taxa de controle | 4 | 5 | |
| Tempo de reação (ou de resposta) | 4 | 5 | |
| Resposta de orientação | 4 | 5 | |
| Habilidades sensoriais | Atenção auditiva | 4 | 4 |
| Localização de som | 4 | 4 | |
| Reconhecimento de fala | 4 | 4 | |
| Clareza de fala | 4 | 4 | |
| Sensibilidade auditiva | 4 | 4 | |
| Sensibilidade ao brilho | 3 | 3 | |
| Percepção de profundidade | 5 | 5 | |
| Visão a distância | 5 | 5 | |
| Visão de perto (ou a curta distância) | 4 | 4 | |
| Visão noturna | 3 | 3 | |
| Visão periférica | 4 | 4 | |
| Discriminação de cor visual | 4 | 0 | |
| Outras habilidades físicas, psicomotoras e sensoriais (especificar: ....) | Outras - atenção seletiva | 4 | 5 |
| Outras - orientação espacial | 5 | 5 |
🧭 Atitudes
Tabela CBO/MTE • Nível de Atitude: 6/8
Imp. = Importância (1-5)
| Categoria i | Atitude i | Imp. i |
|---|---|---|
| Autonomia (ausência de supervisão direta) no próprio trabalho | Autonomia em contextos de trabalho com previsão de mudanças | 4 |
| Avaliação de trabalho ou atividade | Avaliação do próprio desempenho, assumindo autodesenvolvimento | 5 |
| Avaliação do desempenho dos outros trabalhadores, gerenciando o desenvolvimento profissional deles | 2 | |
| Supervisão do trabalho de outros | Supervisão de profissionais em atividades ou projetos técnicos complexos | 3 |
⚙️ Condições de Trabalho
Oficiais de convés e afins o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.
🎓 Exigências de Formação e Mercado
O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.
📌 Funções e Atividades
Funções mais executadas no exercício da profissão — CBO 2151-45
🗂️ Hierarquia CBO — Classificação Brasileira de Ocupações
CBO 2151-45 é o código da ocupação de prático de portos da marinha mercante que pertence ao grupo dos oficiais de convés e afins, segundo a Tabela CBO 2026 do MTE.
👥 Profissões da Família Ocupacional
Oficiais de convés e afins
🔗 CBOs Relacionados
Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial
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