📥 Contratações i
4.119
📤 Demissões i
3.869
⚖️ Saldo líquido i
+250
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.542
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
94
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
37%
piso → teto
👥 Profissionais i
7.988
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,06
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
48.4%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.321
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Reciclagem de Metais contrataram 4.119 profissionais em regime CLT e desligaram 3.869 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 7.988 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 13.47% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são MG, SP, AM — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Reciclagem de Metais (CNAE 3831-9/99) movimentou 7.988 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 94 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.542. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 1.326 contratações e salário médio de R$ 2.000 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+5,7%
R$ 2.000 → R$ 2.114
SubindoVolume de contratações i
-10,4%
1.188 → 1.065 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,69
6,70 → 7,39 (índice)
QualificandoIdade média i
-0,8 anos
33,6 → 32,8 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+1,8 p.p.
14,8% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3831-9/99) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Reciclagem de Metais no Brasil
Empresas ativas i
1.941
1.776 matrizes e 165 filiais
MEIs ativos i
3.868
66,6% do total de CNPJs
Abertas i
135
12 meses até 07/2026
Fechadas i
150
12 meses até 07/2026
Existem 1.941 empresas ativas de Reciclagem de Metais no Brasil, além de 3.868 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 135 empresas abriram e 150 fecharam, um saldo negativo de 15. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 399 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-15
aberturas -10,0% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
399
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 30.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
212
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 2.003 em 01/2020 para 1.944 em 07/2026 (-2,9%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 358 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 481 empresas (24,8%)
- Minas Gerais: 246 empresas (12,7%)
- Rio de Janeiro: 184 empresas (9,5%)
- Rio Grande do Sul: 153 empresas (7,9%)
- Paraná: 113 empresas (5,8%)
- Santa Catarina: 98 empresas (5,0%)
- Pernambuco: 89 empresas (4,6%)
- Bahia: 78 empresas (4,0%)
- Goiás: 72 empresas (3,7%)
- Pará: 56 empresas (2,9%)
- Ceará: 55 empresas (2,8%)
- Espírito Santo: 40 empresas (2,1%)
- Distrito Federal: 35 empresas (1,8%)
- Amazonas: 31 empresas (1,6%)
- Maranhão: 29 empresas (1,5%)
- Rio Grande do Norte: 29 empresas (1,5%)
- Mato Grosso: 26 empresas (1,3%)
- Mato Grosso do Sul: 23 empresas (1,2%)
- Paraíba: 20 empresas (1,0%)
- Rondônia: 15 empresas (0,8%)
- Alagoas: 15 empresas (0,8%)
- Sergipe: 13 empresas (0,7%)
- Amapá: 12 empresas (0,6%)
- Tocantins: 11 empresas (0,6%)
- Piauí: 11 empresas (0,6%)
- Roraima: 5 empresas (0,3%)
- Acre: 1 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Reciclagem de Metais existem no Brasil?
São 1.941 empresas ativas e 3.868 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 135 aberturas contra 150 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
78,3% são microempresas, 9,8% de pequeno porte e 11,9% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 30.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 3831-9/99 é o código da atividade econômica de Reciclagem de Metais, que pertence à divisão de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que abrange o segmento de Reciclagem de Metais — CNAE 3831-9/99
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Entenda o setor de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais
Este setor envolve a coleta, tratamento e disposição de resíduos e a operação de estações de recuperação de materiais descartados.
Limites do setor: outras divisões
O setor não engloba a fabricação de produtos novos a partir de matérias-primas secundárias, classificada de acordo com os produtos fabricados (seção C); a revenda de sucatas e resíduos sem qualquer tipo de tratamento (seção G - divisão 46) e o comércio de artigos resultantes de demolição (seção G - divisão 47).
Atividades compreendidas neste CNAE
- a seleção de metais ferrosos e não ferrosos descartados
- a trituração mecânica de sucatas de metálicas com a subseqüente classificação e separação
- a redução mecânica de peças de ferro volumosas, p. ex. vagões ferroviários
- o corte, a prensagem, a compactação ou outros métodos de tratamento mecânico como o para redução de volume de materiais metálicos em geral
- a desmontagem de navios
Atividades adicionais do segmento
- a recuperação de metais de resíduos fotográficos
Atividades classificadas em outros CNAEs
- a fabricação de novos produtos a partir de matéria prima metálica recuperada (Seção C
- divisão 25)
- o tratamento e a disposição de resíduos não-perigosos (38.21-1)
- a recuperação de materiais plásticos (38.32-7)
- a recuperação de outros materiais - exceto metais e plásticos (38.39-4)
- o desmanche de veículos, máquinas e outros tipos de equipamentos para a obtenção de partes utilizáveis para revenda (seção G)
- o comércio de desperdícios, resíduos e sucatas inclusive com o recolhimento, seleção e comercialização, sem qualquer transformação (46.87-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
