📥 Contratações i
6.532
📤 Demissões i
6.227
⚖️ Saldo líquido i
+305
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.572
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
116
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
38%
piso → teto
👥 Profissionais i
12.759
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,05
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
48.8%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.372
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Reciclagem contrataram 6.532 profissionais em regime CLT e desligaram 6.227 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 12.759 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 8.9% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, SC — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Reciclagem (CNAE 3839-4/99) movimentou 12.759 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 116 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.572. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 3.067 contratações e salário médio de R$ 2.009 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
+3,6%
R$ 1.964 → R$ 2.035
SubindoVolume de contratações i
-10,3%
1.823 → 1.636 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,13
6,54 → 6,41 (índice)
EstávelIdade média i
+0,9 anos
33,6 → 34,5 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+1,3 p.p.
21,6% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,2h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3839-4/99) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Reciclagem no Brasil
Empresas ativas i
2.676
2.459 matrizes e 217 filiais
MEIs ativos i
3.299
55,2% do total de CNPJs
Abertas i
193
12 meses até 07/2026
Fechadas i
152
12 meses até 07/2026
Existem 2.676 empresas ativas de Reciclagem no Brasil, além de 3.299 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 193 empresas abriram e 152 fecharam, um saldo positivo de 41. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 450 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+41
aberturas +9,7% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
450
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 30.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
244
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 3.063 em 01/2020 para 2.675 em 07/2026 (-12,7%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 445 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 768 empresas (28,7%)
- Minas Gerais: 286 empresas (10,7%)
- Paraná: 263 empresas (9,8%)
- Santa Catarina: 256 empresas (9,6%)
- Rio Grande do Sul: 205 empresas (7,7%)
- Rio de Janeiro: 145 empresas (5,4%)
- Goiás: 120 empresas (4,5%)
- Bahia: 106 empresas (4,0%)
- Ceará: 86 empresas (3,2%)
- Pernambuco: 62 empresas (2,3%)
- Espírito Santo: 62 empresas (2,3%)
- Pará: 42 empresas (1,6%)
- Mato Grosso do Sul: 36 empresas (1,3%)
- Mato Grosso: 33 empresas (1,2%)
- Paraíba: 31 empresas (1,2%)
- Rio Grande do Norte: 30 empresas (1,1%)
- Distrito Federal: 30 empresas (1,1%)
- Maranhão: 21 empresas (0,8%)
- Amazonas: 20 empresas (0,7%)
- Rondônia: 19 empresas (0,7%)
- Alagoas: 16 empresas (0,6%)
- Tocantins: 11 empresas (0,4%)
- Piauí: 11 empresas (0,4%)
- Sergipe: 11 empresas (0,4%)
- Acre: 2 empresas (0,1%)
- Roraima: 2 empresas (0,1%)
- Amapá: 2 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Reciclagem existem no Brasil?
São 2.676 empresas ativas e 3.299 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 193 aberturas contra 152 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
66,6% são microempresas, 14,9% de pequeno porte e 18,5% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 30.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 3839-4/99 é o código da atividade econômica de Reciclagem, que pertence à divisão de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que abrange o segmento de Reciclagem — CNAE 3839-4/99
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Entenda o setor de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais
Este setor envolve a coleta, tratamento e disposição de resíduos e a operação de estações de recuperação de materiais descartados.
Limites do setor: outras divisões
O setor não engloba a fabricação de produtos novos a partir de matérias-primas secundárias, classificada de acordo com os produtos fabricados (seção C); a revenda de sucatas e resíduos sem qualquer tipo de tratamento (seção G - divisão 46) e o comércio de artigos resultantes de demolição (seção G - divisão 47).
Atividades compreendidas neste CNAE
- a trituração, a limpeza e a classificação de vidro
- a recuperação de aparas e desperdícios de papel e papelão, para a produção de matéria-prima secundária
- a recuperação de borracha, como pneus usados, para a produção de matéria-prima secundária
- a trituração, limpeza e triagem de outros desperdícios não especificados anteriormente, para a obtenção de matéria-prima secundária
- o processamento de outros resíduos de alimentos, bebidas e fumo e substâncias residuais em matérias-primas secundárias
Atividades adicionais do segmento
- a obtenção de compostos orgânicos para fertilização do solo a partir de processo de degradação biológica de resíduos orgânicos não-perigosos, tais como restos de alimentos, estercos animais, restos de culturas agrícolas, bem como a porção orgânica dos resíduos sólidos urbanos
Atividades classificadas em outros CNAEs
- a fabricação de novos produtos a partir de matéria-prima recuperada (Seção C)
- a fabricação de produtos intermediários para fertilizantes (20.12-6)
- a obtenção de adubos e fertilizantes a partir da mistura de componentes químicos inorgânicos (20.13-4)
- o reprocessamento de combustíveis nucleares (20.19-3)
- o tratamento e a disposição de resíduos não-perigosos (38.21-1)
- o tratamento e a disposição de resíduos perigosos contaminados de hospitais, etc. (38.22-0)
- o desmanche de veículos, computadores, televisores e outros tipos de equipamentos para a obtenção de partes utilizáveis para revenda (seção G)
- o comércio de desperdícios, resíduos e sucatas, inclusive com o recolhimento, seleção e comercialização, sem qualquer transformação (seção G)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
