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📋 O que faz um Técnico em Segurança no Trabalho CBO 3516-05
O Técnico em Segurança no Trabalho elabora, implanta e implementa, sob supervisão, política de saúde e segurança do trabalho, visando à prevenção de incidentes, de acidentes e de doenças ocupacionais. Analisa e avalia o ambiente de trabalho, as instalações e os processos laborais. Participa da seleção de tecnologias e processos de trabalho, avaliando implantação e impactos. Adota medidas de controle de riscos ocupacionais. Participa do desenvolvimento de ações educativas e capacitações. Elabora relatórios, pareceres e manuais. Cumpre legislação, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental.
⚙️ Funções no exercício da profissão
- Integrar processos de negociação
- Implantar a política de sst
- Investigar acidentes de trabalho
- Identificar variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente
- Participar da adoção de tecnologias e processos de trabalho
- Comunicar-se
- Realizar diagnóstico da situação de sst da instituição
- Desenvolver ações educativas na Área de sst
- Participar da elaboração da política de saúde e segurança do trabalho da instituição
- Demonstrar competências pessoais
- Inspecionar implantação
- Participar dos programas de humanização do ambiente de trabalho
- Negociar a aplicabilidade da política
- Estabelecer mecanismos de intervenção
- Utilizar métodos e técnicas de comunicação
- Documentar procedimentos e normas de sistemas de segurança
- Trabalhar em equipe
- Supervisionar procedimentos técnicos
- Registrar procedimentos técnicos
- Emitir parecer técnico
- Estabelecer formas de controle dos riscos associados
- Trabalhar sob pressão
- Implementar intercâmbio entre equipes técnicas
- Participar de perícias e fiscalizações
- ver mais...
📉 Série histórica — Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul
Salário médio e mediana mensal · Fonte: Portal Salário / CAGED
*Salário base CLT sem adicionais · dados: Portal Salário / CAGED
📋 Tabela salarial — Técnico em Segurança no Trabalho
Salário base CLT • 6.164 profissionais • jornada 43h/semana • RS
| Período | Mensal | Anual | Semanal | Por hora |
|---|---|---|---|---|
| Piso salarial | R$ 3.418 | R$ 41.014 | R$ 854 | R$ 15,90 |
| Média salarial | R$ 3.579 | R$ 42.943 | R$ 895 | R$ 16,64 |
| 1º Quartil | R$ 2.923 | R$ 35.076 | R$ 731 | R$ 13,60 |
| Mediana | R$ 3.500 | R$ 42.000 | R$ 875 | R$ 16,28 |
| 3º Quartil | R$ 4.019 | R$ 48.224 | R$ 1.005 | R$ 18,69 |
| Teto salarial | R$ 5.505 | R$ 66.057 | R$ 1.376 | R$ 25,60 |
| Piso: média acordos coletivos • Média: aritmética simples • Mediana: valor central • Teto: maiores salários com filtros exclusivos | ||||
📊 Demanda no mercado de trabalho
Comparativo admissões e desligamentos • últimos 12 meses • RS
O mercado de trabalho para Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul está com muita demanda. Comparando o início do período (06/2025) com o fim (05/2026), houve um aumento de 5.86% no volume de contratações — cenário de pressão competitiva por talentos que exige atenção de gestores de RH, consultores de remuneração e diretores responsáveis por headcount em RS.
Nos últimos 12 meses, foram registradas 3.071 admissões e 3.093 desligamentos formais para o cargo de Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul, totalizando 6.164 movimentações no regime CLT — dado essencial para dimensionar estratégias de atração, retenção e sucessão de talentos. O saldo líquido é negativo em 22 postos — o estoque de vagas está diminuindo, cenário que pode indicar reestruturações, automação ou migração de atividades. Relevante para consultores de RH e diretores planejarem retenção de talentos-chave.
📥 Admissões — início i
273
06/2025
📤 Admissões — fim i
290
05/2026
🔄 Situação i
Com muita demanda
mercado de trabalho
📊 Total movimentações i
6.164
3.071 adm · 3.093 desl
⚖️ Saldo líquido i
-22
vagas geradas no período
🔥 Índice de contratação i
0,99
mercado em retração
🔁 Rotatividade i
49.8%
alta — mercado dinâmico
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, o saldo líquido combinado com o índice de contratação antecipa a pressão competitiva por talentos — saldo positivo e índice acima de 1,0 exigem revisão de política salarial, benefícios e marca empregadora para reter profissionais de Técnico em Segurança no Trabalho. Para consultores de remuneração e headhunters, esses indicadores dimensionam a disponibilidade de candidatos passivos e a urgência em movimentar processos. Para CEOs, diretores executivos e gestores de linha, a rotatividade é sinal de alerta: taxas acima de 30% em RS podem indicar problemas de clima, plano de carreira ou defasagem salarial que impactam a produtividade e o custo de reposição. Dados extraídos do CAGED/MTE e processados com metodologia exclusiva do Portal Salário, considerando apenas profissionais contratados em regime CLT.
🎯 Salário por função ou especialização
Áreas de atuação com os melhores salários da família ocupacional (nacional)
| CBO | Função/Especialização | Salário |
|---|---|---|
| 3516-10 | Técnico em higiene ocupacional | 3.658,73 |
| A nomenclatura pode diferir. São sinônimos da Tabela CBO do MTE. | ||
🏭 Empresas que mais contratam Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul
Segmentos com maior volume de contratação • RS
O mapeamento setorial identifica os 20 principais segmentos (CNAE) que contratam Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul, responsáveis por 2.703 contratações nos últimos 12 meses. A liderança absoluta está no segmento de Construtoras, que concentra 15.4% do volume total e pratica salário médio de R$ 3.499 — informação essencial para gestores de RH calibrarem benchmarks setoriais e para consultores de remuneração validarem pesquisas salariais internas.
Os 3 setores com maior volume de contratação concentram 33.7% das vagas para este cargo, com salário médio de R$ 3.444. A amplitude salarial entre setores é de 48% — dispersão moderada. Consultores de remuneração devem considerar o setor específico da empresa ao validar propostas, evitando benchmarks enviesados.
🥇 Segmento top 1 i
Construtoras
maior volume
💰 Média top segmento i
R$ 3.499
salário médio
💰 Média top 3 i
R$ 3.444
salário médio
📈 Contratações i
2.703
nos segmentos
🎯 Concentração top 3 i
33.7%
das contratações
📊 Amplitude setorial i
48%
dispersão entre setores
💵 Média geral setores i
R$ 3.479
todos os segmentos
🔢 Setores mapeados i
20
segmentos CNAE
| CNAE | Segmento | Jornada | Q1 | Piso | Média | Mediana | Q3 | Teto |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 4120-4/00 | Construtoras | 43h | 3.000,00 | 3.507,90 | 3.498,58 | 3.500,00 | 3.800,00 | 5.205,24 |
| 7112-0/00 | Escritórios de Engenharia | 44h | 2.450,00 | 2.864,79 | 3.258,29 | 3.296,00 | 3.754,00 | 5.142,23 |
| 4930-2/02 | Transportadoras | 44h | 2.975,00 | 3.478,67 | 3.574,46 | 3.500,00 | 4.000,00 | 5.479,20 |
| 8610-1/01 | Hospitais | 42h | 2.889,00 | 3.378,11 | 3.390,92 | 3.414,00 | 3.767,00 | 5.160,04 |
| 4321-5/00 | Instalação Elétrica Predial | 44h | 3.041,00 | 3.555,84 | 3.510,91 | 3.603,00 | 3.821,90 | 5.235,24 |
| 8599-6/04 | Cursos Profissionalizantes | 43h | 2.400,00 | 2.806,32 | 3.387,76 | 3.307,00 | 3.696,00 | 5.062,78 |
| 4292-8/01 | Montagem de Estruturas Metálicas | 44h | 3.000,00 | 3.507,90 | 3.426,80 | 3.514,00 | 4.000,00 | 5.479,20 |
| 4110-7/00 | Incorporadoras | 44h | 2.705,50 | 3.163,54 | 3.318,32 | 3.500,00 | 3.764,50 | 5.156,61 |
| 7119-7/04 | Perícia em Segurança do Trabalho | 43h | 2.267,00 | 2.650,80 | 2.953,14 | 3.000,00 | 3.500,00 | 4.794,30 |
| 8211-3/00 | Apoio Administrativo | 43h | 2.851,00 | 3.333,67 | 3.333,13 | 3.216,00 | 3.900,00 | 5.342,22 |
| 1012-1/01 | Abate de Aves | 43h | 3.184,50 | 3.723,64 | 3.962,34 | 4.024,00 | 4.500,00 | 6.164,10 |
| 4211-1/01 | Construção de Rodovias | 44h | 3.347,25 | 3.913,94 | 3.856,07 | 3.966,50 | 4.327,00 | 5.927,12 |
| 4221-9/02 | Construção de Redes Elétricas | 44h | 2.984,05 | 3.489,24 | 3.442,02 | 3.539,50 | 3.772,00 | 5.166,89 |
| 4399-1/99 | Serviços de Construção | 44h | 2.500,00 | 2.923,25 | 3.344,32 | 3.390,00 | 4.131,00 | 5.658,64 |
| 4399-1/03 | Obras de Alvenaria | 43h | 2.800,00 | 3.274,04 | 3.093,06 | 3.002,00 | 3.392,00 | 4.646,36 |
| 8630-5/03 | Consultórios Médicos | 44h | 2.445,46 | 2.859,48 | 2.880,87 | 2.631,00 | 3.000,00 | 4.109,40 |
| 4212-0/00 | Construção de Pontes | 40h | 3.490,00 | 4.080,86 | 4.170,42 | 3.807,00 | 5.058,00 | 6.928,45 |
| 1210-7/00 | Processamento de Fumo | 44h | 3.524,00 | 4.120,61 | 4.249,82 | 4.182,20 | 5.012,00 | 6.865,44 |
| 8630-5/02 | Ambulatórios com Exames | 44h | 2.267,00 | 2.650,80 | 2.978,22 | 2.722,00 | 3.487,00 | 4.776,49 |
| 4292-8/02 | Montagem Industrial | 44h | 3.700,00 | 4.326,41 | 3.947,67 | 3.935,00 | 4.167,00 | 5.707,96 |
| CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas). Clique no segmento para pesquisa completa. | ||||||||
Como usar esses dados na sua operação: para diretores e gerentes de RH, a tabela setorial revela em quais segmentos Técnico em Segurança no Trabalho tem maior demanda e qual é o piso salarial aceito pelo mercado — referência direta para calibrar pacotes de contratação e evitar ofertas defasadas. Para consultores de remuneração e headhunters, os quartis (Q1 e Q3) delimitam a faixa realista de negociação dentro de cada setor, e o segmento top 1 indica onde estão os maiores empregadores de Técnico em Segurança no Trabalho em RS. Para CEOs, diretores executivos e supervisores, a concentração top 3 e a amplitude setorial alertam sobre a pressão competitiva: empresas em setores que pagam abaixo da média enfrentam risco elevado de evasão de talentos para concorrentes melhor posicionados. Dados extraídos do CAGED/MTE e cruzados com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) pela metodologia exclusiva do Portal Salário.
🏅 Salários por nível e porte da empresa
Nível I, Nível II e Nível III × Micro, Pequena, Média e Grande • RS
A estrutura de remuneração de Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul apresenta progressão salarial de 73% entre os níveis Nível I (R$ 3.247) e Nível III (R$ 5.608) — dado central para planos de carreira, estrutura de cargos e salários e projeções orçamentárias de folha.
A tabela cruza nível de senioridade × porte da empresa, revelando como empresas de diferentes tamanhos remuneram o mesmo cargo em RS. Entre micro e grandes empresas, o gap salarial para nível iii chega a 56% — diferença expressiva que exige atenção de diretores e consultores de RH: pequenas e médias empresas enfrentam desvantagem competitiva na retenção de profissionais sêniores, que tendem a migrar para grandes corporações com pacotes mais robustos.
🟢 Nível I i
R$ 3.247
média geral
🔵 Nível II i
R$ 4.339
média geral
🟣 Nível III i
R$ 5.608
média geral
📈 Variação total i
+73%
Nível I → Nível III
⬆️ Salto Nível I→Nível II i
+34%
primeira promoção
⬆️ Salto Nível II→Nível III i
+29%
promoção à senioridade
🏢 Gap porte — Nível I i
+43%
grande vs micro
🏢 Gap porte — Nível III i
+56%
grande vs micro
| Porte da empresa | Nível I | Nível II | Nível III |
|---|---|---|---|
| Micro | R$ 2.777,66 | R$ 3.594,62 | R$ 4.574,97 |
| Pequena | R$ 2.904,54 | R$ 3.758,82 | R$ 4.783,95 |
| Média | R$ 3.327,13 | R$ 4.436,18 | R$ 5.914,90 |
| Grande | R$ 3.977,11 | R$ 5.567,96 | R$ 7.158,80 |
| Micro: até 19 func. • Pequena: 20–99 • Média: 100–499 • Grande: 500+ • Nível I: até 4 anos • Nível II: 4–6 anos • Nível III: 6+ anos | |||
Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, a matriz nível × porte é o insumo direto para construir ou revisar a estrutura de cargos e salários da empresa — cada linha da tabela é uma referência de mercado para um porte específico, evitando tanto ofertas defasadas (risco de evasão) quanto ofertas acima do mercado (custo desnecessário). Para consultores de remuneração e headhunters, os saltos entre níveis (Nível I→Nível II→Nível III) definem as margens de negociação em processos de recolocação e promoção interna. Para CEOs, diretores financeiros e supervisores, a variação total de 73% entre níveis permite projetar a folha de pagamento conforme o plano de crescimento da equipe e o mix esperado de senioridade. O gap entre portes também serve como alerta: empresas de porte menor devem compensar com benefícios, flexibilidade e plano de carreira claro para competir com grandes corporações. Dados do CAGED/MTE segmentados por porte e senioridade pela metodologia exclusiva do Portal Salário. Entenda como funcionam os níveis hierárquicos
📉 Gráficos de pesquisa
Levantamentos exclusivos • requer plano ativo • ver planos
Contratações e demissões
Balanço mensal de admissões e desligamentos.
Salário por gênero
Comparativo salarial entre homens e mulheres.
Salário por escolaridade
Relação entre grau de instrução e remuneração.
Salário por faixa etária
Relação entre idade e remuneração mensal.

