Técnico em Segurança no Trabalho — Estado do Rio Grande do Sul

R$ 3.578,62 /mês média +3,0% em relação a 2025

CBO 3516-05 • Atualizado em • 6.164 profissionais na amostra

Faixa salarial: R$ 3.417,86 (piso) até R$ 5.504,72 (teto) • Jornada média: 43h/semana

📋 Piso salarial i

R$ 3.418

acordos coletivos

📊 Mediana i

R$ 3.500

50% acima / abaixo

🏆 Teto salarial i

R$ 5.505

maiores salários

👥 Profissionais i

6.164

últimos 12 meses

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 6.084

salário + encargos CLT

💵 Salário líquido (est.) i

R$ 2.863

após INSS + IR médio

📈 Amplitude salarial i

61%

dispersão piso→teto

🔥 Índice contratação i

0,99

mais desligamentos

50

IPS - Índice Portal Salário do Cargo i

Estável

Saldo: -22 vagas • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 50,2% • Volume: 6.164

Um Técnico em Segurança no Trabalho trabalhando no estado do Rio Grande do Sul ganha em média R$ 3.578,62 para uma jornada de 43h semanais.

A faixa salarial fica entre R$ 3.417,86 (piso salarial 2026), R$ 3.500,00 (mediana) e o teto de R$ 5.504,72, com base em profissionais CLT no estado do Rio Grande do Sul.

As informações são de acordo com pesquisa do Portal Salário junto a dados oficiais do CAGED, com 6.164 salários nos últimos 12 meses no estado do Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal Salário / CAGED • RS • 06/2025 a 05/2026

dados prontos verificar disponibilidade

📍 Salário em Outros Estados

📍 Salário por Cidade do RS

Porto Alegre
Caxias do Sul Canoas
Passo Fundo
Novo Hamburgo
Gravatai Pelotas
Lajeado
Farroupilha Outras cidades →

Perfil & Tendências

Quem é e para onde vai este profissional • últimos 12 meses • RS • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com levantamento do Portal Salário, o perfil mais recorrente de Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul é um trabalhador com 43 anos, ensino médio completo, do sexo masculino, que trabalha 44h semanais em empresas do segmento de Construtoras.

Cidade com mais contratações no estado: Porto Alegre


71

Qualidade do Cargo i

Boa
📚

Formação exigida i

Acima de 69%

ranking Portal Salário com mais de 2.600 ocupações

💰

Salário típico i

Top 20%

ranking Portal Salário com mais de 2.600 ocupações

📊

Volume de contratações i

Acima de 57%

ranking Portal Salário com mais de 2.600 ocupações

No ranking nacional de mais de 2.600 ocupações monitoradas pelo Portal Salário, Técnico em Segurança no Trabalho se destaca em formação exigida acima da maioria, salário típico (top 20%) e volume de contratações acima da maioria. Esses dados são calculados a partir de pesquisa exclusiva do Portal Salário com dados do CAGED/MTE.


48

Índice de Futuro i

Estável
🎂

Idade média i

+0,0 anos

38,1 → 38,1 anos

Estável
📚

Escolaridade i

0,0

9,2 → 9,1 (índice)

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

+1,9 p.p.

42,4% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

+0,1h

43h → 44h semanais

Estável
💰

Salário real i

+0,0%

variação da mediana salarial

Estável
🏢

Porte empresas i

-0,04

índice de porte médio das contratantes

Estável
📈

Volume contratações i

+2,7%

781 → 802 admissões

Estável

Diversidade Racial e de Gênero — Técnico em Segurança no Trabalho em Rio Grande do Sul i

Salário mediano de admissão relativo ao homem branco (= 100%) • N mínimo: 100 contratações por grupo • Escopo estadual • Fonte: CAGED/MTE

BrancaPardaPreta
Homem ♂100%102%93%
Mulher ♀95%97%n/d
7% Maior gap salarial para Técnico em Segurança no Trabalho: Homem preto ganha 93% do homem branco no mesmo cargo i
Ver disparidade salarial de Técnico em Segurança no Trabalho por nível de formação i
FormaçãoBrancaPardaPretaGap
Médio completo 100% 102% 96% 0,3%

Gap = diferença percentual do salário mediano entre profissionais brancos e negros (preta + parda, ponderado por volume). Valores relativos à raça branca (= 100%) dentro do mesmo nível escolar. "n/d" = amostra inferior a 100 contratações no grupo. Fonte: CAGED/MTE • somente admissões CLT.

Para o cargo de Técnico em Segurança no Trabalho em Rio Grande do Sul, o gap racial geral entre profissionais brancos e negros (pretos + pardos) é de 1,5%, calculado sobre a mediana salarial de admissão no regime CLT. No detalhamento por nível de formação, o gap persiste mesmo quando comparamos profissionais com a mesma escolaridade — indicando que a disparidade não se explica apenas pela qualificação.


♿ Inclusão PCD — Técnico em Segurança no Trabalho em RS i

Profissionais com deficiência • últimos 12 meses • RS • Pesquisa exclusiva Portal Salário

♿ Profissionais PCD

48

na amostra

💰 Salário médio PCD

R$ 3.508

mensal

🕐 Jornada PCD

43h

semanais

📊 Comparativo

-2.02%

vs média geral do cargo

📈 Representatividade PCD i

0,50%

das contratações no trimestre

🔄 Variação PCD

-0,27 p.p.

0,77% → 0,50%

📋 Tendência inclusão

Estável

trimestres comparados

🏢 Lei de Cotas i

Abaixo da cota

ref. Lei 8.213/91 (2-5%)

Em RS, nos últimos 12 meses, 0,50% das novas contratações de Técnico em Segurança no Trabalho foram de profissionais com deficiência, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior. Esses dados são relevantes para empresas que monitoram indicadores de ESG (Environmental, Social and Governance) e para o cumprimento da Lei de Cotas (Lei 8.213/91), que exige entre 2% e 5% de vagas PCD em empresas com mais de 100 funcionários. O Técnico em Segurança no Trabalho PCD apresenta salário abaixo da média geral do cargo em RS, com jornada de 43h semanais. O salário não diferencia o tipo de deficiência, podendo esta ser permanente ou de trabalhador readaptado. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base no CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências de Técnico em Segurança no Trabalho em RS
Sobre a pesquisa salarial
Essa pesquisa salarial leva em consideração somente o salário base de Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul. Não entram no cálculo nenhum adicional salarial como bônus, comissões, horas extras, adicional noturno, periculosidade, insalubridade nem nada do tipo. Somente o salário base registrado em carteira e no contrato de trabalho entram na amostragem. Os dados são atualizados mensalmente de acordo com divulgação pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências de Técnico em Segurança no Trabalho em RS são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho). Consideramos apenas profissionais contratados formalmente em regime CLT.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses do período (06/2025) com os 3 últimos meses (05/2026), identificando o que mudou no perfil de quem é contratado em RS.
Base de cálculo
Os dados deste bloco consideram somente novas contratações (admissões). Isso mostra o perfil de quem está entrando no mercado agora em RS, diferente da tabela salarial acima que inclui todo o período.
Salário: por que usamos mediana
O salário mostrado aqui é a mediana — o valor que divide os profissionais exatamente ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou muito baixos, refletindo melhor a realidade do profissional típico de Técnico em Segurança no Trabalho.
Qualidade do Cargo — indicador exclusivo Portal Salário
Posiciona Técnico em Segurança no Trabalho entre mais de 2.600 ocupações monitoradas pelo Portal Salário, avaliando o nível de formação que o cargo exige, o salário típico pago e a quantidade de profissionais contratados. Classificação nacional herdada para todas as localidades.
Índice de Futuro — indicador exclusivo Portal Salário
Mede se o cargo de Técnico em Segurança no Trabalho está se transformando para melhor ou se mantém estável em RS. Avalia a evolução da escolaridade dos contratados, o crescimento ou redução de vagas, a variação do salário ajustado pela inflação e as mudanças no perfil etário — todos calculados localmente.
Diversidade salarial
Compara quanto cada grupo racial e de gênero ganha em relação ao homem branco (referência = 100%) em Rio Grande do Sul. Só exibimos dados quando o grupo tem pelo menos 100 contratações, garantindo confiabilidade estatística. O gap racial compara brancos com a média ponderada de pretos e pardos.
Níveis de escolaridade
Os níveis vão de "Sem instrução ou não informado" até Doutorado e Pós-graduação. Mostramos apenas níveis iguais ou superiores à escolaridade do perfil recorrente do cargo, ocultando os demais por serem prováveis erros de preenchimento.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • Dados atualizados mensalmente com base no CAGED/MTE.


📋 O que faz um Técnico em Segurança no Trabalho CBO 3516-05

O Técnico em Segurança no Trabalho elabora, implanta e implementa, sob supervisão, política de saúde e segurança do trabalho, visando à prevenção de incidentes, de acidentes e de doenças ocupacionais. Analisa e avalia o ambiente de trabalho, as instalações e os processos laborais. Participa da seleção de tecnologias e processos de trabalho, avaliando implantação e impactos. Adota medidas de controle de riscos ocupacionais. Participa do desenvolvimento de ações educativas e capacitações. Elabora relatórios, pareceres e manuais. Cumpre legislação, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental.


⚙️ Funções no exercício da profissão

  • Integrar processos de negociação
  • Implantar a política de sst
  • Investigar acidentes de trabalho
  • Identificar variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente
  • Participar da adoção de tecnologias e processos de trabalho
  • Comunicar-se
  • Realizar diagnóstico da situação de sst da instituição
  • Desenvolver ações educativas na Área de sst
  • Participar da elaboração da política de saúde e segurança do trabalho da instituição
  • Demonstrar competências pessoais
  • Inspecionar implantação
  • Participar dos programas de humanização do ambiente de trabalho
  • Negociar a aplicabilidade da política
  • Estabelecer mecanismos de intervenção
  • Utilizar métodos e técnicas de comunicação
  • Documentar procedimentos e normas de sistemas de segurança
  • Trabalhar em equipe
  • Supervisionar procedimentos técnicos
  • Registrar procedimentos técnicos
  • Emitir parecer técnico
  • Estabelecer formas de controle dos riscos associados
  • Trabalhar sob pressão
  • Implementar intercâmbio entre equipes técnicas
  • Participar de perícias e fiscalizações
  • ver mais...

📉 Série histórica — Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul

Salário médio e mediana mensal · Fonte: Portal Salário / CAGED

+49,8% desde 2020 (2020→2026)

*Salário base CLT sem adicionais · dados: Portal Salário / CAGED


📋 Tabela salarial — Técnico em Segurança no Trabalho

Salário base CLT • 6.164 profissionais • jornada 43h/semana • RS

PeríodoMensalAnualSemanalPor hora
Piso salarial R$ 3.418 R$ 41.014 R$ 854 R$ 15,90
Média salarial R$ 3.579 R$ 42.943 R$ 895 R$ 16,64
1º Quartil R$ 2.923 R$ 35.076 R$ 731 R$ 13,60
Mediana R$ 3.500 R$ 42.000 R$ 875 R$ 16,28
3º Quartil R$ 4.019 R$ 48.224 R$ 1.005 R$ 18,69
Teto salarial R$ 5.505 R$ 66.057 R$ 1.376 R$ 25,60
Piso: média acordos coletivos • Média: aritmética simples • Mediana: valor central • Teto: maiores salários com filtros exclusivos

📊 Demanda no mercado de trabalho

Comparativo admissões e desligamentos • últimos 12 meses • RS

O mercado de trabalho para Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul está com muita demanda. Comparando o início do período (06/2025) com o fim (05/2026), houve um aumento de 5.86% no volume de contratações — cenário de pressão competitiva por talentos que exige atenção de gestores de RH, consultores de remuneração e diretores responsáveis por headcount em RS.

Nos últimos 12 meses, foram registradas 3.071 admissões e 3.093 desligamentos formais para o cargo de Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul, totalizando 6.164 movimentações no regime CLT — dado essencial para dimensionar estratégias de atração, retenção e sucessão de talentos. O saldo líquido é negativo em 22 postos — o estoque de vagas está diminuindo, cenário que pode indicar reestruturações, automação ou migração de atividades. Relevante para consultores de RH e diretores planejarem retenção de talentos-chave.

📥 Admissões — início i

273

06/2025

📤 Admissões — fim i

290

05/2026

🔄 Situação i

Com muita demanda

mercado de trabalho

📊 Total movimentações i

6.164

3.071 adm · 3.093 desl

⚖️ Saldo líquido i

-22

vagas geradas no período

🔥 Índice de contratação i

0,99

mercado em retração

🔁 Rotatividade i

49.8%

alta — mercado dinâmico

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, o saldo líquido combinado com o índice de contratação antecipa a pressão competitiva por talentos — saldo positivo e índice acima de 1,0 exigem revisão de política salarial, benefícios e marca empregadora para reter profissionais de Técnico em Segurança no Trabalho. Para consultores de remuneração e headhunters, esses indicadores dimensionam a disponibilidade de candidatos passivos e a urgência em movimentar processos. Para CEOs, diretores executivos e gestores de linha, a rotatividade é sinal de alerta: taxas acima de 30% em RS podem indicar problemas de clima, plano de carreira ou defasagem salarial que impactam a produtividade e o custo de reposição. Dados extraídos do CAGED/MTE e processados com metodologia exclusiva do Portal Salário, considerando apenas profissionais contratados em regime CLT.


🎯 Salário por função ou especialização

Áreas de atuação com os melhores salários da família ocupacional (nacional)

CBOFunção/EspecializaçãoSalário
3516-10 Técnico em higiene ocupacional 3.658,73
A nomenclatura pode diferir. São sinônimos da Tabela CBO do MTE.

🏭 Empresas que mais contratam Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul

Segmentos com maior volume de contratação • RS

O mapeamento setorial identifica os 20 principais segmentos (CNAE) que contratam Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul, responsáveis por 2.703 contratações nos últimos 12 meses. A liderança absoluta está no segmento de Construtoras, que concentra 15.4% do volume total e pratica salário médio de R$ 3.499 — informação essencial para gestores de RH calibrarem benchmarks setoriais e para consultores de remuneração validarem pesquisas salariais internas.

Os 3 setores com maior volume de contratação concentram 33.7% das vagas para este cargo, com salário médio de R$ 3.444. A amplitude salarial entre setores é de 48% — dispersão moderada. Consultores de remuneração devem considerar o setor específico da empresa ao validar propostas, evitando benchmarks enviesados.

🥇 Segmento top 1 i

Construtoras

maior volume

💰 Média top segmento i

R$ 3.499

salário médio

💰 Média top 3 i

R$ 3.444

salário médio

📈 Contratações i

2.703

nos segmentos

🎯 Concentração top 3 i

33.7%

das contratações

📊 Amplitude setorial i

48%

dispersão entre setores

💵 Média geral setores i

R$ 3.479

todos os segmentos

🔢 Setores mapeados i

20

segmentos CNAE

CNAESegmentoJornadaQ1PisoMédiaMedianaQ3Teto
4120-4/00 Construtoras 43h 3.000,00 3.507,90 3.498,58 3.500,00 3.800,00 5.205,24
7112-0/00 Escritórios de Engenharia 44h 2.450,00 2.864,79 3.258,29 3.296,00 3.754,00 5.142,23
4930-2/02 Transportadoras 44h 2.975,00 3.478,67 3.574,46 3.500,00 4.000,00 5.479,20
8610-1/01 Hospitais 42h 2.889,00 3.378,11 3.390,92 3.414,00 3.767,00 5.160,04
4321-5/00 Instalação Elétrica Predial 44h 3.041,00 3.555,84 3.510,91 3.603,00 3.821,90 5.235,24
8599-6/04 Cursos Profissionalizantes 43h 2.400,00 2.806,32 3.387,76 3.307,00 3.696,00 5.062,78
4292-8/01 Montagem de Estruturas Metálicas 44h 3.000,00 3.507,90 3.426,80 3.514,00 4.000,00 5.479,20
4110-7/00 Incorporadoras 44h 2.705,50 3.163,54 3.318,32 3.500,00 3.764,50 5.156,61
7119-7/04 Perícia em Segurança do Trabalho 43h 2.267,00 2.650,80 2.953,14 3.000,00 3.500,00 4.794,30
8211-3/00 Apoio Administrativo 43h 2.851,00 3.333,67 3.333,13 3.216,00 3.900,00 5.342,22
1012-1/01 Abate de Aves 43h 3.184,50 3.723,64 3.962,34 4.024,00 4.500,00 6.164,10
4211-1/01 Construção de Rodovias 44h 3.347,25 3.913,94 3.856,07 3.966,50 4.327,00 5.927,12
4221-9/02 Construção de Redes Elétricas 44h 2.984,05 3.489,24 3.442,02 3.539,50 3.772,00 5.166,89
4399-1/99 Serviços de Construção 44h 2.500,00 2.923,25 3.344,32 3.390,00 4.131,00 5.658,64
4399-1/03 Obras de Alvenaria 43h 2.800,00 3.274,04 3.093,06 3.002,00 3.392,00 4.646,36
8630-5/03 Consultórios Médicos 44h 2.445,46 2.859,48 2.880,87 2.631,00 3.000,00 4.109,40
4212-0/00 Construção de Pontes 40h 3.490,00 4.080,86 4.170,42 3.807,00 5.058,00 6.928,45
1210-7/00 Processamento de Fumo 44h 3.524,00 4.120,61 4.249,82 4.182,20 5.012,00 6.865,44
8630-5/02 Ambulatórios com Exames 44h 2.267,00 2.650,80 2.978,22 2.722,00 3.487,00 4.776,49
4292-8/02 Montagem Industrial 44h 3.700,00 4.326,41 3.947,67 3.935,00 4.167,00 5.707,96
CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas). Clique no segmento para pesquisa completa.

Como usar esses dados na sua operação: para diretores e gerentes de RH, a tabela setorial revela em quais segmentos Técnico em Segurança no Trabalho tem maior demanda e qual é o piso salarial aceito pelo mercado — referência direta para calibrar pacotes de contratação e evitar ofertas defasadas. Para consultores de remuneração e headhunters, os quartis (Q1 e Q3) delimitam a faixa realista de negociação dentro de cada setor, e o segmento top 1 indica onde estão os maiores empregadores de Técnico em Segurança no Trabalho em RS. Para CEOs, diretores executivos e supervisores, a concentração top 3 e a amplitude setorial alertam sobre a pressão competitiva: empresas em setores que pagam abaixo da média enfrentam risco elevado de evasão de talentos para concorrentes melhor posicionados. Dados extraídos do CAGED/MTE e cruzados com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) pela metodologia exclusiva do Portal Salário.


🏅 Salários por nível e porte da empresa

Nível I, Nível II e Nível III × Micro, Pequena, Média e Grande • RS

A estrutura de remuneração de Técnico em Segurança no Trabalho no estado do Rio Grande do Sul apresenta progressão salarial de 73% entre os níveis Nível I (R$ 3.247) e Nível III (R$ 5.608) — dado central para planos de carreira, estrutura de cargos e salários e projeções orçamentárias de folha.

A tabela cruza nível de senioridade × porte da empresa, revelando como empresas de diferentes tamanhos remuneram o mesmo cargo em RS. Entre micro e grandes empresas, o gap salarial para nível iii chega a 56% — diferença expressiva que exige atenção de diretores e consultores de RH: pequenas e médias empresas enfrentam desvantagem competitiva na retenção de profissionais sêniores, que tendem a migrar para grandes corporações com pacotes mais robustos.

🟢 Nível I i

R$ 3.247

média geral

🔵 Nível II i

R$ 4.339

média geral

🟣 Nível III i

R$ 5.608

média geral

📈 Variação total i

+73%

Nível I → Nível III

⬆️ Salto Nível I→Nível II i

+34%

primeira promoção

⬆️ Salto Nível II→Nível III i

+29%

promoção à senioridade

🏢 Gap porte — Nível I i

+43%

grande vs micro

🏢 Gap porte — Nível III i

+56%

grande vs micro

Salário base CLT · Profissionais nos últimos 12 meses no estado do Rio Grande do Sul
Porte da empresaNível INível IINível III
Micro R$ 2.777,66 R$ 3.594,62 R$ 4.574,97
Pequena R$ 2.904,54 R$ 3.758,82 R$ 4.783,95
Média R$ 3.327,13 R$ 4.436,18 R$ 5.914,90
Grande R$ 3.977,11 R$ 5.567,96 R$ 7.158,80
Micro: até 19 func. • Pequena: 20–99 • Média: 100–499 • Grande: 500+ • Nível I: até 4 anos • Nível II: 4–6 anos • Nível III: 6+ anos

Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, a matriz nível × porte é o insumo direto para construir ou revisar a estrutura de cargos e salários da empresa — cada linha da tabela é uma referência de mercado para um porte específico, evitando tanto ofertas defasadas (risco de evasão) quanto ofertas acima do mercado (custo desnecessário). Para consultores de remuneração e headhunters, os saltos entre níveis (Nível I→Nível II→Nível III) definem as margens de negociação em processos de recolocação e promoção interna. Para CEOs, diretores financeiros e supervisores, a variação total de 73% entre níveis permite projetar a folha de pagamento conforme o plano de crescimento da equipe e o mix esperado de senioridade. O gap entre portes também serve como alerta: empresas de porte menor devem compensar com benefícios, flexibilidade e plano de carreira claro para competir com grandes corporações. Dados do CAGED/MTE segmentados por porte e senioridade pela metodologia exclusiva do Portal Salário. Entenda como funcionam os níveis hierárquicos


📉 Gráficos de pesquisa

Levantamentos exclusivos • requer plano ativo • ver planos

Contratações e demissões

Balanço mensal de admissões e desligamentos.

Salário por gênero

Comparativo salarial entre homens e mulheres.

Salário por escolaridade

Relação entre grau de instrução e remuneração.

Salário por faixa etária

Relação entre idade e remuneração mensal.

Salário e mercado de trabalho para Técnico em Segurança no Trabalho – Salário – RS