📥 Contratações i
1.451
📤 Demissões i
1.463
⚖️ Saldo líquido i
-12
🔄 Situação i
Estagnado
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.773
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
52
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
51%
piso → teto
👥 Profissionais i
2.914
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,99
setor em retração
🔁 Rotatividade i
49.8%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.714
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Atacado de Papel contrataram 1.451 profissionais em regime CLT e desligaram 1.463 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 2.914 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está estagnado. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou igualdade nas contratações — cenário de estabilidade, favorável para planejamento orçamentário e projeções de workforce.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, PR, SC — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Atacado de Papel (CNAE 4686-9/01) movimentou 2.914 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 52 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.773. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 821 contratações e salário médio de R$ 2.031 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+5,1%
R$ 2.009 → R$ 2.112
SubindoVolume de contratações i
-16,1%
409 → 343 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,27
7,50 → 7,77 (índice)
EstávelIdade média i
-1,0 ano
33,2 → 32,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-4,3 p.p.
32,4% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
-0,3h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4686-9/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Atacado de Papel no Brasil
Empresas ativas i
861
734 matrizes e 127 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
116
12 meses até 07/2026
Fechadas i
47
12 meses até 07/2026
Existem 861 empresas ativas de Atacado de Papel no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 116 empresas abriram e 47 fecharam, um saldo positivo de 69. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 87 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+69
aberturas +30,3% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
87
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 88.800
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
169
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 836 em 01/2020 para 863 em 07/2026 (+3,2%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 77 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 354 empresas (41,1%)
- Paraná: 104 empresas (12,1%)
- Rio de Janeiro: 96 empresas (11,1%)
- Santa Catarina: 68 empresas (7,9%)
- Minas Gerais: 55 empresas (6,4%)
- Rio Grande do Sul: 41 empresas (4,8%)
- Espírito Santo: 28 empresas (3,3%)
- Pernambuco: 24 empresas (2,8%)
- Goiás: 21 empresas (2,4%)
- Distrito Federal: 12 empresas (1,4%)
- Amazonas: 9 empresas (1,0%)
- Bahia: 9 empresas (1,0%)
- Maranhão: 8 empresas (0,9%)
- Mato Grosso: 7 empresas (0,8%)
- Ceará: 6 empresas (0,7%)
- Rio Grande do Norte: 6 empresas (0,7%)
- Alagoas: 4 empresas (0,5%)
- Rondônia: 2 empresas (0,2%)
- Tocantins: 2 empresas (0,2%)
- Mato Grosso do Sul: 2 empresas (0,2%)
- Pará: 1 empresas (0,1%)
- Amapá: 1 empresas (0,1%)
- Piauí: 1 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Atacado de Papel existem no Brasil?
São 861 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 116 aberturas contra 47 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
49,5% são microempresas, 28,2% de pequeno porte e 22,3% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 88.800.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4686-9/01 é o código da atividade econômica de Atacado de Papel, que pertence à divisão de Comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Escopo de atuação do segmento de Atacado de Papel — CNAE 4686-9/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas
O setor contempla as atividades de venda por atacado de mercadorias, exceto de veículos automotores e motocicletas, quer realizada por comerciante atacadista ou por representante ou agente do comércio. Em geral, esta venda é uma etapa intermediária da distribuição de mercadorias; e está organizada para vender mercadorias em grandes quantidades a varejistas, a empresas, estabelecimentos agropecuários, cooperativas e a uma clientela institucional.
Entretanto, alguns atacadistas, sobretudo os que fornecem bens de capital de grande porte, vendem mercadorias por unidade aos usuários finais.
As atividades dos representantes e agentes do comércio que, sob contrato, comercializam a mercadoria em nome de terceiros ou fazem a intermediação entre vendedores e compradores de mercadorias no atacado, são compreendidas no grupo 46.1 e as atividades dos atacadistas que compram as mercadorias que revendem são tratadas nos grupos 46.2, 46.3, 46.4, 46.5, 46.6, 46.7, 46.8 e 46.9.
Atividades complementares do setor
O setor inclui ainda as manipulações habituais do comércio atacadista - montagem, classificação e agrupamento de produtos em grande escala, fracionamento, acondicionamento e envasamento, redistribuição em recipientes de menor escala - quando realizadas por conta própria e as atividades de representantes comerciais e agentes do comércio atacadista realizadas via internet.
Atividades classificadas em outros setores
Este setor não contempla o comércio de veículos automotores e motocicletas, peças e acessórios (divisão 45); o aluguel de máquinas e equipamentos sem operadores, de objetos pessoais e utilidades domésticas (divisão 77) e as atividades de fracionamento, acondicionamento e envasamento sob contrato (82.92-0).
O que entra neste segmento
- o comércio atacadista de papel e papelão em bruto, como produto intermediário de uso predominantemente industrial.
- o comércio atacadista de embalagens de papel e papelão para qualquer uso
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- o comércio atacadista de papel e papelão usados (46.87-7)
- o comércio atacadista de papel e seus artefatos (46.47-8)
- o comércio atacadista de artigos descartáveis em geral (copos, talheres, guardanapos, embalagens para alimentos preparados e outros similares (46.49-4)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
