📥 Contratações i
6.468
📤 Demissões i
6.111
⚖️ Saldo líquido i
+357
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.696
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
107
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
41%
piso → teto
👥 Profissionais i
12.579
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,06
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
48.6%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 6.283
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Obras Portuárias contrataram 6.468 profissionais em regime CLT e desligaram 6.111 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 12.579 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 17.25% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SC, SP, PE — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Obras Portuárias (CNAE 4291-0/00) movimentou 12.579 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 107 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.696. A ocupação mais contratada no setor é Servente de obras, com 2.668 contratações e salário médio de R$ 1.883 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+13,6%
R$ 2.380 → R$ 2.704
SubindoVolume de contratações i
-26,4%
1.951 → 1.437 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,01
6,61 → 6,60 (índice)
EstávelIdade média i
-0,8 anos
37,2 → 36,4 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+3,1 p.p.
8,3% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
-0,3h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário subindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4291-0/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Obras Portuárias no Brasil
Empresas ativas i
591
471 matrizes e 120 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
48
12 meses até 07/2026
Fechadas i
12
12 meses até 07/2026
Existem 591 empresas ativas de Obras Portuárias no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 48 empresas abriram e 12 fecharam, um saldo positivo de 36. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 45 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+36
aberturas +11,6% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
45
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 100.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
1.094
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 685 em 01/2020 para 592 em 07/2026 (-13,6%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 43 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 143 empresas (24,2%)
- Rio de Janeiro: 106 empresas (17,9%)
- Santa Catarina: 33 empresas (5,6%)
- Paraná: 32 empresas (5,4%)
- Bahia: 31 empresas (5,2%)
- Espírito Santo: 31 empresas (5,2%)
- Minas Gerais: 27 empresas (4,6%)
- Ceará: 26 empresas (4,4%)
- Rio Grande do Sul: 25 empresas (4,2%)
- Amazonas: 24 empresas (4,1%)
- Pará: 24 empresas (4,1%)
- Pernambuco: 24 empresas (4,1%)
- Mato Grosso do Sul: 10 empresas (1,7%)
- Maranhão: 9 empresas (1,5%)
- Goiás: 7 empresas (1,2%)
- Amapá: 6 empresas (1,0%)
- Rio Grande do Norte: 6 empresas (1,0%)
- Paraíba: 6 empresas (1,0%)
- Piauí: 4 empresas (0,7%)
- Sergipe: 4 empresas (0,7%)
- Distrito Federal: 4 empresas (0,7%)
- Tocantins: 3 empresas (0,5%)
- Rondônia: 2 empresas (0,3%)
- Alagoas: 2 empresas (0,3%)
- Mato Grosso: 2 empresas (0,3%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Obras Portuárias existem no Brasil?
São 591 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 48 aberturas contra 12 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
30,1% são microempresas, 13,7% de pequeno porte e 56,2% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 100.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4291-0/00 é o código da atividade econômica de Obras Portuárias, que pertence à divisão de Obras de infra-estrutura, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Obras Portuárias — CNAE 4291-0/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Obras de infra-estrutura
O setor agrupa as obras de infra-estrutura (auto-estradas, vias urbanas, pontes, túneis, ferrovias, metrôs, pistas de aeroportos, portos e projetos de abastecimento de água, sistemas de irrigação, sistemas de esgoto, instalações industriais, redes de transporte por dutos (gasodutos, minerodutos, oleodutos) e linhas de eletricidade, instalações esportivas, etc.), as reformas, manutenções correntes, complementações e alterações de obras de infraestrutura e a construção de estruturas pré-fabricadas in loco para fins diversos, de natureza permanente ou temporária, exceto edifícios.
O que pertence a outros setores
Este ramo não inclui a construção de edifícios (divisão 41), os serviços especializados para a construção, apenas como parte do processo de construção (divisão 43) e os serviços de paisagismo (divisão 81).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- as obras marítimas e fluviais, tais como:
- construção de instalações portuárias
- construção de portos e marinas
- construção de eclusas e canais de navegação (vias navegáveis)
- enrocamentos
- obras de dragagem
- aterro hidráulico
- barragens, represas e diques, exceto para energia elétrica
- a construção de emissários submarinos
- a instalação de cabos submarinos
O que fica fora deste segmento
- a construção de instalações para embarque e desembarque de passageiros (aeroportos, rodoviárias, portos, etc.) (41.20-4)
- as obras de drenagem (43.19-3)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
