📥 Contratações i
705
📤 Demissões i
747
⚖️ Saldo líquido i
-42
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 1.827
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
14
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
15%
piso → teto
👥 Profissionais i
1.452
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,94
setor em retração
🔁 Rotatividade i
48.6%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 3.106
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Abate de Pequenos Animais contrataram 705 profissionais em regime CLT e desligaram 747 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 1.452 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 37.93% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PE, PR, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Abate de Pequenos Animais (CNAE 1012-1/02) movimentou 1.452 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 14 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 1.827. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 382 contratações e salário médio de R$ 1.898 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
+18,3%
R$ 1.540 → R$ 1.822
SubindoVolume de contratações i
-28,0%
218 → 157 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,48
6,83 → 6,35 (índice)
EstávelIdade média i
-0,5 anos
31,1 → 30,6 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+7,6 p.p.
45,2% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
-0,4h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário subindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1012-1/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Abate de Pequenos Animais no Brasil
Empresas ativas i
82
62 matrizes e 20 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
0
12 meses até 07/2026
Fechadas i
3
12 meses até 07/2026
Existem 82 empresas ativas de Abate de Pequenos Animais no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 0 empresas abriram e 3 fecharam, um saldo negativo de 3. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 10 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-3
aberturas menos fechamentos
Inativadas pela Receita i
10
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 60.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
860
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 114 em 01/2020 para 82 em 07/2026 (-28,1%).
A queda em 05/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 10 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Minas Gerais: 15 empresas (18,3%)
- Paraná: 11 empresas (13,4%)
- Santa Catarina: 11 empresas (13,4%)
- Goiás: 7 empresas (8,5%)
- Rio de Janeiro: 6 empresas (7,3%)
- São Paulo: 6 empresas (7,3%)
- Rio Grande do Sul: 6 empresas (7,3%)
- Mato Grosso do Sul: 6 empresas (7,3%)
- Pernambuco: 3 empresas (3,7%)
- Bahia: 3 empresas (3,7%)
- Mato Grosso: 2 empresas (2,4%)
- Distrito Federal: 2 empresas (2,4%)
- Maranhão: 1 empresas (1,2%)
- Ceará: 1 empresas (1,2%)
- Paraíba: 1 empresas (1,2%)
- Alagoas: 1 empresas (1,2%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Abate de Pequenos Animais existem no Brasil?
São 82 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 0 aberturas contra 3 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
59,8% são microempresas, 8,5% de pequeno porte e 31,7% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 60.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1012-1/02 é o código da atividade econômica de Abate de Pequenos Animais, que pertence à divisão de Fabricação de produtos alimentícios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Abate de Pequenos Animais — CNAE 1012-1/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Fabricação de produtos alimentícios
Este ramo de atividade abrange o processamento e transformação de produtos da agricultura, pecuária e pesca em alimentos para uso humano e animal.
Esta divisão está organizada por atividades que processam e transformam diferentes tipos de produtos como carnes, pescados, leite, frutas e legumes, gorduras e óleos, grãos e produtos de moagem, etc.
O que mais integra o setor
O ramo abrange ainda a fabricação de alimentos dietéticos, alimentos enriquecidos, complementos alimentares e semelhantes.
O que fica fora deste setor
O setor exclui os estabelecimentos que executam algum processamento no produto alimentício, visando exclusivamente a facilitar a comercialização, como, por exemplo, os açougues e peixarias (seção G) e as padarias com venda direta ao público (divisão 47).
Escopo principal de atuação
- o abate de suínos em matadouros e frigoríficos
- o abate de aves
- o abate de coelhos e outros pequenos animais
- a produção de carne de suínos verde, congelada e frigorificada, em carcaças ou em peças
- a preparação de produtos de carne e de conservas de carne de suínos e aves quando integrada ao abate
O que mais entra neste CNAE
- a obtenção e tratamento de subprodutos do abate como: peles sem curtir, dentes, ossos, penas, etc.
- a produção de banha de porco em rama, sebo, toucinho, etc.
- a produção de óleos e gorduras comestíveis de origem animal
O que este segmento não abrange
- a preparação de produtos de carne e de conservas de carne quando não integrada ao abate (10.13-9)
- a preparação de produtos de salsicharia e outros embutidos de suínos e de aves quando não integrada ao abate (10.13-9)
- a produção de pratos prontos, congelados, à base de carne de suínos, aves e outros pequenos animais (10.96-1)
- o abate de aves realizado pelo comércio (47.24-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
