📥 Contratações i
1.555
📤 Demissões i
1.696
⚖️ Saldo líquido i
-141
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.224
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
53
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
43%
piso → teto
👥 Profissionais i
3.251
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,92
setor em retração
🔁 Rotatividade i
47.8%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.481
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Fornos Industriais contrataram 1.555 profissionais em regime CLT e desligaram 1.696 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 3.251 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 29.51% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MA, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Fornos Industriais (CNAE 2821-6/01) movimentou 3.251 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 53 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.224. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 801 contratações e salário médio de R$ 2.107 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+7,5%
R$ 2.272 → R$ 2.442
SubindoVolume de contratações i
-29,6%
396 → 279 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,11
7,71 → 7,82 (índice)
EstávelIdade média i
+0,2 anos
32,9 → 33,1 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+4,7 p.p.
23,7% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário subindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2821-6/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Fábricas de Fornos Industriais no Brasil
Empresas ativas i
300
278 matrizes e 22 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
14
12 meses até 07/2026
Fechadas i
12
12 meses até 07/2026
Existem 300 empresas ativas de Fábricas de Fornos Industriais no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 14 empresas abriram e 12 fecharam, um saldo positivo de 2. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 21 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+2
aberturas menos fechamentos
Inativadas pela Receita i
21
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 97.900
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
518
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 381 em 01/2020 para 300 em 07/2026 (-21,3%).
A queda em 05/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 15 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 123 empresas (41,0%)
- Minas Gerais: 44 empresas (14,7%)
- Paraná: 32 empresas (10,7%)
- Rio Grande do Sul: 22 empresas (7,3%)
- Santa Catarina: 19 empresas (6,3%)
- Rio de Janeiro: 9 empresas (3,0%)
- Goiás: 9 empresas (3,0%)
- Pernambuco: 8 empresas (2,7%)
- Ceará: 6 empresas (2,0%)
- Amazonas: 4 empresas (1,3%)
- Bahia: 4 empresas (1,3%)
- Espírito Santo: 4 empresas (1,3%)
- Maranhão: 3 empresas (1,0%)
- Mato Grosso do Sul: 3 empresas (1,0%)
- Pará: 2 empresas (0,7%)
- Piauí: 2 empresas (0,7%)
- Paraíba: 2 empresas (0,7%)
- Mato Grosso: 2 empresas (0,7%)
- Distrito Federal: 2 empresas (0,7%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fábricas de Fornos Industriais existem no Brasil?
São 300 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 14 aberturas contra 12 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
49,7% são microempresas, 23,3% de pequeno porte e 27,0% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 97.900.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 2821-6/01 é o código da atividade econômica de Fábricas de Fornos Industriais, que pertence à divisão de Fabricação de máquinas e equipamentos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Escopo de atuação do segmento de Fábricas de Fornos Industriais — CNAE 2821-6/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Fabricação de máquinas e equipamentos
Este setor reúne a fabricação de máquinas e equipamentos, inclusive os componentes mecânicos, partes e peças, para as atividades industriais, agrícolas, extração mineral e construção, transporte e elevação de cargas e pessoas, para ventilação, refrigeração, instalações térmicas ou outras atividades semelhantes.
Esta divisão distingue a fabricação de máquinas para uso geral (grupo 28.2), que são as usadas por uma grande variedade de indústrias, no comércio e nos serviços e as máquinas de uso específico (grupo 28.6), cujo uso é exclusivo em indústrias ou em grupamento de indústrias da CNAE.
Atividades complementares do setor
O ramo abrange ainda a fabricação de ferramentas elétricas, a fabricação de peças para máquinas e equipamentos produzidos neste setor e a instalação, manutenção e reparação de máquinas e equipamentos produzidos neste setor, quando realizadas pelo próprio fabricante.
Atividades classificadas em outros setores
Este setor não abrange a instalação, manutenção e reparação de máquinas e equipamentos compreendidos neste setor, quando executadas por empresa especializada (divisão 33); a instalação, manutenção e reparação, sob contrato, de elevadores e escadas rolantes (divisão 43); a instalação de ar refrigerado central (divisão 43); a instalação, reparação e manutenção de ar-condicionado para veículos (divisão 45) e a reparação e manutenção de aparelhos de ar condicionado domésticos (divisão 95).
O que entra neste segmento
- a fabricação de fornos elétricos para siderurgia, metalurgia e outras aplicações industriais
- a fabricação de estufas, secadores, evaporadores, trocadores de calor, fornos não-elétricos e semelhantes
- a fabricação de máquinas, aparelhos e equipamentos para instalações térmicas alimentados por energia solar
- a fabricação de equipamentos de aquecimento não-elétricos de montagem permanente (p. ex. alimentados por energia solar)
- a fabricação de incineradores
- a fabricação de aquecedores para piscinas
Atividades complementares incluídas
- a fabricação de peças e acessórios para aparelhos e equipamentos para instalações térmicas
- a instalação, manutenção e reparação de equipamentos para instalações térmicas, quando executadas pelo fabricante
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a fabricação de fornos elétricos para uso doméstico (grupo 27.5)
- a fabricação de fornos não-elétricos para padarias, para tratamento de alimentos e bebidas mediante troca de temperatura (pasteurização, condensação) e para secagem de produtos agrícolas (28.62-3)
- a fabricação de fornos não-elétricos para a produção de celulose e papel (28.65-8)
- a fabricação de fornos e esterilizadores para uso médico-hospitalar e de laboratório (32.50-7)
- a manutenção e reparação de equipamentos para instalações térmicas, quando executadas por empresa especializada (33.14-7)
- a instalação de equipamentos para instalações térmicas, quando executada por empresa especializada (33.21-0)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
