📥 Contratações i
64.801
📤 Demissões i
59.540
⚖️ Saldo líquido i
+5.261
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.511
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
157
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
60%
piso → teto
👥 Profissionais i
124.341
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,09
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
47.9%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.969
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Frigoríficos Suínos contrataram 64.801 profissionais em regime CLT e desligaram 59.540 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 124.341 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 13.66% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PR, SC, RS — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Frigoríficos Suínos (CNAE 1012-1/03) movimentou 124.341 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 157 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.511. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 46.612 contratações e salário médio de R$ 2.001 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+5,3%
R$ 1.920 → R$ 2.022
SubindoVolume de contratações i
+13,3%
16.004 → 18.128 admissões
AcelerandoEscolaridade i
+0,10
5,30 → 5,40 (índice)
EstávelIdade média i
-0,1 anos
30,3 → 30,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,3 p.p.
42,7% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-0,2h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1012-1/03) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1012-1/03 é o código da atividade econômica de Frigoríficos Suínos, que pertence à divisão de Fabricação de produtos alimentícios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 O que abrange o segmento de Frigoríficos Suínos — CNAE 1012-1/03
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Entenda o setor de Fabricação de produtos alimentícios
Este ramo de atividade abrange o processamento e transformação de produtos da agricultura, pecuária e pesca em alimentos para uso humano e animal.
Esta divisão está organizada por atividades que processam e transformam diferentes tipos de produtos como carnes, pescados, leite, frutas e legumes, gorduras e óleos, grãos e produtos de moagem, etc.
Outras atividades do setor
O ramo abrange ainda a fabricação de alimentos dietéticos, alimentos enriquecidos, complementos alimentares e semelhantes.
Limites do setor: outras divisões
O setor exclui os estabelecimentos que executam algum processamento no produto alimentício, visando exclusivamente a facilitar a comercialização, como, por exemplo, os açougues e peixarias (seção G) e as padarias com venda direta ao público (divisão 47).
Atividades compreendidas neste CNAE
- o abate de suínos em matadouros e frigoríficos
- o abate de aves
- o abate de coelhos e outros pequenos animais
- a produção de carne de suínos verde, congelada e frigorificada, em carcaças ou em peças
- a preparação de produtos de carne e de conservas de carne de suínos e aves quando integrada ao abate
Atividades adicionais do segmento
- a obtenção e tratamento de subprodutos do abate como: peles sem curtir, dentes, ossos, penas, etc.
- a produção de banha de porco em rama, sebo, toucinho, etc.
- a produção de óleos e gorduras comestíveis de origem animal
Atividades classificadas em outros CNAEs
- a preparação de produtos de carne e de conservas de carne quando não integrada ao abate (10.13-9)
- a preparação de produtos de salsicharia e outros embutidos de suínos e de aves quando não integrada ao abate (10.13-9)
- a produção de pratos prontos, congelados, à base de carne de suínos, aves e outros pequenos animais (10.96-1)
- o abate de aves realizado pelo comércio (47.24-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
