CBO 2151-50 - Oficiais de convés - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 2151-50 é o Código Brasileiro da Ocupação de oficiais de convés que pertence ao grupo dos profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Oficiais de convés CBO 2151-50 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 2151-50

  • Profissionais das ciências e das artes.
    • Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia.
      • Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial.
        • Oficiais de convés.

Descrição dos cargos da categoria Oficiais de convés

Os Oficiais de convés CBO 2151-50 comandam, imediatam e tripulam embarcações na navegação de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, coordenam operações de navegação de apoio portuário e águas interiores. Navegam e orientam a navegação, operam com cargas, transportam passageiros e manobram embarcações. Gerenciam pessoal e supervisionam operações, gerenciam material e documentação de bordo. Ministram treinamento e formam aquaviários, realizam atividades de inspeção e vistoria naval, trabalhando de acordo com normas, regulamentos, convenções nacionais e internacionais de segurança e preservação do meio ambiente e saúde ocupacional. Coordenam manutenção e podem realizar manutenção a bordo.

Condições de trabalho

Oficiais de convés o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Exigências do mercado de trabalho

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Funções dos Oficiais de convés CBO 2151-50

Oficiais de convés devem:

  • qualificar pessoal;
  • gerenciar operações;
  • gerenciar material de bordo;
  • realizar inspeção naval a bordo;
  • navegar com segurança;
  • demonstrar competências pessoais;
  • trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde (sms);
  • Atividades dos cargos CBO 2151-50

    Entre as principais atribuições dos Oficiais de convés CBO 2151-50 estão as de:

    • demonstrar capacidade de percepção de anomalias no processo;
    • demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita na língua inglesa;
    • aplicar legislação;
    • efetuar os registros pertinentes;
    • demonstrar raciocínio analítico;
    • tomar decisões rápidas em situações críticas;
    • inspecionar equipamentos de salvatagem;
    • tomar decisões;
    • discriminar cores;
    • auxiliar na elaboração de conteúdo didático;
    • trabalhar em equipe;
    • inspecionar condições de navegabilidade;
    • demonstrar capacidade de interpretação cartográfica;
    • demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita;
    • inspecionar as condições de segurança;
    • conferir certificação de equipamentos;
    • demonstrar criatividade;
    • proferir palestras;
    • demonstrar capacidade de autocontrole;
    • demonstrar capacidade para o uso de aplicativos e programas de informática;
    • fiscalizar a aplicação da legislação;
    • ministrar aulas de formação profissional;
    • demonstrar liderança;
    • demonstrar capacidade para operar equipamentos de informática;
    • discriminar sons e ruídos;
    • demonstrar capacidade de adaptação;
    • ministrar treinamento em terra;
    • trabalhar sob pressão;
    • demonstrar comportamento proativo;
    • inspecionar equipamentos de convés;
    • demonstrar percepção espacial;
    • demonstrar percepção cinemática;
    • emitir notificação de detenção e liberação da embarcação;
    • inspecionar equipamentos da seção de máquinas;
    • consultar legislação;
    • inspecionar equipamentos de segurança;
    • demonstrar capacidade de improvisação;
    • elaborar apresentações;
    • fiscalizar o uso de epi;
    • demonstrar raciocínio sintético;
    • inspecionar condições de flutuabilidade;
    • demonstrar capacidade de adaptação à rotina de confinamento;
    • conferir certificação da embarcação;
    • demonstrar raciocínio matemático;
    • avaliar estanqueidade dos porões;
    • elaborar material didático;
    • demonstrar capacidade de negociação;
    • fiscalizar o cumprimento das normas de segurança;
    • inspecionar equipamentos de prevenção da poluição ambiental;
    • elaborar conteúdo programático;
    • realizar a inspeção e vistoria da embarcação;

    Cargos e salários CBO 2151-50 - Oficiais de convés

    Salário Vistoriador Naval

    Vistoriador Naval: Brasil

    • 380
    • Brasil
    • 2.043 - 4.882
    • 43h
    O profissional no cargo de Vistoriador Naval CBO 2151-50 trabalhando no Brasil, ganha entre 2.043 e 4.882 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 380 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2151-50.