📥 Contratações i
277
📤 Demissões i
321
⚖️ Saldo líquido i
-44
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.130
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
8
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
3%
piso → teto
👥 Profissionais i
598
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,86
setor em retração
🔁 Rotatividade i
46.3%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 3.622
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Produtos do Arroz contrataram 277 profissionais em regime CLT e desligaram 321 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 598 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 40% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são RS, MT — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Produtos do Arroz (CNAE 1061-9/02) movimentou 598 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 8 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.130. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 252 contratações e salário médio de R$ 2.028 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TransformandoSalário real do setor i
+14,8%
R$ 1.800 → R$ 2.067
SubindoVolume de contratações i
+40,7%
27 → 38 admissões
AcelerandoEscolaridade i
+0,59
6,30 → 6,89 (índice)
QualificandoIdade média i
+4,1 anos
31,1 → 35,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-19,7 p.p.
21,1% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
-0,2h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, volume acelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1061-9/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Fábricas de Produtos do Arroz no Brasil
Empresas ativas i
62
50 matrizes e 12 filiais
MEIs ativos i
95
60,5% do total de CNPJs
Abertas i
2
12 meses até 07/2026
Fechadas i
4
12 meses até 07/2026
Existem 62 empresas ativas de Fábricas de Produtos do Arroz no Brasil, além de 95 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 2 empresas abriram e 4 fecharam, um saldo negativo de 2. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 13 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-2
aberturas menos fechamentos
Inativadas pela Receita i
13
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 25.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
447
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 120 em 01/2020 para 62 em 07/2026 (-48,3%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 12 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Rio Grande do Sul: 15 empresas (24,2%)
- São Paulo: 10 empresas (16,1%)
- Santa Catarina: 6 empresas (9,7%)
- Piauí: 4 empresas (6,5%)
- Maranhão: 3 empresas (4,8%)
- Pernambuco: 3 empresas (4,8%)
- Bahia: 3 empresas (4,8%)
- Paraná: 3 empresas (4,8%)
- Pará: 2 empresas (3,2%)
- Tocantins: 2 empresas (3,2%)
- Minas Gerais: 2 empresas (3,2%)
- Amapá: 1 empresas (1,6%)
- Ceará: 1 empresas (1,6%)
- Rio Grande do Norte: 1 empresas (1,6%)
- Sergipe: 1 empresas (1,6%)
- Espírito Santo: 1 empresas (1,6%)
- Rio de Janeiro: 1 empresas (1,6%)
- Mato Grosso do Sul: 1 empresas (1,6%)
- Mato Grosso: 1 empresas (1,6%)
- Distrito Federal: 1 empresas (1,6%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fábricas de Produtos do Arroz existem no Brasil?
São 62 empresas ativas e 95 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 2 aberturas contra 4 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
59,7% são microempresas, 8,1% de pequeno porte e 32,3% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 25.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1061-9/02 é o código da atividade econômica de Fábricas de Produtos do Arroz, que pertence à divisão de Fabricação de produtos alimentícios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Fábricas de Produtos do Arroz — CNAE 1061-9/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Fabricação de produtos alimentícios
Este ramo de atividade abrange o processamento e transformação de produtos da agricultura, pecuária e pesca em alimentos para uso humano e animal.
Esta divisão está organizada por atividades que processam e transformam diferentes tipos de produtos como carnes, pescados, leite, frutas e legumes, gorduras e óleos, grãos e produtos de moagem, etc.
O que mais integra o setor
O ramo abrange ainda a fabricação de alimentos dietéticos, alimentos enriquecidos, complementos alimentares e semelhantes.
O que fica fora deste setor
O setor exclui os estabelecimentos que executam algum processamento no produto alimentício, visando exclusivamente a facilitar a comercialização, como, por exemplo, os açougues e peixarias (seção G) e as padarias com venda direta ao público (divisão 47).
Escopo principal de atuação
- o beneficiamento do arroz (arroz descascado, moído, branqueado, polido, parbolizado, e convertido)
- a fabricação de farinha de arroz
- a fabricação de flocos e outros produtos de arroz
O que este segmento não abrange
- a fabricação de óleo de arroz em bruto (10.41-4) ou refinado (10.42-2)
- a fabricação de amidos e féculas de arroz (10.65-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
