📥 Contratações i
357
📤 Demissões i
265
⚖️ Saldo líquido i
+92
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 1.931
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
13
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
5%
piso → teto
👥 Profissionais i
622
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,35
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
42.6%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 3.283
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Extração de Gesso contrataram 357 profissionais em regime CLT e desligaram 265 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 622 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 18.18% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PE, PA, MA — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Extração de Gesso (CNAE 0810-0/05) movimentou 622 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 13 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 1.931. A ocupação mais contratada no setor é Motorista de caminhão, com 89 contratações e salário médio de R$ 2.222 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+21,5%
R$ 1.921 → R$ 2.333
SubindoVolume de contratações i
+33,0%
103 → 137 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-0,73
6,85 → 6,12 (índice)
DesqualificandoIdade média i
+2,9 anos
33,3 → 36,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-7,0 p.p.
3,7% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
+0,5h
43h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume acelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 0810-0/05) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 0810-0/05 é o código da atividade econômica de Extração de Gesso, que pertence à divisão de Extração de minerais não-metálicos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Escopo de atuação do segmento de Extração de Gesso — CNAE 0810-0/05
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Extração de minerais não-metálicos
Este setor envolve as atividades de extração de minerais não-metálicos em pedreiras, em depósitos aluviais, rochas e terras sedimentares. Os produtos compreendidos neste setor são, normalmente, usados em construção (areias, pedras), para a fabricação de outros materiais (barro, gesso), e para a fabricação de produtos químicos (fosfatos e sulfatos naturais).
Atividades complementares do setor
O setor engloba também as atividades de beneficiamento, associado ou em continuação à extração (corte, limpeza, secagem, etc.) e as atividades de refino do sal marinho.
Atividades classificadas em outros setores
Este ramo não inclui as atividades das unidades integradas verticalmente que processam minerais não-metálicos, como, por exemplo, as plantas de cimento e de materiais cerâmicos (divisão 23); as atividades de apoio à extração de minerais não-metálicos realizadas sob contrato (divisão 09); a atividade de escavação de minas quando não realizada pela empresa de exploração mineral (divisão 43).
O que entra neste segmento
- a extração de pedras e outros materiais em bruto para construção (pedras para construção, mármore, granito, areia, etc.)
- a extração de gesso, caulim e argilas para a indústria de cerâmica e de produtos refratários e para uso como meios filtrantes
- a extração de calcário e dolomita
Atividades complementares incluídas
- a trituração e fragmentação de pedras para serem utilizadas como fundentes e como matéria-prima para a produção de cal e cimento ou como material para construção
- o britamento de pedras associado à extração
- os beneficiamentos associados ou em continuação à extração
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a extração de areias betuminosas (06.00-0)
- a extração de minerais para a fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos (08.91-6)
- as atividades de apoio à extração de pedras, areias e argilas realizadas sob contrato (09.90-4)
- o corte e o aparelhamento de pedras não associados à extração (23.91-5)
- os beneficiamentos de minerais não-metálicos não associados à extração (23.99-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
