📥 Contratações i
13.735
📤 Demissões i
13.920
⚖️ Saldo líquido i
-185
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.579
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
119
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
61%
piso → teto
👥 Profissionais i
27.655
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,99
setor em retração
🔁 Rotatividade i
49.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.384
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Farmácias Veterinárias contrataram 13.735 profissionais em regime CLT e desligaram 13.920 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 27.655 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 11.41% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são MG, SP, MT — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Farmácias Veterinárias (CNAE 4771-7/04) movimentou 27.655 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 119 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.579. A ocupação mais contratada no setor é Vendedor, com 6.278 contratações e salário médio de R$ 1.949 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+4,5%
R$ 1.753 → R$ 1.831
SubindoVolume de contratações i
-4,9%
3.518 → 3.347 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,06
7,30 → 7,36 (índice)
EstávelIdade média i
+0,3 anos
28,4 → 28,7 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,5 p.p.
45,0% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4771-7/04) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Farmácias Veterinárias no Brasil
Empresas ativas i
14.631
13.105 matrizes e 1.526 filiais
MEIs ativos i
1
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
792
12 meses até 07/2026
Fechadas i
822
12 meses até 07/2026
Existem 14.631 empresas ativas de Farmácias Veterinárias no Brasil, além de 1 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 792 empresas abriram e 822 fecharam, um saldo negativo de 30. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 965 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-30
aberturas -21,4% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
965
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 50.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
94
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 18.233 em 01/2020 para 14.632 em 07/2026 (-19,7%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 898 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Minas Gerais: 2.129 empresas (14,6%)
- São Paulo: 1.540 empresas (10,5%)
- Paraná: 1.321 empresas (9,0%)
- Rio Grande do Sul: 1.248 empresas (8,5%)
- Bahia: 1.015 empresas (6,9%)
- Goiás: 836 empresas (5,7%)
- Mato Grosso: 748 empresas (5,1%)
- Maranhão: 723 empresas (4,9%)
- Pará: 634 empresas (4,3%)
- Santa Catarina: 467 empresas (3,2%)
- Ceará: 462 empresas (3,2%)
- Pernambuco: 427 empresas (2,9%)
- Mato Grosso do Sul: 409 empresas (2,8%)
- Rio de Janeiro: 373 empresas (2,5%)
- Piauí: 357 empresas (2,4%)
- Rondônia: 338 empresas (2,3%)
- Paraíba: 299 empresas (2,0%)
- Tocantins: 265 empresas (1,8%)
- Espírito Santo: 242 empresas (1,7%)
- Rio Grande do Norte: 186 empresas (1,3%)
- Alagoas: 160 empresas (1,1%)
- Sergipe: 116 empresas (0,8%)
- Acre: 104 empresas (0,7%)
- Amazonas: 98 empresas (0,7%)
- Distrito Federal: 63 empresas (0,4%)
- Roraima: 55 empresas (0,4%)
- Amapá: 16 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Farmácias Veterinárias existem no Brasil?
São 14.631 empresas ativas e 1 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 792 aberturas contra 822 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
77,2% são microempresas, 14,7% de pequeno porte e 8,1% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 50.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4771-7/04 é o código da atividade econômica de Farmácias Veterinárias, que pertence à divisão de Comércio varejista, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Farmácias Veterinárias — CNAE 4771-7/04
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Comércio varejista
O setor contempla as atividades de revenda (venda sem transformação significativa) de bens de consumo novos e usados para o público em geral, preponderantemente para o consumidor final. O comércio varejista é organizado para vender mercadorias em pequenas quantidades ao consumidor final, representando, portanto, o último elo da cadeia de distribuição.
Inclui tanto o comércio tradicional em lojas abertas ao público como o varejo por meios não tradicionais por catálogo, porta-a-porta, televisão, internet, etc.
O setor também inclui
Este setor abrange ainda as unidades comerciais abertas ao público, em lojas com exposição de mercadorias, de produtos tais como computadores pessoais, artigos de papelaria, tintas ou madeira, ainda que parte das vendas realizadas não seja para uso pessoal ou doméstico.
A classificação das atividades do comércio varejista baseia-se na gama de produtos vendidos, sem distinção da forma de comercialização em loja ou fora de loja (por correio, catálogo, porta-a-porta, internet, etc.) e apóia-se em conceitos e convenções relativos a especialização e predominância Especialização: A especialidade é definida em função da gama de produtos vendidos, tomando como referência o conteúdo das classes discriminadas nos grupos 47.2, 47.5, 47.6, 47.7 e 47.8. Se os produtos contidos numa destas classes representam mais de 50% das vendas, trata-se de comércio especializado neste setor. Caso contrário, é preciso levar em conta a gama de produtos que representam mais de 5% do faturamento (ou de qualquer outra variável que o substitua). Com quatro classes ou menos, o comércio é especializado, sendo classificado na classe com maior peso. Com vendas distribuídas em mais de quatro classes, o comércio é não-especializado (grupo 47.1).
Se a unidade produtiva é um comércio-especializado, se classificará em algum dos grupos 47.2, 47.5, 47.6, 47.7 e 47.8 considerando para isso as regras definidas pelo método descendente (do nível mais agregado para os menos agregados).
Se, pelo contrário, a unidade compreende uma gama de produtos igual ou superior a cinco, trata-se de comércio não-especializado e se classificará no grupo 47.1.
Predominância: A predominância é definida, nas unidades não-especializadas, em função da participação da venda de alimentos, bebidas e fumo no faturamento total. Quando esta participação for de 35% ou mais, trata-se de comércio não-especializado com predominância alimentar. Neste caso, esta unidade se classificará em uma das seguintes classes: 47.11-3 ou 47.12-1.
Caso não ocorra esta situação, trata-se de comércio não-especializado com predominância não-alimentar, compreendido na classe 47.13-0.
Além da venda de mercadorias, há casos de comerciantes varejistas que prestam serviços pós-venda, tais como serviços de entrega, montagem e instalação. Como regra geral, os estabelecimentos que revendem mercadorias no varejo e que têm serviços pós-vendas são classificados neste setor.
Este setor abrange ainda as atividades usualmente associadas ao comércio, tais como: a classificação, fracionamento e acondicionamento quando realizadas na unidade comercial; a venda a varejo realizada por agentes comissionados e sob consignação (classificados nas classes dos produtos correspondentes) e a venda à varejo de combustíveis e lubrificantes para veículos automotores e motocicletas, e barcos de pequeno porte.
O que pertence a outros setores
Este ramo não inclui a venda de veículos automotores, motocicletas e componentes (divisão 45); a venda de bens destinados a usuários industriais (divisão 46); a venda de alimentos e bebidas para consumo no local (divisão 56); o aluguel de artigos de uso pessoal e doméstico (divisão 77).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- o comércio varejista de medicamentos e produtos farmacêuticos para uso humano e veterinário
- o comércio varejista de produtos da flora medicinal (fitoterápicos) e homeopáticos
Também faz parte do segmento
- o comércio de medicamentos produzidos no próprio estabelecimento através de fórmulas (farmácias de manipulação)
- a venda ao público de medicamentos produzidos em centrais de manipulação
O que fica fora deste segmento
- o comércio de produtos odontológicos: cera, compostos para restauração dentária e similares (46.45-1)
- os medicamentos produzidos em unidades centrais de manipulação (21.21-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
