📥 Contratações i
37.763
📤 Demissões i
35.256
⚖️ Saldo líquido i
+2.507
🔄 Situação i
Com baixa demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 7.057
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
270
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
181%
piso → teto
👥 Profissionais i
73.019
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,07
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
48.3%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 11.996
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Softhouses (Customizáveis) contrataram 37.763 profissionais em regime CLT e desligaram 35.256 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 73.019 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixa demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 7.62% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, SC, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Softhouses (Customizáveis) (CNAE 6202-3/00) movimentou 73.019 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 270 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 7.057. A ocupação mais contratada no setor é Analista de desenvolvimento de sistemas, com 8.941 contratações e salário médio de R$ 7.318 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+3,3%
R$ 3.000 → R$ 3.100
SubindoVolume de contratações i
-11,1%
10.323 → 9.173 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,01
14,33 → 14,34 (índice)
EstávelIdade média i
-0,1 anos
30,9 → 30,8 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,8 p.p.
40,5% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
41h → 41h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6202-3/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Softhouses (Customizáveis) no Brasil
Empresas ativas i
36.345
35.556 matrizes e 789 filiais
MEIs ativos i
1
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
8.161
12 meses até 07/2026
Fechadas i
2.299
12 meses até 07/2026
Existem 36.345 empresas ativas de Softhouses (Customizáveis) no Brasil, além de 1 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 8.161 empresas abriram e 2.299 fecharam, um saldo positivo de 5.862. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 1.208 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+5.862
aberturas +26,8% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
1.208
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 10.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
104
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 13.405 em 01/2020 para 36.187 em 07/2026 (+170,0%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 955 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 15.069 empresas (41,5%)
- Paraná: 3.294 empresas (9,1%)
- Minas Gerais: 3.212 empresas (8,8%)
- Santa Catarina: 2.771 empresas (7,6%)
- Rio Grande do Sul: 2.132 empresas (5,9%)
- Rio de Janeiro: 1.775 empresas (4,9%)
- Ceará: 1.043 empresas (2,9%)
- Distrito Federal: 989 empresas (2,7%)
- Pernambuco: 833 empresas (2,3%)
- Goiás: 816 empresas (2,2%)
- Bahia: 783 empresas (2,2%)
- Espírito Santo: 574 empresas (1,6%)
- Paraíba: 409 empresas (1,1%)
- Mato Grosso: 358 empresas (1,0%)
- Mato Grosso do Sul: 292 empresas (0,8%)
- Rio Grande do Norte: 282 empresas (0,8%)
- Pará: 273 empresas (0,8%)
- Maranhão: 269 empresas (0,7%)
- Amazonas: 265 empresas (0,7%)
- Piauí: 223 empresas (0,6%)
- Alagoas: 195 empresas (0,5%)
- Sergipe: 170 empresas (0,5%)
- Tocantins: 112 empresas (0,3%)
- Rondônia: 110 empresas (0,3%)
- Amapá: 41 empresas (0,1%)
- Acre: 32 empresas (0,1%)
- Roraima: 23 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Softhouses (Customizáveis) existem no Brasil?
São 36.345 empresas ativas e 1 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 8.161 aberturas contra 2.299 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
75,3% são microempresas, 12,0% de pequeno porte e 12,7% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 10.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 6202-3/00 é o código da atividade econômica de Softhouses (Customizáveis), que pertence à divisão de Atividades dos serviços de tecnologia da informação, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Softhouses (Customizáveis) — CNAE 6202-3/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Atividades que fazem parte deste CNAE
- o desenvolvimento de sistemas ou programas de computador (software) que permitem a realização de customizações (adaptações às necessidades específicas de um cliente ou mercado particular)
Também faz parte do segmento
- o licenciamento ou a outorga de autorização de uso dos programas de informática (software) customizáveis; este licenciamento é freqüentemente obtido através da própria empresa que os desenvolveu ou de seus representantes
O que fica fora deste segmento
- a produção de programas de computador sob encomenda (62.01-5)
- o desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis (62.03-0)
- os serviços de customização dos programas de computador (62.04-0)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
