📥 Contratações i
79.988
📤 Demissões i
78.771
⚖️ Saldo líquido i
+1.217
🔄 Situação i
Em alta, mas quase estagnado
💰 Salário médio do setor i
R$ 4.058
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
381
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
70%
piso → teto
👥 Profissionais i
158.759
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,02
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.6%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 6.899
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Obras de Engenharia Civil contrataram 79.988 profissionais em regime CLT e desligaram 78.771 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 158.759 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está em alta, mas quase estagnado. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 0.33% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, RJ — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Obras de Engenharia Civil (CNAE 4299-5/99) movimentou 158.759 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 381 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 4.058. A ocupação mais contratada no setor é Servente de obras, com 42.917 contratações e salário médio de R$ 1.898 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+2,5%
R$ 2.426 → R$ 2.487
SubindoVolume de contratações i
+4,5%
21.207 → 22.158 admissões
EstávelEscolaridade i
-0,05
6,41 → 6,36 (índice)
EstávelIdade média i
-0,3 anos
37,1 → 36,8 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,2 p.p.
7,2% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4299-5/99) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Obras de Engenharia Civil no Brasil
Empresas ativas i
8.044
7.091 matrizes e 953 filiais
MEIs ativos i
1
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
560
12 meses até 07/2026
Fechadas i
333
12 meses até 07/2026
Existem 8.044 empresas ativas de Obras de Engenharia Civil no Brasil, além de 1 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 560 empresas abriram e 333 fecharam, um saldo positivo de 227. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 781 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+227
aberturas -1,9% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
781
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 100.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
994
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 9.288 em 01/2020 para 8.047 em 07/2026 (-13,4%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 713 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 2.053 empresas (25,5%)
- Minas Gerais: 1.016 empresas (12,6%)
- Rio de Janeiro: 986 empresas (12,3%)
- Bahia: 526 empresas (6,5%)
- Goiás: 449 empresas (5,6%)
- Paraná: 392 empresas (4,9%)
- Rio Grande do Sul: 360 empresas (4,5%)
- Santa Catarina: 301 empresas (3,7%)
- Pernambuco: 264 empresas (3,3%)
- Mato Grosso: 237 empresas (2,9%)
- Distrito Federal: 212 empresas (2,6%)
- Ceará: 211 empresas (2,6%)
- Pará: 194 empresas (2,4%)
- Maranhão: 141 empresas (1,8%)
- Espírito Santo: 140 empresas (1,7%)
- Mato Grosso do Sul: 119 empresas (1,5%)
- Paraíba: 84 empresas (1,0%)
- Alagoas: 74 empresas (0,9%)
- Rio Grande do Norte: 57 empresas (0,7%)
- Amazonas: 56 empresas (0,7%)
- Piauí: 44 empresas (0,5%)
- Rondônia: 41 empresas (0,5%)
- Tocantins: 29 empresas (0,4%)
- Sergipe: 21 empresas (0,3%)
- Roraima: 18 empresas (0,2%)
- Acre: 12 empresas (0,1%)
- Amapá: 7 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Obras de Engenharia Civil existem no Brasil?
São 8.044 empresas ativas e 1 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 560 aberturas contra 333 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
45,1% são microempresas, 17,1% de pequeno porte e 37,8% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 100.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4299-5/99 é o código da atividade econômica de Obras de Engenharia Civil, que pertence à divisão de Obras de infra-estrutura, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que abrange o segmento de Obras de Engenharia Civil — CNAE 4299-5/99
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Entenda o setor de Obras de infra-estrutura
O setor agrupa as obras de infra-estrutura (auto-estradas, vias urbanas, pontes, túneis, ferrovias, metrôs, pistas de aeroportos, portos e projetos de abastecimento de água, sistemas de irrigação, sistemas de esgoto, instalações industriais, redes de transporte por dutos (gasodutos, minerodutos, oleodutos) e linhas de eletricidade, instalações esportivas, etc.), as reformas, manutenções correntes, complementações e alterações de obras de infraestrutura e a construção de estruturas pré-fabricadas in loco para fins diversos, de natureza permanente ou temporária, exceto edifícios.
Limites do setor: outras divisões
Este ramo não inclui a construção de edifícios (divisão 41), os serviços especializados para a construção, apenas como parte do processo de construção (divisão 43) e os serviços de paisagismo (divisão 81).
Atividades compreendidas neste CNAE
- a construção de instalações esportivas e recreativas, tais como pistas de competição, quadras esportivas, piscinas olímpicas e outras construções similares
- a construção de estruturas com tirantes
- as obras de contenção
- a construção de cortinas de proteção de encostas e muros de arrimo
Atividades adicionais do segmento
- a subdivisão de terras com benfeitorias (p. ex., construção de vias, serviços de infra-estrutura, etc.)
Atividades classificadas em outros CNAEs
- a construção de estádios esportivos e quadras cobertas (41.20-4)
- os serviços especializados de engenharia (concepção de projetos estruturais e de instalações, supervisão e gerenciamento de projetos de construção) (71.12-0)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
