CBO 2151-45: Prático de portos da marinha mercante
O código CBO 2151-45, também escrito 215145, identifica a ocupação de Prático de portos da marinha mercante na Classificação Brasileira de Ocupações. É o código que vai na carteira de trabalho, no eSocial e no CAGED. Pertence à família 2151, oficiais de convés e afins.
Salário de Prático de portos da marinha mercante no Brasil
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R$ 9.989 de média
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O que faz um Prático de portos da marinha mercante
O Prático de portos da marinha mercante atua como aquaviário não tripulante, que presta assessoria ao comandante para execução de navegação e manobras em águas restritas - denominadas zonas de praticagem -, por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. Presta serviços de praticagem embarcado, aplicando conhecimentos de meteorologia, oceanografia, arte naval, manobrabilidade de navios, dentre outros das ciências náuticas. Estabelece comunicações com o serviço de tráfego de embarcações e com outras embarcações em trânsito na zona de praticagem, para garantir a segurança do tráfego aquaviário. Avalia condições de vento e de corrente, dentre outros fatores externos, durante as operações. Promove programas de qualificação de pessoal. Cumpre normas, regulamentos e convenções nacionais e internacionais de segurança e de preservação do meio ambiente aquaviário.
Funções detalhadas do CBO 2151-45
Funções detalhadas do CBO 2151-45Descrição completa das atividades, para montar a descrição de cargo.
Assinar e ver sem anúnciosConhecimentos exigidos
Nível de conhecimento 6 de 8 na tabela CBO do MTE.
| Área | Campo | Conhecimento | Profundidade | Frequência | Importância |
|---|---|---|---|---|---|
| Ciências da saúde | Educação física | Educação física | 3 | 3 | 4 |
| Ciências da saúde | Educação física | Educação física | 3 | 3 | 4 |
| Ciências da saúde | Saúde coletiva | Saúde pública | 4 | 3 | 5 |
Mais 143 conhecimentos exigidosA lista completa, por domínio, com profundidade, frequência e importância.
Assinar e ver sem anúnciosHabilidades
Nível de habilidade 6 de 8 na tabela CBO do MTE.
| Categoria | Habilidade | Frequência | Importância |
|---|---|---|---|
| Comunicação | Compreensão oral | 4 | 4 |
| Comunicação | Escuta ativa | 4 | 4 |
| Comunicação | Expressão oral | 4 | 4 |
Mais 59 habilidadesA lista completa, por categoria, com frequência e importância.
Assinar e ver sem anúnciosAtitudes
Nível de atitude 6 de 8 na tabela CBO do MTE.
| Categoria | Atitude | Importância |
|---|---|---|
| Autonomia (ausência de supervisão direta) no próprio trabalho | Autonomia em contextos de trabalho com previsão de mudanças | 4 |
| Avaliação de trabalho ou atividade | Avaliação do próprio desempenho, assumindo autodesenvolvimento | 5 |
| Avaliação de trabalho ou atividade | Avaliação do desempenho dos outros trabalhadores, gerenciando o desenvolvimento profissional deles | 2 |
Mais 1 atitudesA lista completa, com a importância de cada uma.
Assinar e ver sem anúnciosCondições de trabalho
Oficiais de convés e afins o Capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como Comandante, Imediato ou Oficial de quarto de navegação. O Capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Primeiro oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O Segundo oficial de náutica, em embarcações de bandeira brasileira, pode ser Comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, Comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.Navegação de Apoio Marítimo, Comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e Imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.
Formação e experiência exigidas
O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers- 95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil, após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Do Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Do Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. Do Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.
Funções e atividades de Prático de portos da marinha mercante
Atividades descritas para o CBO 2151-45 na tabela do MTE.
- Orientar as manobras de atracação, desatracação fundeio
- Orientar a navegação
- Operar equipamentos de navegação
- Executar procedimentos para navegação em canais estreitos
- Executar procedimentos para navegação em águas rasas
- Executar procedimentos para navegação em mau tempo
- Executar procedimentos de navegação em situações de emergência
- Executar procedimentos para navegação com visibilidade restrita
- Coordenar navegação de objeto rebocado
Mais 47 funções do cargoA lista completa de atividades da ocupação.
Assinar e ver sem anúnciosOnde o CBO 2151-45 fica na classificação
O CBO 2151-45 é o código de prático de portos da marinha mercante, que pertence ao grupo de oficiais de convés e afins, segundo a tabela CBO do MTE.
- Grande grupo 2Profissionais das ciências e das artes
- Subgrupo principal 21Profissionais das ciências exatas, físicas e da engenharia
- Subgrupo 215Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial
- Família 2151Oficiais de convés e afins
- 2151-45Prático de portos da marinha mercante
Ocupações da mesma família
Família 2151: Oficiais de convés e afins.
| Ocupação | CBO | Média no Brasil |
|---|---|---|
| Agente de manobra e docagem | 2151-05 | R$ 0.000 |
| Capitão de manobra da marinha mercante | 2151-10 | R$ 0.000 |
| Capitão de cabotagem (comandante) | 2151-15 | R$ 0.000 |
| Coordenador de operações de combate à poluição no meio aquaviário | 2151-20 | R$ 0.000 |
| Capitão de cabotagem (imediato) | 2151-25 | R$ 0.000 |
| Inspetor de terminal | 2151-30 | R$ 0.000 |
| Inspetor naval | 2151-35 | R$ 0.000 |
| Capitão de cabotagem | 2151-40 | R$ 0.000 |
| Vistoriador naval | 2151-50 | R$ 0.000 |
Média salarial de cada ocupação da famíliaCompare os códigos vizinhos lado a lado.
Assinar e ver sem anúnciosCBOs relacionados
Profissionais em navegação aérea, marítima e fluvial.
Perguntas sobre o CBO 2151-45
O que faz o CBO 2151-45?
O CBO 2151-45 é o código de Prático de portos da marinha mercante, que atua como aquaviário não tripulante, que presta assessoria ao comandante para execução de navegação e manobras em águas restritas - denominadas zonas de praticagem -, por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. Presta serviços de praticagem embarcado, aplicando...
Qual é o salário base do CBO 2151-45?
A média salarial de Prático de portos da marinha mercante no Brasil é de R$ 8.840 por mês, com piso salarial de referência de R$ 9.825 e teto de R$ 10.200, para uma jornada de 32 horas semanais.
Qual a diferença entre o CBO 2151-40 e o 2151-45?
O CBO 2151-40 é o código de Capitão de cabotagem e o 2151-45 é o de Prático de portos da marinha mercante. Os dois pertencem à mesma família ocupacional (2151). A média salarial é de R$ 8.900 no primeiro e de R$ 8.840 no segundo.
Qual a formação exigida para Prático de portos da marinha mercante?
O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação,...
O CBO 2151-45 é o mesmo que 215145?
Sim. É o mesmo código escrito de duas formas: com hífen (2151-45) e sem hífen (215145), como aparece no eSocial e no CAGED.
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