📥 Contratações i
483
📤 Demissões i
881
⚖️ Saldo líquido i
-398
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 7.568
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
39
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
72%
piso → teto
👥 Profissionais i
1.364
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,55
setor em retração
🔁 Rotatividade i
35.4%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 12.865
estimado com encargos
📅 Período analisado i
07/2025
até 06/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 07/2025 a 06/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Material Bélico contrataram 483 profissionais em regime CLT e desligaram 881 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 1.364 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 07/2025 e 06/2026, registrou um aumento de 97.58% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, PR — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 07/2025 a 06/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Material Bélico (CNAE 2550-1/01) movimentou 1.364 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 39 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 7.568. A ocupação mais contratada no setor é Operador de produção (química, petroquímica e afins), com 162 contratações e salário médio de R$ 3.418 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TransformandoSalário real do setor i
+268,6%
R$ 1.958 → R$ 7.218
SubindoVolume de contratações i
+991,9%
37 → 404 admissões
AcelerandoEscolaridade i
+11,03
7,38 → 18,41 (índice)
QualificandoIdade média i
+12,6 anos
33,5 → 46,1 anos
EnvelhecendoGênero (% feminino) i
+7,5 p.p.
12,9% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
+0,3h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 07/2025 a 06/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, volume acelerando, salário subindo, mais mulheres e perfil envelhecendo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2550-1/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (07/2025) com os 3 últimos (06/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 2550-1/01 é o código da atividade econômica de Fábricas de Material Bélico, que pertence à divisão de Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Escopo de atuação do segmento de Fábricas de Material Bélico — CNAE 2550-1/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos
Este setor envolve a fabricação de produtos de metal como estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada para diversas aplicações, caldeiras, tanques e reservatórios metálicos utilizados como instalação para armazenamento e uso industrial e a fabricação de produtos de serralheria, forjaria, estamparia, funilaria, metalurgia de pó, artigos de cutelaria, embalagens metálicas e ferramentas.
Atividades complementares do setor
Este setor abrange ainda a fabricação de artefatos metálicos para uso doméstico, a fabricação de armas e munições e os serviços de tratamento de metais.
Atividades classificadas em outros setores
O setor não engloba a manutenção, reparação e instalação realizadas por empresas especializadas (divisão 33).
O que entra neste segmento
- a fabricação de equipamento bélico pesado (metralhadoras, armas e elementos de artilharia, canhões navais, aéreos, lança-bombas, foguetes)
- a fabricação de armas de fogo (revólveres e pistolas, fuzis, automáticos ou não, metralhadoras, espingardas, carabinas e rifles para caça e esporte e semelhantes)
Atividades complementares incluídas
- a fabricação, carregamento e montagem de munições para equipamento bélico pesado (inclusive a fabricação de bombas, torpedos, minas, granadas, cargas de profundidade, foguete-bazuca e outros similares)
- a fabricação de munições para armas de fogo, inclusive para caça e esporte
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a fabricação de tanques e carros de combate, inclusive anfíbios e similares (30.50-4)
- a fabricação de aeronaves militares (30.41-5)
- a fabricação de veículos terrestres para transporte de tropas (divisão 29)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
