📥 Contratações i
109.068
📤 Demissões i
101.276
⚖️ Saldo líquido i
+7.792
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.800
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
309
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
99%
piso → teto
👥 Profissionais i
210.344
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,08
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
48.1%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 6.460
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Prontos-Socorros contrataram 109.068 profissionais em regime CLT e desligaram 101.276 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 210.344 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 18.1% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, BA, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Prontos-Socorros (CNAE 8610-1/02) movimentou 210.344 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 309 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.800. A ocupação mais contratada no setor é Técnico de enfermagem, com 58.674 contratações e salário médio de R$ 2.250 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+4,1%
R$ 1.975 → R$ 2.055
SubindoVolume de contratações i
+18,9%
26.549 → 31.553 admissões
AcelerandoEscolaridade i
+0,43
10,75 → 11,18 (índice)
EstávelIdade média i
+0,6 anos
34,6 → 35,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,4 p.p.
74,4% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-0,3h
39h → 39h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 8610-1/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🏢 Empresas do segmento de Prontos-Socorros no Brasil
Empresas ativas i
48.975
47.293 matrizes e 1.682 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
7.703
12 meses até 07/2026
Fechadas i
2.034
12 meses até 07/2026
Existem 48.975 empresas ativas de Prontos-Socorros no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 7.703 empresas abriram e 2.034 fecharam, um saldo positivo de 5.669.
Saldo de aberturas e fechamentos
+5.669
aberturas -18,3% vs. 12 meses antes
Novas em 3 meses
1.699
novos concorrentes e clientes
Capital social mediano i
R$ 10.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
223
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 13.801 em 01/2020 para 48.925 em 07/2026 (+254,5%).
A queda em 05/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 343 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 10.341 empresas (21,1%)
- Rio de Janeiro: 8.338 empresas (17,0%)
- Minas Gerais: 6.045 empresas (12,3%)
- Bahia: 4.390 empresas (9,0%)
- Paraná: 2.997 empresas (6,1%)
- Ceará: 2.926 empresas (6,0%)
- Rio Grande do Sul: 1.944 empresas (4,0%)
- Goiás: 1.663 empresas (3,4%)
- Santa Catarina: 1.604 empresas (3,3%)
- Pernambuco: 1.335 empresas (2,7%)
- Espírito Santo: 1.276 empresas (2,6%)
- Mato Grosso: 878 empresas (1,8%)
- Mato Grosso do Sul: 704 empresas (1,4%)
- Pará: 637 empresas (1,3%)
- Amazonas: 622 empresas (1,3%)
- Paraíba: 512 empresas (1,0%)
- Maranhão: 497 empresas (1,0%)
- Rio Grande do Norte: 497 empresas (1,0%)
- Piauí: 407 empresas (0,8%)
- Distrito Federal: 314 empresas (0,6%)
- Tocantins: 270 empresas (0,6%)
- Alagoas: 255 empresas (0,5%)
- Sergipe: 246 empresas (0,5%)
- Rondônia: 166 empresas (0,3%)
- Acre: 51 empresas (0,1%)
- Amapá: 44 empresas (0,1%)
- Roraima: 16 empresas (0,0%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Prontos-Socorros existem no Brasil?
São 48.975 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 7.703 aberturas contra 2.034 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
66,9% são microempresas, 10,6% de pequeno porte e 22,5% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 10.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 8610-1/02 é o código da atividade econômica de Prontos-Socorros, que pertence à divisão de Atividades de atenção à saúde humana, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Prontos-Socorros — CNAE 8610-1/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Atividades de atenção à saúde humana
Este setor envolve as atividades de hospitais gerais ou especializados que permitem internações de longa ou curta duração, hospitais psiquiátricos, centros de medicina preventiva, consultórios médicos e dentários, clínicas médicas e outras atividades ambulatoriais.
Os locais onde são prestadas essas atividades possuem infra-estrutura para internação e realização de cirurgias ou para a realização de diagnósticos, procedimentos cirúrgicos e tratamentos médicos.
O que mais integra o setor
O setor engloba também as atividades praticadas por todos os profissionais relacionados à área da saúde, as atividades de apoio à gestão de saúde e as de práticas integrativas e complementares à saúde humana.
Escopo principal de atuação
- os serviços de internação de curta ou longa duração prestados a pacientes realizados em hospitais gerais e especializados, hospitais universitários, maternidades, hospitais psiquiátricos, centros de medicina preventiva e outras instituições de saúde com internação, incluindo-se os hospitais militares e os hospitais de centros penitenciários. Essas atividades são realizadas sob a supervisão direta de médicos e incluem:
- serviços de médicos
- serviços de laboratório, radiológicos e anestesiológicos
- serviços de centros cirúrgicos
- as atividades exercidas em unidades de hospitais preparadas para atendimento a urgências
- as atividades exercidas em prontos-socorros com assistência 24 horas e com leitos de observação
O que mais entra neste CNAE
- serviços farmacêuticos, de alimentação e outros serviços prestados em hospitais
- os serviços prestados pelas unidades mistas de saúde, que são compostas por um centro de saúde e uma unidade de internação com características de hospital local de pequeno porte, sob administração única
- as atividades dos navios-hospital
- as atividades de centros de parto
O que este segmento não abrange
- as atividades veterinárias (75.00-1)
- os serviços móveis de atendimento a urgências (86.21-6)
- os serviços de ambulância com função unicamente de remoção de pacientes sem envolver atendimento e acompanhamento por médicos (86.22-4)
- as atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos (86.30-5)
- as atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica (86.40-2)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
