📥 Contratações i
5.742
📤 Demissões i
5.672
⚖️ Saldo líquido i
+70
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.525
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
118
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
37%
piso → teto
👥 Profissionais i
11.414
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,01
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.292
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Extração de Areia contrataram 5.742 profissionais em regime CLT e desligaram 5.672 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 11.414 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 14.67% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, PR — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Extração de Areia (CNAE 0810-0/06) movimentou 11.414 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 118 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.525. A ocupação mais contratada no setor é Motorista de caminhão, com 1.952 contratações e salário médio de R$ 2.701 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+9,6%
R$ 2.145 → R$ 2.351
SubindoVolume de contratações i
-13,0%
1.573 → 1.368 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,08
6,51 → 6,59 (índice)
EstávelIdade média i
+1,2 anos
35,8 → 37,0 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-1,1 p.p.
9,3% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 0810-0/06) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Extração de Areia no Brasil
Empresas ativas i
7.857
6.532 matrizes e 1.325 filiais
MEIs ativos i
1
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
476
12 meses até 07/2026
Fechadas i
262
12 meses até 07/2026
Existem 7.857 empresas ativas de Extração de Areia no Brasil, além de 1 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 476 empresas abriram e 262 fecharam, um saldo positivo de 214. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 674 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+214
aberturas -6,3% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
674
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 50.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
73
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 8.518 em 01/2020 para 7.850 em 07/2026 (-7,8%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 619 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Minas Gerais: 2.123 empresas (27,0%)
- São Paulo: 891 empresas (11,3%)
- Goiás: 559 empresas (7,1%)
- Rio Grande do Sul: 447 empresas (5,7%)
- Bahia: 416 empresas (5,3%)
- Paraná: 410 empresas (5,2%)
- Mato Grosso: 372 empresas (4,7%)
- Rio de Janeiro: 369 empresas (4,7%)
- Santa Catarina: 356 empresas (4,5%)
- Espírito Santo: 301 empresas (3,8%)
- Ceará: 264 empresas (3,4%)
- Pará: 197 empresas (2,5%)
- Tocantins: 144 empresas (1,8%)
- Mato Grosso do Sul: 134 empresas (1,7%)
- Maranhão: 133 empresas (1,7%)
- Rondônia: 119 empresas (1,5%)
- Alagoas: 108 empresas (1,4%)
- Sergipe: 99 empresas (1,3%)
- Pernambuco: 93 empresas (1,2%)
- Piauí: 89 empresas (1,1%)
- Paraíba: 80 empresas (1,0%)
- Rio Grande do Norte: 48 empresas (0,6%)
- Acre: 29 empresas (0,4%)
- Amazonas: 26 empresas (0,3%)
- Amapá: 22 empresas (0,3%)
- Distrito Federal: 20 empresas (0,3%)
- Roraima: 8 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Extração de Areia existem no Brasil?
São 7.857 empresas ativas e 1 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 476 aberturas contra 262 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
71,6% são microempresas, 17,6% de pequeno porte e 10,8% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 50.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 0810-0/06 é o código da atividade econômica de Extração de Areia, que pertence à divisão de Extração de minerais não-metálicos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Extração de Areia — CNAE 0810-0/06
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Extração de minerais não-metálicos
Este setor envolve as atividades de extração de minerais não-metálicos em pedreiras, em depósitos aluviais, rochas e terras sedimentares. Os produtos compreendidos neste setor são, normalmente, usados em construção (areias, pedras), para a fabricação de outros materiais (barro, gesso), e para a fabricação de produtos químicos (fosfatos e sulfatos naturais).
O que mais integra o setor
O setor engloba também as atividades de beneficiamento, associado ou em continuação à extração (corte, limpeza, secagem, etc.) e as atividades de refino do sal marinho.
O que fica fora deste setor
Este ramo não inclui as atividades das unidades integradas verticalmente que processam minerais não-metálicos, como, por exemplo, as plantas de cimento e de materiais cerâmicos (divisão 23); as atividades de apoio à extração de minerais não-metálicos realizadas sob contrato (divisão 09); a atividade de escavação de minas quando não realizada pela empresa de exploração mineral (divisão 43).
Escopo principal de atuação
- a extração de pedras e outros materiais em bruto para construção (pedras para construção, mármore, granito, areia, etc.)
- a extração de gesso, caulim e argilas para a indústria de cerâmica e de produtos refratários e para uso como meios filtrantes
- a extração de calcário e dolomita
O que mais entra neste CNAE
- a trituração e fragmentação de pedras para serem utilizadas como fundentes e como matéria-prima para a produção de cal e cimento ou como material para construção
- o britamento de pedras associado à extração
- os beneficiamentos associados ou em continuação à extração
O que este segmento não abrange
- a extração de areias betuminosas (06.00-0)
- a extração de minerais para a fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos (08.91-6)
- as atividades de apoio à extração de pedras, areias e argilas realizadas sob contrato (09.90-4)
- o corte e o aparelhamento de pedras não associados à extração (23.91-5)
- os beneficiamentos de minerais não-metálicos não associados à extração (23.99-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
