📥 Contratações i
141.561
📤 Demissões i
151.220
⚖️ Saldo líquido i
-9.659
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.890
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
354
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
67%
piso → teto
👥 Profissionais i
292.781
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,94
setor em retração
🔁 Rotatividade i
48.4%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.914
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Confecção de Roupas contrataram 141.561 profissionais em regime CLT e desligaram 151.220 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 292.781 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 11.71% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SC, SP, PR — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Confecção de Roupas (CNAE 1412-6/01) movimentou 292.781 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 354 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.890. A ocupação mais contratada no setor é Costureiro na confecção em série, com 49.414 contratações e salário médio de R$ 1.979 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+6,0%
R$ 1.840 → R$ 1.950
SubindoVolume de contratações i
-9,3%
39.496 → 35.835 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,11
6,88 → 6,99 (índice)
EstávelIdade média i
-0,2 anos
32,6 → 32,4 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-0,8 p.p.
69,8% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1412-6/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Confecção de Roupas no Brasil
Empresas ativas i
58.438
54.934 matrizes e 3.504 filiais
MEIs ativos i
102.263
63,6% do total de CNPJs
Abertas i
3.871
12 meses até 07/2026
Fechadas i
5.173
12 meses até 07/2026
Existem 58.438 empresas ativas de Confecção de Roupas no Brasil, além de 102.263 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 3.871 empresas abriram e 5.173 fecharam, um saldo negativo de 1.302. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 8.675 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-1.302
aberturas -7,1% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
8.675
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 20.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
242
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 83.771 em 01/2020 para 58.497 em 07/2026 (-30,2%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 7.752 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 19.451 empresas (33,3%)
- Santa Catarina: 8.210 empresas (14,0%)
- Paraná: 4.740 empresas (8,1%)
- Minas Gerais: 4.407 empresas (7,5%)
- Pernambuco: 3.932 empresas (6,7%)
- Goiás: 3.601 empresas (6,2%)
- Rio de Janeiro: 3.460 empresas (5,9%)
- Ceará: 3.253 empresas (5,6%)
- Rio Grande do Sul: 2.441 empresas (4,2%)
- Espírito Santo: 963 empresas (1,6%)
- Bahia: 925 empresas (1,6%)
- Piauí: 352 empresas (0,6%)
- Rio Grande do Norte: 350 empresas (0,6%)
- Distrito Federal: 347 empresas (0,6%)
- Pará: 303 empresas (0,5%)
- Paraíba: 303 empresas (0,5%)
- Mato Grosso do Sul: 253 empresas (0,4%)
- Mato Grosso: 228 empresas (0,4%)
- Maranhão: 196 empresas (0,3%)
- Amazonas: 161 empresas (0,3%)
- Sergipe: 159 empresas (0,3%)
- Alagoas: 140 empresas (0,2%)
- Rondônia: 106 empresas (0,2%)
- Tocantins: 98 empresas (0,2%)
- Acre: 22 empresas (0,0%)
- Amapá: 21 empresas (0,0%)
- Roraima: 16 empresas (0,0%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Confecção de Roupas existem no Brasil?
São 58.438 empresas ativas e 102.263 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 3.871 aberturas contra 5.173 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
78,0% são microempresas, 16,3% de pequeno porte e 5,7% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 20.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1412-6/01 é o código da atividade econômica de Confecção de Roupas, que pertence à divisão de Confecção de artigos do vestuário e acessórios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Escopo de atuação do segmento de Confecção de Roupas — CNAE 1412-6/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Confecção de artigos do vestuário e acessórios
Este setor envolve a confecção, por costura, de roupas para adultos e crianças, de qualquer material (tecidos planos e de malha, couros, etc.) e para qualquer uso (roupas íntimas, sociais, profissionais, etc.), confeccionadas em série ou sob medida.
Atividades complementares do setor
Este setor contempla também os serviços de confecção (corte, costura, etc.), os serviços de facção e a confecção de acessórios do vestuário para uso pessoal.
Atividades classificadas em outros setores
O setor não engloba a reparação ou conserto de peças do vestuário (divisão 95) e a fabricação de roupas de borracha ou de material plástico unidas por adesivos e outra forma que não seja costura (divisão 22).
O que entra neste segmento
- a confecção de artigos do vestuário masculino, feminino e infantil (camisas, camisetas, blusas, vestidos, saias, calças, ternos, casacos, etc.), confeccionados com qualquer tipo de material (tecidos planos, tecidos de malha, couros, etc.)
- a confecção de roupas para recém-nascidos
Atividades complementares incluídas
- a montagem de blusas, camisas, vestidos, saias, calças, ternos e outras peças do vestuário (costura)
- os serviços industriais de facção de blusas, camisas, vestidos, saias, calças, ternos e outras peças do vestuário (costura de partes das roupas, corte, etc)
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a fabricação de artefatos de tricotagem (malharia) (14.22-3)
- a confecção de roupas profissionais (14.13-4)
- a reparação ou conserto de peças do vestuário (95.29-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
