Transporte de Produtos Perigosos — CNAE 4930-2/03 — Salários Brasil

Pesquisa cargos e salários de empresas do segmento de Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos em todo Brasil — CNAE 4930-2/03 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 4930-2/03

Atualizado em • 85.629 movimentações

📥 Contratações i

42.503

📤 Demissões i

43.126

⚖️ Saldo líquido i

-623

🔄 Situação i

Em baixa

💰 Salário médio do setor i

R$ 2.919

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

241

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

50%

piso → teto

👥 Profissionais i

85.629

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

0,99

setor em retração

🔁 Rotatividade i

49.6%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 4.962

estimado com encargos

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

53

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estável

Saldo: -623 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 50,4% • Volume: 85.629

Fonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026

Empresas do segmento de Transporte de Produtos Perigosos contrataram 42.503 profissionais em regime CLT e desligaram 43.126 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 85.629 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está em baixa. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou uma queda de 3.37% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.

Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, RS — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Transporte de Produtos Perigosos (CNAE 4930-2/03) movimentou 85.629 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 241 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.919. A ocupação mais contratada no setor é Motorista de caminhão, com 39.864 contratações e salário médio de R$ 2.820 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


42

Índice de Futuro Setorial i

Resistente
💰

Salário real do setor i

+2,0%

R$ 2.489 → R$ 2.537

Estável
📈

Volume de contratações i

-8,7%

11.870 → 10.834 admissões

Estável
📚

Escolaridade i

-0,15

7,12 → 6,97 (índice)

Estável
🎂

Idade média i

+0,3 anos

36,9 → 37,2 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

+0,8 p.p.

14,0% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

+0,0h

44h → 44h semanais

Estável

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4930-2/03) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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🏅 Cargos e Salários Gerenciais

Gestão e liderança • Brasil

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.

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⚙️ Cargos e Salários Operacionais

Operacional e técnico • Brasil

Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.

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🔗 Setores relacionados

Segmentos com atividade similar ou complementar


🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas

CNAE 4930-2/03 é o código da atividade econômica de Transporte de Produtos Perigosos, que pertence à divisão de Transporte terrestre, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.

H Transporte, armazenagem e correio
49 Transporte terrestre
49.3 Transporte rodoviário de carga
49.30-2 Transporte rodoviário de carga
4930-2/03 Transporte de Produtos Perigosos

📋 O que abrange o segmento de Transporte de Produtos Perigosos — CNAE 4930-2/03

Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)

Entenda o setor de Transporte terrestre

Este setor reúne o transporte de passageiros e carga por rodovias e ferrovias e dutos.

Outras atividades do setor

Este setor contempla também o transporte rodoviário sob regime de fretamento e o transporte em trens turísticos, teleféricos e similares.

Atividades compreendidas neste CNAE

  • o transporte rodoviário de carga em geral

Atividades adicionais do segmento

  • o transporte rodoviário de mudanças de mobiliário de particulares, empresas ou governo
  • o serviço de mudança no mesmo imóvel ou local
  • os depósitos de guarda móveis quando integrado a empresas de transporte de mudanças
  • o transporte de carga em veículos de tração animal ou humana
  • a locação de veículos rodoviários de carga com motorista
  • o transporte de carga em contêineres
  • o transporte rodoviário de produtos considerados perigosos com base no tipo de risco que apresentam, segundo legislação específica

Atividades classificadas em outros CNAEs

  • o transporte de valores em veículos blindados ou especiais (80.12-9)
  • a coleta de lixo (38.11-4)
  • a distribuição de água potável em carro pipa (36.00-6)
  • a coleta de resíduos (grupo 38.1)
  • a retirada de entulho de obras (38.11-4)
  • os serviços de entrega rápida de mercadorias do comércio varejista e de serviços de alimentação (53.20-2)
  • o transporte off-road exclusivamente em locais de extração mineral (09.90-4)
  • o transporte de toras e o descarregamento de madeira exclusivamente no local da derrubada das árvores (02.30-6)
  • a locação de veículos com equipamento para movimentação de carga, com operador (52.12-5)
  • os depósitos usados como guarda-móveis, guarda de documentos e arquivos (52.11-7)
  • as atividades dos terminais de carga, as operações de movimentação e armazenamento de carga (grupo 52.1)

Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.


Transporte de Produtos Perigosos - CNAE 4930-2/03