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📋 O que faz um Técnico em Segurança no Trabalho CBO 3516-05
O Técnico em Segurança no Trabalho elabora, implanta e implementa, sob supervisão, política de saúde e segurança do trabalho, visando à prevenção de incidentes, de acidentes e de doenças ocupacionais. Analisa e avalia o ambiente de trabalho, as instalações e os processos laborais. Participa da seleção de tecnologias e processos de trabalho, avaliando implantação e impactos. Adota medidas de controle de riscos ocupacionais. Participa do desenvolvimento de ações educativas e capacitações. Elabora relatórios, pareceres e manuais. Cumpre legislação, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação ambiental.
⚙️ Funções no exercício da profissão
- Identificar variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente
- Demonstrar competências pessoais
- Realizar diagnóstico da situação de sst da instituição
- Participar da adoção de tecnologias e processos de trabalho
- Participar da elaboração da política de saúde e segurança do trabalho da instituição
- Investigar acidentes de trabalho
- Implantar a política de sst
- Integrar processos de negociação
- Comunicar-se
- Desenvolver ações educativas na Área de sst
- Elaborar programas preventivos e/ou corretivos
- Identificar as necessidades educativas em sst
- Demonstrar capacidade de comunicação
- Utilizar métodos e técnicas de comunicação
- Mostrar impacto econômico de implantação da política
- Avaliar impacto da adoção
- Analisar a aplicação de tecnologia
- Revisar documentação de sst
- Elaborar cronograma de ações educativas de segurança e saúde do trabalho
- Emitir parecer sobre equipamentos, máquinas e processos
- Promover ações educativas em sst
- Verificar eficácia das recomendações
- Estabelecer mecanismos de intervenção
- Trabalhar em equipe
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📉 Série histórica — Técnico em Segurança no Trabalho na cidade de Porto Velho, RO
Salário médio e mediana mensal · Fonte: Portal Salário / CAGED
*Salário base CLT sem adicionais · dados: Portal Salário / CAGED
📋 Tabela salarial — Técnico em Segurança no Trabalho
Salário base CLT • 238 profissionais • jornada 44h/semana • Porto Velho, RO
| Período | Mensal | Anual | Semanal | Por hora |
|---|---|---|---|---|
| Piso salarial | R$ 2.988 | R$ 35.851 | R$ 747 | R$ 13,58 |
| Média salarial | R$ 3.305 | R$ 39.658 | R$ 826 | R$ 15,02 |
| 1º Quartil | R$ 2.555 | R$ 30.660 | R$ 639 | R$ 11,61 |
| Mediana | R$ 3.159 | R$ 37.908 | R$ 790 | R$ 14,36 |
| 3º Quartil | R$ 3.605 | R$ 43.260 | R$ 901 | R$ 16,39 |
| Teto salarial | R$ 4.938 | R$ 59.258 | R$ 1.235 | R$ 22,45 |
| Piso: média acordos coletivos • Média: aritmética simples • Mediana: valor central • Teto: maiores salários com filtros exclusivos | ||||
📊 Demanda no mercado de trabalho
Comparativo admissões e desligamentos • últimos 12 meses • Porto Velho, RO
O mercado de trabalho para Técnico em Segurança no Trabalho na cidade de Porto Velho, RO está com demanda restrita. Comparando o início do período (04/2025) com o fim (03/2026), houve uma retração de 50% no volume de contratações — indicador relevante para gestores de RH e consultores que acompanham a disponibilidade de talentos em Porto Velho, RO, e para diretores que avaliam o timing de abertura de novas posições.
Nos últimos 12 meses, foram registradas 120 admissões e 118 desligamentos formais para o cargo de Técnico em Segurança no Trabalho na cidade de Porto Velho, RO, totalizando 238 movimentações no regime CLT — dado essencial para dimensionar estratégias de atração, retenção e sucessão de talentos. O saldo líquido é positivo em +2 postos (1.7% das admissões) — o estoque de vagas está crescendo, o que sinaliza expansão setorial e pode elevar a pressão salarial em processos seletivos.
📥 Admissões — início i
14
04/2025
📤 Admissões — fim i
7
03/2026
🔄 Situação i
Com demanda restrita
mercado de trabalho
📊 Total movimentações i
238
120 adm · 118 desl
⚖️ Saldo líquido i
+2
vagas geradas no período
🔥 Índice de contratação i
1,02
mercado aquecido
🔁 Rotatividade i
49.6%
alta — mercado dinâmico
📅 Período analisado i
04/2025
até 03/2026
Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, o saldo líquido combinado com o índice de contratação antecipa a pressão competitiva por talentos — saldo positivo e índice acima de 1,0 exigem revisão de política salarial, benefícios e marca empregadora para reter profissionais de Técnico em Segurança no Trabalho. Para consultores de remuneração e headhunters, esses indicadores dimensionam a disponibilidade de candidatos passivos e a urgência em movimentar processos. Para CEOs, diretores executivos e gestores de linha, a rotatividade é sinal de alerta: taxas acima de 30% em Porto Velho, RO podem indicar problemas de clima, plano de carreira ou defasagem salarial que impactam a produtividade e o custo de reposição. Dados extraídos do CAGED/MTE e processados com metodologia exclusiva do Portal Salário, considerando apenas profissionais contratados em regime CLT.
🎯 Salário por função ou especialização
Áreas de atuação com os melhores salários da família ocupacional (nacional)
| CBO | Função/Especialização | Salário |
|---|---|---|
| 3516-10 | Técnico em higiene ocupacional | 3.597,77 |
| A nomenclatura pode diferir. São sinônimos da Tabela CBO do MTE. | ||
🏭 Empresas que mais contratam Técnico em Segurança no Trabalho na cidade de Porto Velho, RO
Segmentos com maior volume de contratação • Porto Velho, RO
O mapeamento setorial identifica os 7 principais segmentos (CNAE) que contratam Técnico em Segurança no Trabalho na cidade de Porto Velho, RO, responsáveis por 115 contratações nos últimos 12 meses. A liderança absoluta está no segmento de Construtoras, que concentra 20.9% do volume total e pratica salário médio de R$ 3.096 — informação essencial para gestores de RH calibrarem benchmarks setoriais e para consultores de remuneração validarem pesquisas salariais internas.
Os 3 setores com maior volume de contratação concentram 55.7% das vagas para este cargo, com salário médio de R$ 3.258. A amplitude salarial entre setores é de 82% — dispersão alta que exige atenção de diretores de RH e headhunters: empresas de segmentos menos remunerados enfrentam risco elevado de perder Técnico em Segurança no Trabalho para setores concorrentes. Para CEOs e diretores executivos, o dado sinaliza a necessidade de análise da competitividade setorial da política salarial.
🥇 Segmento top 1 i
Construtoras
maior volume
💰 Média top segmento i
R$ 3.096
salário médio
💰 Média top 3 i
R$ 3.258
salário médio
📈 Contratações i
115
nos segmentos
🎯 Concentração top 3 i
55.7%
das contratações
📊 Amplitude setorial i
82%
dispersão entre setores
💵 Média geral setores i
R$ 3.158
todos os segmentos
🔢 Setores mapeados i
7
segmentos CNAE
| CNAE | Segmento | Jornada | Q1 | Piso | Média | Mediana | Q3 | Teto |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 4120-4/00 | Construtoras | 44h | 2.633,00 | 3.078,77 | 3.095,75 | 3.159,00 | 3.159,00 | 4.327,20 |
| 4211-1/01 | Construção de Rodovias | 44h | 3.000,00 | 3.507,90 | 3.870,87 | 4.300,00 | 4.300,00 | 5.890,14 |
| 7112-0/00 | Escritórios de Engenharia | 44h | 2.500,00 | 2.923,25 | 2.808,59 | 2.633,00 | 2.633,00 | 3.606,68 |
| 4299-5/99 | Obras de Engenharia Civil | 44h | 3.185,00 | 3.724,22 | 3.434,80 | 3.200,00 | 3.360,00 | 4.602,53 |
| 7119-7/04 | Perícia em Segurança do Trabalho | 44h | 1.720,00 | 2.011,20 | 2.132,50 | 2.100,00 | 2.425,00 | 3.321,77 |
| 4221-9/02 | Construção de Redes Elétricas | 44h | 3.139,50 | 3.671,02 | 3.315,28 | 3.200,00 | 3.453,81 | 4.731,03 |
| 4930-2/02 | Transportadoras | 44h | 3.103,25 | 3.628,63 | 3.447,20 | 3.500,00 | 3.617,00 | 4.954,57 |
| CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas). Clique no segmento para pesquisa completa. | ||||||||
Como usar esses dados na sua operação: para diretores e gerentes de RH, a tabela setorial revela em quais segmentos Técnico em Segurança no Trabalho tem maior demanda e qual é o piso salarial aceito pelo mercado — referência direta para calibrar pacotes de contratação e evitar ofertas defasadas. Para consultores de remuneração e headhunters, os quartis (Q1 e Q3) delimitam a faixa realista de negociação dentro de cada setor, e o segmento top 1 indica onde estão os maiores empregadores de Técnico em Segurança no Trabalho em Porto Velho, RO. Para CEOs, diretores executivos e supervisores, a concentração top 3 e a amplitude setorial alertam sobre a pressão competitiva: empresas em setores que pagam abaixo da média enfrentam risco elevado de evasão de talentos para concorrentes melhor posicionados. Dados extraídos do CAGED/MTE e cruzados com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) pela metodologia exclusiva do Portal Salário.
🏅 Salários por nível e porte da empresa
Nível I, Nível II e Nível III × Micro, Pequena, Média e Grande • Porto Velho, RO
A estrutura de remuneração de Técnico em Segurança no Trabalho na cidade de Porto Velho, RO apresenta progressão salarial de 72% entre os níveis Nível I (R$ 2.945) e Nível III (R$ 5.073) — dado central para planos de carreira, estrutura de cargos e salários e projeções orçamentárias de folha.
A tabela cruza nível de senioridade × porte da empresa, revelando como empresas de diferentes tamanhos remuneram o mesmo cargo em Porto Velho, RO. Entre micro e grandes empresas, o gap salarial para nível iii é de 28% — diferença moderada, mas relevante para pequenas e médias empresas calibrarem benefícios complementares que compensem o salário-base.
🟢 Nível I i
R$ 2.945
média geral
🔵 Nível II i
R$ 3.927
média geral
🟣 Nível III i
R$ 5.073
média geral
📈 Variação total i
+72%
Nível I → Nível III
⬆️ Salto Nível I→Nível II i
+33%
primeira promoção
⬆️ Salto Nível II→Nível III i
+29%
promoção à senioridade
🏢 Gap porte — Nível I i
+17%
grande vs micro
🏢 Gap porte — Nível III i
+28%
grande vs micro
| Porte da empresa | Nível I | Nível II | Nível III |
|---|---|---|---|
| Micro | R$ 2.775,80 | R$ 3.592,21 | R$ 4.571,90 |
| Pequena | R$ 2.728,35 | R$ 3.530,81 | R$ 4.493,75 |
| Média | R$ 3.033,47 | R$ 4.044,63 | R$ 5.392,84 |
| Grande | R$ 3.241,78 | R$ 4.538,49 | R$ 5.835,20 |
| Micro: até 19 func. • Pequena: 20–99 • Média: 100–499 • Grande: 500+ • Nível I: até 4 anos • Nível II: 4–6 anos • Nível III: 6+ anos | |||
Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, a matriz nível × porte é o insumo direto para construir ou revisar a estrutura de cargos e salários da empresa — cada linha da tabela é uma referência de mercado para um porte específico, evitando tanto ofertas defasadas (risco de evasão) quanto ofertas acima do mercado (custo desnecessário). Para consultores de remuneração e headhunters, os saltos entre níveis (Nível I→Nível II→Nível III) definem as margens de negociação em processos de recolocação e promoção interna. Para CEOs, diretores financeiros e supervisores, a variação total de 72% entre níveis permite projetar a folha de pagamento conforme o plano de crescimento da equipe e o mix esperado de senioridade. O gap entre portes também serve como alerta: empresas de porte menor devem compensar com benefícios, flexibilidade e plano de carreira claro para competir com grandes corporações. Dados do CAGED/MTE segmentados por porte e senioridade pela metodologia exclusiva do Portal Salário.
📉 Gráficos de pesquisa
Levantamentos exclusivos • requer plano ativo • ver planos
Contratações e demissões
Balanço mensal de admissões e desligamentos.
Salário por gênero
Comparativo salarial entre homens e mulheres.
Salário por escolaridade
Relação entre grau de instrução e remuneração.
Salário por faixa etária
Relação entre idade e remuneração mensal.

