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📋 O que faz um Técnico em Análises Clínicas CBO 3242-05
O Técnico em Análises Clínicas realiza exames padronizados de laboratório, coletando, preparando e analisando material biológico – tais como sangue, urina, fezes e outros líquidos biológicos -, sob orientação de um profissional de nível superior. Cumpre princípio de sigilo da informação, normas de biossegurança e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação do meio ambiente.
⚙️ Funções no exercício da profissão
- Preparar amostra do material biológico
- Coletar material biológico
- Operar equipamentos analíticos e de suporte
- Trabalhar com segurança e qualidade
- Comunicar-se
- Receber material biológico
- Demonstrar competências pessoais
- Analisar material biológico
- Registrar a ação da coleta
- Acondicionar material para descarte
- Realizar análise microscópica
- Selecionar técnica de preparação da amostra
- Preparar paciente/doador para coleta ou doação
- Limpar equipamentos e bancada
- Triar material biológico
- Colocar conservantes em amostras
- Fornecer dados estatísticos
- Verificar preparo de paciente/doador
- Solicitar orientação ao responsável técnico, quando necessário
- Pipetar amostra
- Controlar temperatura dos equipamentos
- ver mais...
📉 Série histórica — Técnico em Análises Clínicas no estado de Goiás
Salário médio e mediana mensal · Fonte: Portal Salário / CAGED
*Salário base CLT sem adicionais · dados: Portal Salário / CAGED
📋 Tabela salarial — Técnico em Análises Clínicas
Salário base CLT • 1.007 profissionais • jornada 41h/semana • GO
| Período | Mensal | Anual | Semanal | Por hora |
|---|---|---|---|---|
| Piso salarial | R$ 2.406 | R$ 28.866 | R$ 601 | R$ 11,73 |
| Média salarial | R$ 2.349 | R$ 28.193 | R$ 587 | R$ 11,46 |
| 1º Quartil | R$ 1.756 | R$ 21.072 | R$ 439 | R$ 8,57 |
| Mediana | R$ 2.269 | R$ 27.228 | R$ 567 | R$ 11,07 |
| 3º Quartil | R$ 2.507 | R$ 30.084 | R$ 627 | R$ 12,23 |
| Teto salarial | R$ 2.742 | R$ 32.909 | R$ 686 | R$ 13,38 |
| Piso: média acordos coletivos • Média: aritmética simples • Mediana: valor central • Teto: maiores salários com filtros exclusivos | ||||
📊 Demanda no mercado de trabalho
Comparativo admissões e desligamentos • últimos 12 meses • GO
O mercado de trabalho para Técnico em Análises Clínicas no estado de Goiás está com demanda restrita. Comparando o início do período (04/2025) com o fim (03/2026), houve uma retração de 26.92% no volume de contratações — indicador relevante para gestores de RH e consultores que acompanham a disponibilidade de talentos em GO, e para diretores que avaliam o timing de abertura de novas posições.
Nos últimos 12 meses, foram registradas 477 admissões e 530 desligamentos formais para o cargo de Técnico em Análises Clínicas no estado de Goiás, totalizando 1.007 movimentações no regime CLT — dado essencial para dimensionar estratégias de atração, retenção e sucessão de talentos. O saldo líquido é negativo em 53 postos — o estoque de vagas está diminuindo, cenário que pode indicar reestruturações, automação ou migração de atividades. Relevante para consultores de RH e diretores planejarem retenção de talentos-chave.
📥 Admissões — início i
52
04/2025
📤 Admissões — fim i
38
03/2026
🔄 Situação i
Com demanda restrita
mercado de trabalho
📊 Total movimentações i
1.007
477 adm · 530 desl
⚖️ Saldo líquido i
-53
vagas geradas no período
🔥 Índice de contratação i
0,90
mercado em retração
🔁 Rotatividade i
47.4%
alta — mercado dinâmico
📅 Período analisado i
04/2025
até 03/2026
Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, o saldo líquido combinado com o índice de contratação antecipa a pressão competitiva por talentos — saldo positivo e índice acima de 1,0 exigem revisão de política salarial, benefícios e marca empregadora para reter profissionais de Técnico em Análises Clínicas. Para consultores de remuneração e headhunters, esses indicadores dimensionam a disponibilidade de candidatos passivos e a urgência em movimentar processos. Para CEOs, diretores executivos e gestores de linha, a rotatividade é sinal de alerta: taxas acima de 30% em GO podem indicar problemas de clima, plano de carreira ou defasagem salarial que impactam a produtividade e o custo de reposição. Dados extraídos do CAGED/MTE e processados com metodologia exclusiva do Portal Salário, considerando apenas profissionais contratados em regime CLT.
🎯 Salário por função ou especialização
Áreas de atuação com os melhores salários da família ocupacional (nacional)
| CBO | Função/Especialização | Salário |
|---|---|---|
| 3242-15 | Citotécnico | 3.122,72 |
| 3242-20 | Técnico em banco de sangue | 2.252,14 |
| A nomenclatura pode diferir. São sinônimos da Tabela CBO do MTE. | ||
🏭 Empresas que mais contratam Técnico em Análises Clínicas no estado de Goiás
Segmentos com maior volume de contratação • GO
O mapeamento setorial identifica os 12 principais segmentos (CNAE) que contratam Técnico em Análises Clínicas no estado de Goiás, responsáveis por 938 contratações nos últimos 12 meses. A liderança absoluta está no segmento de Laboratórios Clínicos, que concentra 49.1% do volume total e pratica salário médio de R$ 2.192 — informação essencial para gestores de RH calibrarem benchmarks setoriais e para consultores de remuneração validarem pesquisas salariais internas.
Os 3 setores com maior volume de contratação concentram 72.2% das vagas para este cargo, com salário médio de R$ 2.268. A amplitude salarial entre setores é de 159% — dispersão alta que exige atenção de diretores de RH e headhunters: empresas de segmentos menos remunerados enfrentam risco elevado de perder Técnico em Análises Clínicas para setores concorrentes. Para CEOs e diretores executivos, o dado sinaliza a necessidade de análise da competitividade setorial da política salarial.
🥇 Segmento top 1 i
Laboratórios Clínicos
maior volume
💰 Média top segmento i
R$ 2.192
salário médio
💰 Média top 3 i
R$ 2.268
salário médio
📈 Contratações i
938
nos segmentos
🎯 Concentração top 3 i
72.2%
das contratações
📊 Amplitude setorial i
159%
dispersão entre setores
💵 Média geral setores i
R$ 2.388
todos os segmentos
🔢 Setores mapeados i
12
segmentos CNAE
| CNAE | Segmento | Jornada | Q1 | Piso | Média | Mediana | Q3 | Teto |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 8640-2/02 | Laboratórios Clínicos | 41h | 1.880,00 | 2.575,41 | 2.192,36 | 2.269,00 | 2.441,00 | 2.670,21 |
| 8610-1/01 | Hospitais | 42h | 2.017,00 | 2.763,09 | 2.748,68 | 2.507,00 | 3.102,00 | 3.393,28 |
| 8211-3/00 | Apoio Administrativo | 44h | 1.620,00 | 2.219,24 | 1.864,39 | 1.620,00 | 2.350,00 | 2.570,67 |
| 8660-7/00 | Apoio à Gestão de Saúde | 39h | 1.699,00 | 2.327,46 | 1.902,38 | 1.699,00 | 2.089,00 | 2.285,16 |
| 3312-1/02 | Manutenção de Instrumentos de Medição | 44h | 2.269,00 | 3.108,30 | 4.219,50 | 3.889,50 | 5.747,75 | 6.287,46 |
| 8610-1/02 | Prontos-Socorros | 37h | 2.089,00 | 2.861,72 | 2.137,76 | 2.089,00 | 2.089,00 | 2.285,16 |
| 8640-2/99 | Serviços de Diagnóstico | 42h | 2.265,25 | 3.103,17 | 2.305,27 | 2.332,00 | 2.345,73 | 2.565,99 |
| 8640-2/01 | Laboratórios de Patologia | 42h | 2.105,25 | 2.883,98 | 2.553,23 | 2.463,50 | 2.850,72 | 3.118,41 |
| 8531-7/00 | Faculdades (Graduação) | 40h | 1.518,00 | 2.079,51 | 1.628,13 | 1.567,00 | 1.631,00 | 1.784,15 |
| 8599-6/99 | Escolas Livres | 39h | 2.578,50 | 3.532,29 | 2.811,86 | 3.229,00 | 3.229,00 | 3.532,20 |
| 8630-5/02 | Ambulatórios com Exames | 41h | 1.625,00 | 2.226,09 | 2.133,97 | 2.089,00 | 2.591,50 | 2.834,84 |
| 8630-5/03 | Consultórios Médicos | 43h | 1.830,75 | 2.507,94 | 2.163,77 | 2.136,00 | 2.553,00 | 2.792,73 |
| CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas). Clique no segmento para pesquisa completa. | ||||||||
Como usar esses dados na sua operação: para diretores e gerentes de RH, a tabela setorial revela em quais segmentos Técnico em Análises Clínicas tem maior demanda e qual é o piso salarial aceito pelo mercado — referência direta para calibrar pacotes de contratação e evitar ofertas defasadas. Para consultores de remuneração e headhunters, os quartis (Q1 e Q3) delimitam a faixa realista de negociação dentro de cada setor, e o segmento top 1 indica onde estão os maiores empregadores de Técnico em Análises Clínicas em GO. Para CEOs, diretores executivos e supervisores, a concentração top 3 e a amplitude setorial alertam sobre a pressão competitiva: empresas em setores que pagam abaixo da média enfrentam risco elevado de evasão de talentos para concorrentes melhor posicionados. Dados extraídos do CAGED/MTE e cruzados com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) pela metodologia exclusiva do Portal Salário.
🏅 Salários por nível e porte da empresa
Nível I, Nível II e Nível III × Micro, Pequena, Média e Grande • GO
A estrutura de remuneração de Técnico em Análises Clínicas no estado de Goiás apresenta progressão salarial de 72% entre os níveis Nível I (R$ 2.116) e Nível III (R$ 3.643) — dado central para planos de carreira, estrutura de cargos e salários e projeções orçamentárias de folha.
A tabela cruza nível de senioridade × porte da empresa, revelando como empresas de diferentes tamanhos remuneram o mesmo cargo em GO. Entre micro e grandes empresas, o gap salarial para nível iii chega a 35% — diferença expressiva que exige atenção de diretores e consultores de RH: pequenas e médias empresas enfrentam desvantagem competitiva na retenção de profissionais sêniores, que tendem a migrar para grandes corporações com pacotes mais robustos.
🟢 Nível I i
R$ 2.116
média geral
🔵 Nível II i
R$ 2.821
média geral
🟣 Nível III i
R$ 3.643
média geral
📈 Variação total i
+72%
Nível I → Nível III
⬆️ Salto Nível I→Nível II i
+33%
primeira promoção
⬆️ Salto Nível II→Nível III i
+29%
promoção à senioridade
🏢 Gap porte — Nível I i
+23%
grande vs micro
🏢 Gap porte — Nível III i
+35%
grande vs micro
| Porte da empresa | Nível I | Nível II | Nível III |
|---|---|---|---|
| Micro | R$ 1.882,41 | R$ 2.436,06 | R$ 3.100,45 |
| Pequena | R$ 2.171,93 | R$ 2.810,73 | R$ 3.577,30 |
| Média | R$ 2.086,80 | R$ 2.782,40 | R$ 3.709,87 |
| Grande | R$ 2.324,77 | R$ 3.254,68 | R$ 4.184,59 |
| Micro: até 19 func. • Pequena: 20–99 • Média: 100–499 • Grande: 500+ • Nível I: até 4 anos • Nível II: 4–6 anos • Nível III: 6+ anos | |||
Como usar esses dados na sua operação: para gestores e diretores de RH, a matriz nível × porte é o insumo direto para construir ou revisar a estrutura de cargos e salários da empresa — cada linha da tabela é uma referência de mercado para um porte específico, evitando tanto ofertas defasadas (risco de evasão) quanto ofertas acima do mercado (custo desnecessário). Para consultores de remuneração e headhunters, os saltos entre níveis (Nível I→Nível II→Nível III) definem as margens de negociação em processos de recolocação e promoção interna. Para CEOs, diretores financeiros e supervisores, a variação total de 72% entre níveis permite projetar a folha de pagamento conforme o plano de crescimento da equipe e o mix esperado de senioridade. O gap entre portes também serve como alerta: empresas de porte menor devem compensar com benefícios, flexibilidade e plano de carreira claro para competir com grandes corporações. Dados do CAGED/MTE segmentados por porte e senioridade pela metodologia exclusiva do Portal Salário.
📉 Gráficos de pesquisa
Levantamentos exclusivos • requer plano ativo • ver planos
Contratações e demissões
Balanço mensal de admissões e desligamentos.
Salário por gênero
Comparativo salarial entre homens e mulheres.
Salário por escolaridade
Relação entre grau de instrução e remuneração.
Salário por faixa etária
Relação entre idade e remuneração mensal.

