Reciclagem de Alumínio — CNAE 3831-9/01 — Salários Brasil

Pesquisa cargos e salários de empresas do segmento de Recuperação de Sucatas de Alumínio em todo Brasil — CNAE 3831-9/01 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 3831-9/01

Atualizado em • 3.887 movimentações

📥 Contratações i

2.066

📤 Demissões i

1.821

⚖️ Saldo líquido i

+245

🔄 Situação i

Com baixa demanda

💰 Salário médio do setor i

R$ 2.215

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

47

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

24%

piso → teto

👥 Profissionais i

3.887

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

1,13

setor aquecido

🔁 Rotatividade i

46.8%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 3.766

estimado com encargos

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

50

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estável

Saldo: 245 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 46,9% • Volume: 3.887

Fonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026

Empresas do segmento de Reciclagem de Alumínio contrataram 2.066 profissionais em regime CLT e desligaram 1.821 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 3.887 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está com baixa demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou uma queda de 6.12% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.

Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RS, RJ — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Reciclagem de Alumínio (CNAE 3831-9/01) movimentou 3.887 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 47 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.215. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 1.056 contratações e salário médio de R$ 2.029 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


67

Índice de Futuro Setorial i

Evoluindo
💰

Salário real do setor i

+5,3%

R$ 1.900 → R$ 2.000

Subindo
📈

Volume de contratações i

+30,5%

462 → 603 admissões

Acelerando
📚

Escolaridade i

+0,01

6,89 → 6,90 (índice)

Estável
🎂

Idade média i

+1,2 anos

33,3 → 34,5 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

-3,9 p.p.

16,3% mulheres no trimestre

Mais homens
🕐

Jornada semanal i

-0,2h

43h → 43h semanais

Estável

No Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando, salário subindo e mais homens.

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3831-9/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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🏙️ Pesquisa por Cidade

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🏅 Cargos e Salários Gerenciais

Gestão e liderança • Brasil

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.

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⚙️ Cargos e Salários Operacionais

Operacional e técnico • Brasil

Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.

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🔗 Setores relacionados

Segmentos com atividade similar ou complementar


🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas

CNAE 3831-9/01 é o código da atividade econômica de Reciclagem de Alumínio, que pertence à divisão de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.

E Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação
38 Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais
38.3 Recuperação de materiais
38.31-9 Recuperação de materiais metálicos
3831-9/01 Reciclagem de Alumínio

📋 Escopo de atuação do segmento de Reciclagem de Alumínio — CNAE 3831-9/01

Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)

Como funciona o setor de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais

Este setor envolve a coleta, tratamento e disposição de resíduos e a operação de estações de recuperação de materiais descartados.

Atividades classificadas em outros setores

O setor não engloba a fabricação de produtos novos a partir de matérias-primas secundárias, classificada de acordo com os produtos fabricados (seção C); a revenda de sucatas e resíduos sem qualquer tipo de tratamento (seção G - divisão 46) e o comércio de artigos resultantes de demolição (seção G - divisão 47).

O que entra neste segmento

  • a seleção de metais ferrosos e não ferrosos descartados
  • a trituração mecânica de sucatas de metálicas com a subseqüente classificação e separação
  • a redução mecânica de peças de ferro volumosas, p. ex. vagões ferroviários
  • o corte, a prensagem, a compactação ou outros métodos de tratamento mecânico como o para redução de volume de materiais metálicos em geral
  • a desmontagem de navios

Atividades complementares incluídas

  • a recuperação de metais de resíduos fotográficos

Atividades que não fazem parte deste CNAE

  • a fabricação de novos produtos a partir de matéria prima metálica recuperada (Seção C
  • divisão 25)
  • o tratamento e a disposição de resíduos não-perigosos (38.21-1)
  • a recuperação de materiais plásticos (38.32-7)
  • a recuperação de outros materiais - exceto metais e plásticos (38.39-4)
  • o desmanche de veículos, máquinas e outros tipos de equipamentos para a obtenção de partes utilizáveis para revenda (seção G)
  • o comércio de desperdícios, resíduos e sucatas inclusive com o recolhimento, seleção e comercialização, sem qualquer transformação (46.87-5)

Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.


Reciclagem de Alumínio - CNAE 3831-9/01