📥 Contratações i
1.795
📤 Demissões i
1.909
⚖️ Saldo líquido i
-114
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 4.180
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
73
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
84%
piso → teto
👥 Profissionais i
3.704
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,94
setor em retração
🔁 Rotatividade i
48.5%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 7.105
estimado com encargos
📅 Período analisado i
07/2025
até 06/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 07/2025 a 06/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Equipamentos de Transmissão contrataram 1.795 profissionais em regime CLT e desligaram 1.909 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 3.704 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 07/2025 e 06/2026, registrou um aumento de 25.84% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, PR, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 07/2025 a 06/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Equipamentos de Transmissão (CNAE 2631-1/00) movimentou 3.704 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 73 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 4.180. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 657 contratações e salário médio de R$ 2.204 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+4,2%
R$ 2.298 → R$ 2.395
SubindoVolume de contratações i
+27,4%
416 → 530 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-1,81
10,31 → 8,50 (índice)
DesqualificandoIdade média i
-0,6 anos
32,2 → 31,6 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-3,4 p.p.
39,6% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 07/2025 a 06/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume acelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2631-1/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (07/2025) com os 3 últimos (06/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 2631-1/00 é o código da atividade econômica de Fábricas de Equipamentos de Transmissão, que pertence à divisão de Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 O que faz o segmento de Fábricas de Equipamentos de Transmissão — CNAE 2631-1/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos
Os produtos deste setor caracterizam-se principalmente pelo uso de circuitos integrados e a aplicação de tecnologias altamente especializadas.
O setor contempla a fabricação de componentes eletrônicos, a fabricação de computadores e periféricos de computadores, a fabricação de equipamentos de comunicação e produtos eletrônicos semelhantes, a fabricação de produtos eletrônicos de consumo, a fabricação de equipamentos de medida, teste, navegação e controle, a fabricação de cronômetros e relógios, a fabricação de equipamentos de irradiação, eletromédicos e eletroterapêuticos e de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos.
O setor também inclui
O setor também inclui a fabricação de mídias magnéticas ou ópticas.
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a fabricação de equipamentos transmissores de rádio e televisão
- a fabricação de equipamentos de radiodifusão, inclusive câmaras de televisão, circuitos fechados de televisão, etc.
- a fabricação de equipamentos para estações telefônicas (centrais telefônicas, mesas comutadoras, ramais de mesas telefônicas, etc.)
- a fabricação de aparelhos de teleimpressão, radiocomunicação, radiotelefonia (mesmo para equipamentos de transporte)
- a fabricação de aparelhos de modem
- a fabricação de equipamentos de alarme contra incêndio e roubo emissores de sinais a uma estação central de controle
- a fabricação de aparelhos e equipamentos para estações de microondas e repetidoras
- a fabricação de outros equipamentos de telecomunicações, não especificadas anteriormente
Também faz parte do segmento
- a fabricação de componentes, peças e acessórios para equipamentos transmissores de comunicação
O que fica fora deste segmento
- a fabricação de componentes eletrônicos para equipamentos de comunicação (26.10-8)
- a fabricação de computadores (26.21-3) e equipamentos periféricos (26.22-1)
- a fabricação de aparelhos e equipamentos eletrônicos de consumo (26.40-0)
- a fabricação de placares eletrônicos (27.90-2)
- a fabricação de aparelhos de alarme contra incêndio e roubo, não ligados a uma central de controle (27.90-2)
- a fabricação de sinais luminosos (semáforos) (27.90-2)
- a manutenção e reparação de sistemas de segurança eletrônicos (alarmes de incêndio, roubo, etc) ligados a uma central de controle (80.20-0)
- a manutenção e a reparação de equipamentos transmissores de comunicação, quando executadas por empresa especializada (95.12-6)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
