📥 Contratações i
3.353
📤 Demissões i
3.301
⚖️ Saldo líquido i
+52
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.221
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
69
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
73%
piso → teto
👥 Profissionais i
6.654
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,02
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.6%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.476
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Amido contrataram 3.353 profissionais em regime CLT e desligaram 3.301 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 6.654 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 25.88% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PR, MS, SP — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Amido (CNAE 1065-1/01) movimentou 6.654 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 69 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.221. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 2.763 contratações e salário médio de R$ 2.140 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+3,0%
R$ 2.111 → R$ 2.175
SubindoVolume de contratações i
-5,1%
900 → 854 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,03
6,75 → 6,78 (índice)
EstávelIdade média i
-1,2 anos
32,2 → 31,0 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,0 p.p.
24,1% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-0,2h
44h → 43h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1065-1/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Fábricas de Amido no Brasil
Empresas ativas i
533
457 matrizes e 76 filiais
MEIs ativos i
432
44,8% do total de CNPJs
Abertas i
30
12 meses até 07/2026
Fechadas i
23
12 meses até 07/2026
Existem 533 empresas ativas de Fábricas de Amido no Brasil, além de 432 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 30 empresas abriram e 23 fecharam, um saldo positivo de 7. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 60 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+7
aberturas -18,9% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
60
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 60.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
629
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 573 em 01/2020 para 534 em 07/2026 (-6,8%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 59 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Paraná: 78 empresas (14,6%)
- São Paulo: 64 empresas (12,0%)
- Minas Gerais: 51 empresas (9,6%)
- Bahia: 46 empresas (8,6%)
- Piauí: 42 empresas (7,9%)
- Mato Grosso do Sul: 40 empresas (7,5%)
- Goiás: 27 empresas (5,1%)
- Santa Catarina: 25 empresas (4,7%)
- Pará: 24 empresas (4,5%)
- Ceará: 23 empresas (4,3%)
- Pernambuco: 16 empresas (3,0%)
- Paraíba: 11 empresas (2,1%)
- Rio Grande do Norte: 10 empresas (1,9%)
- Roraima: 9 empresas (1,7%)
- Amapá: 8 empresas (1,5%)
- Amazonas: 7 empresas (1,3%)
- Alagoas: 7 empresas (1,3%)
- Espírito Santo: 7 empresas (1,3%)
- Maranhão: 6 empresas (1,1%)
- Rio Grande do Sul: 6 empresas (1,1%)
- Mato Grosso: 6 empresas (1,1%)
- Distrito Federal: 6 empresas (1,1%)
- Tocantins: 4 empresas (0,8%)
- Sergipe: 4 empresas (0,8%)
- Rio de Janeiro: 3 empresas (0,6%)
- Acre: 2 empresas (0,4%)
- Rondônia: 1 empresas (0,2%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fábricas de Amido existem no Brasil?
São 533 empresas ativas e 432 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 30 aberturas contra 23 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
52,5% são microempresas, 13,9% de pequeno porte e 33,6% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 60.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1065-1/01 é o código da atividade econômica de Fábricas de Amido, que pertence à divisão de Fabricação de produtos alimentícios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Escopo de atuação do segmento de Fábricas de Amido — CNAE 1065-1/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Fabricação de produtos alimentícios
Este ramo de atividade abrange o processamento e transformação de produtos da agricultura, pecuária e pesca em alimentos para uso humano e animal.
Esta divisão está organizada por atividades que processam e transformam diferentes tipos de produtos como carnes, pescados, leite, frutas e legumes, gorduras e óleos, grãos e produtos de moagem, etc.
Atividades complementares do setor
O ramo abrange ainda a fabricação de alimentos dietéticos, alimentos enriquecidos, complementos alimentares e semelhantes.
Atividades classificadas em outros setores
O setor exclui os estabelecimentos que executam algum processamento no produto alimentício, visando exclusivamente a facilitar a comercialização, como, por exemplo, os açougues e peixarias (seção G) e as padarias com venda direta ao público (divisão 47).
O que entra neste segmento
- a fabricação de amidos e féculas de vegetais: milho, arroz, trigo, mandioca, etc.
- a fabricação de óleo de milho em bruto e refinado
- a fabricação de dextrose (açúcar de milho)
- a fabricação de produtos elaborados a partir de amidos de vegetais: açúcares (glicose, maltose e inulina), glúten, tapioca, etc.
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a fabricação de fubá e outras farinhas de milho (10.64-3)
- a fabricação de adoçantes de mesa ou dietéticos (10.99-6)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
