📥 Contratações i
2.519
📤 Demissões i
1.770
⚖️ Saldo líquido i
+749
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 5.040
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
27
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
106%
piso → teto
👥 Profissionais i
4.289
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,42
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
41.3%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 8.568
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • RS • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Cooperativas de Crédito Mútuo no estado do Rio Grande do Sul contrataram 2.519 profissionais em regime CLT e desligaram 1.770 nos últimos 12 meses, totalizando 4.289 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores regionais que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita no estado do Rio Grande do Sul. No comparativo entre os meses de 06/2025 e 05/2026, registrou uma queda de 22.86% nas contratações — cenário que pode indicar retração ou reestruturação regional, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
O que faz o segmento de Cooperativas de Crédito Mútuo — CNAE 6424-7/03
- as atividades dos bancos cooperativos que são bancos comerciais constituídos como sociedades anônimas de capital fechado e controlados por cooperativas centrais de crédito que devem deter, no mínimo, 51% das ações com direito a voto. Não podem participar no capital social de instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central e em sua razão social, obrigatoriamente, deve constar a expressão “Banco Cooperativo”. Atuam como bancos comerciais, porém restritos às Unidades da Federação em que se situam as sedes das pessoas jurídicas controladoras, sendo que podem firmar convênio de prestação de serviços com cooperativas de crédito localizadas em sua área de atuação
- as atividades das cooperativas centrais de crédito e das confederações de cooperativas centrais de crédito. As cooperativas centrais de crédito são formadas por, no mínimo, três cooperativas singulares de crédito que organizam, em maior escala, os serviços econômicos e assistenciais de interesse das filiadas. As confederações de cooperativas são sociedades formadas por, no mínimo, três cooperativas centrais de crédito, nos casos em que o vulto dos empreendimentos transcender o âmbito de capacidade ou conveniência de atuação das centrais de crédito
- as atividades das cooperativas de crédito mútuo que atuam na concessão de crédito aos cooperados. Apresentam quadro social formado por pessoas físicas que exercem determinada profissão ou atividades comuns, ou estejam vinculadas a determinada entidade e, excepcionalmente, por pessoas jurídicas que, na forma da lei, se conceituem como micro ou pequena empresa e que tenham por objeto as mesmas atividades econômicas das pessoas físicas, ou correlatas. Podem ser formadas também por pessoas que vivem em determinada região (de livre admissão de associados)
- as atividades das cooperativas de crédito rural que atuam na concessão de crédito aos produtores rurais associados na comercialização de sua produção. Apresentam quadro social formado por pessoas físicas que, de forma efetiva e preponderante, desenvolvam, na área de atuação da cooperativa, atividades agrícolas, pecuárias ou extrativas, ou que se dediquem a operações de captura e transformação do pescado
Veja o escopo completo e todos os dados do segmento no Brasil.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • RS • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Cooperativas de Crédito Mútuo (CNAE 6424-7/03) movimentou 4.289 vagas CLT no estado do Rio Grande do Sul nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 27 cargos distintos, com salário médio setorial local de R$ 5.040. A ocupação mais contratada no estado do Rio Grande do Sul é Atendente de agência, com 1.620 contratações e salário médio de R$ 2.747 — referência central para benchmarks regionais de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+6,1%
R$ 2.526 → R$ 2.680
SubindoVolume de contratações i
-7,8%
679 → 626 admissões
EstávelEscolaridade i
-0,09
13,72 → 13,63 (índice)
EstávelIdade média i
+0,5 anos
29,2 → 29,7 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-4,0 p.p.
56,7% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
-0,1h
40h → 40h semanais
EstávelNo estado do Rio Grande do Sul, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor de Cooperativas de Crédito Mútuo apresentou as seguintes transformações: salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores regionais de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios na localidade. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação regionais. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas e tendências de consumo do próprio setor na região. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6424-7/03) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT no estado do Rio Grande do Sul nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis no estado do Rio Grande do Sul. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor localmente.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor na região hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • RS
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor no estado do Rio Grande do Sul — essencial para diretores executivos, CEOs regionais e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus na localidade.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • RS
Benchmark salarial da base operacional do setor no estado do Rio Grande do Sul — referência direta para gestores regionais de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios locais.
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