📥 Contratações i
75.713
📤 Demissões i
73.048
⚖️ Saldo líquido i
+2.665
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 4.218
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
289
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
77%
piso → teto
👥 Profissionais i
148.761
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,04
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.1%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 7.170
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Construção de Redes Elétricas contrataram 75.713 profissionais em regime CLT e desligaram 73.048 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 148.761 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 14.19% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são MG, RJ, BA — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Construção de Redes Elétricas (CNAE 4221-9/02) movimentou 148.761 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 289 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 4.218. A ocupação mais contratada no setor é Servente de obras, com 28.327 contratações e salário médio de R$ 1.785 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+7,9%
R$ 2.327 → R$ 2.511
SubindoVolume de contratações i
+15,5%
19.317 → 22.319 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-0,28
6,41 → 6,13 (índice)
EstávelIdade média i
+0,0 anos
34,2 → 34,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,4 p.p.
6,4% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4221-9/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Construção de Redes Elétricas no Brasil
Empresas ativas i
3.052
2.311 matrizes e 741 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
198
12 meses até 07/2026
Fechadas i
123
12 meses até 07/2026
Existem 3.052 empresas ativas de Construção de Redes Elétricas no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 198 empresas abriram e 123 fecharam, um saldo positivo de 75. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 269 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+75
aberturas -19,2% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
269
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 120.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
2.481
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 2.966 em 01/2020 para 3.052 em 07/2026 (+2,9%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 251 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Minas Gerais: 381 empresas (12,5%)
- São Paulo: 374 empresas (12,3%)
- Paraná: 230 empresas (7,5%)
- Goiás: 215 empresas (7,0%)
- Rio Grande do Sul: 189 empresas (6,2%)
- Bahia: 177 empresas (5,8%)
- Ceará: 146 empresas (4,8%)
- Santa Catarina: 145 empresas (4,8%)
- Pará: 142 empresas (4,7%)
- Rio de Janeiro: 136 empresas (4,5%)
- Mato Grosso: 126 empresas (4,1%)
- Piauí: 103 empresas (3,4%)
- Distrito Federal: 81 empresas (2,7%)
- Mato Grosso do Sul: 79 empresas (2,6%)
- Tocantins: 72 empresas (2,4%)
- Maranhão: 72 empresas (2,4%)
- Pernambuco: 70 empresas (2,3%)
- Espírito Santo: 58 empresas (1,9%)
- Rio Grande do Norte: 55 empresas (1,8%)
- Rondônia: 49 empresas (1,6%)
- Paraíba: 42 empresas (1,4%)
- Amazonas: 27 empresas (0,9%)
- Alagoas: 21 empresas (0,7%)
- Sergipe: 19 empresas (0,6%)
- Roraima: 17 empresas (0,6%)
- Amapá: 14 empresas (0,5%)
- Acre: 12 empresas (0,4%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Construção de Redes Elétricas existem no Brasil?
São 3.052 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 198 aberturas contra 123 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
33,7% são microempresas, 17,1% de pequeno porte e 49,2% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 120.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4221-9/02 é o código da atividade econômica de Construção de Redes Elétricas, que pertence à divisão de Obras de infra-estrutura, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Construção de Redes Elétricas — CNAE 4221-9/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Obras de infra-estrutura
O setor agrupa as obras de infra-estrutura (auto-estradas, vias urbanas, pontes, túneis, ferrovias, metrôs, pistas de aeroportos, portos e projetos de abastecimento de água, sistemas de irrigação, sistemas de esgoto, instalações industriais, redes de transporte por dutos (gasodutos, minerodutos, oleodutos) e linhas de eletricidade, instalações esportivas, etc.), as reformas, manutenções correntes, complementações e alterações de obras de infraestrutura e a construção de estruturas pré-fabricadas in loco para fins diversos, de natureza permanente ou temporária, exceto edifícios.
O que fica fora deste setor
Este ramo não inclui a construção de edifícios (divisão 41), os serviços especializados para a construção, apenas como parte do processo de construção (divisão 43) e os serviços de paisagismo (divisão 81).
Escopo principal de atuação
- a construção de barragens e represas para geração de energia elétrica
- a construção de usinas, estações e subestações hidrelétricas, eólicas, nucleares, termoelétricas, etc.
- a construção de redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, inclusive o serviço de eletrificação rural
- as obras para implantação de serviços de telecomunicações:
- construção e manutenção de redes de longa e média distância de telecomunicações
- a execução de projetos de instalações para estações de telefonia e centrais telefônicas
O que mais entra neste CNAE
- a construção de redes de eletrificação para ferrovias e metropolitanos
- a manutenção de redes de distribuição de energia elétrica, quando executada por empresa não-produtora ou distribuidora de energia elétrica
O que este segmento não abrange
- a manutenção de redes de eletricidade quando executada por empresas de produção e distribuição de energia elétrica (grupo 35.1)
- a instalação de cabos submarinos (42.91-0)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
