📥 Contratações i
96
📤 Demissões i
95
⚖️ Saldo líquido i
+1
🔄 Situação i
Estagnado
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.281
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
5
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
18%
piso → teto
👥 Profissionais i
191
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,01
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 3.879
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Corretagem de Commodities contrataram 96 profissionais em regime CLT e desligaram 95 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 191 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está estagnado. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou igualdade nas contratações — cenário de estabilidade, favorável para planejamento orçamentário e projeções de workforce.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Corretagem de Commodities (CNAE 6612-6/04) movimentou 191 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 5 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.281. A ocupação mais contratada no setor é Auxiliar de escritório, com 35 contratações e salário médio de R$ 2.252 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+15,5%
R$ 2.035 → R$ 2.350
SubindoVolume de contratações i
-20,0%
25 → 20 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+1,68
5,72 → 7,40 (índice)
QualificandoIdade média i
+0,2 anos
31,7 → 31,9 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+18,0 p.p.
50,0% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
-0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, volume desacelerando, salário subindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6612-6/04) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Corretagem de Commodities no Brasil
Empresas ativas i
488
418 matrizes e 70 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
60
12 meses até 07/2026
Fechadas i
28
12 meses até 07/2026
Existem 488 empresas ativas de Corretagem de Commodities no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 60 empresas abriram e 28 fecharam, um saldo positivo de 32. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 83 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+32
aberturas -24,1% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
83
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 80.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
20
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 510 em 01/2020 para 488 em 07/2026 (-4,3%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 76 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 113 empresas (23,2%)
- Minas Gerais: 105 empresas (21,5%)
- Rio Grande do Sul: 43 empresas (8,8%)
- Paraná: 37 empresas (7,6%)
- Mato Grosso: 36 empresas (7,4%)
- Espírito Santo: 26 empresas (5,3%)
- Santa Catarina: 20 empresas (4,1%)
- Mato Grosso do Sul: 20 empresas (4,1%)
- Goiás: 16 empresas (3,3%)
- Maranhão: 12 empresas (2,5%)
- Bahia: 9 empresas (1,8%)
- Rio de Janeiro: 9 empresas (1,8%)
- Rondônia: 7 empresas (1,4%)
- Ceará: 7 empresas (1,4%)
- Distrito Federal: 6 empresas (1,2%)
- Alagoas: 5 empresas (1,0%)
- Tocantins: 4 empresas (0,8%)
- Amazonas: 3 empresas (0,6%)
- Pará: 3 empresas (0,6%)
- Pernambuco: 2 empresas (0,4%)
- Acre: 1 empresas (0,2%)
- Roraima: 1 empresas (0,2%)
- Piauí: 1 empresas (0,2%)
- Rio Grande do Norte: 1 empresas (0,2%)
- Paraíba: 1 empresas (0,2%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Corretagem de Commodities existem no Brasil?
São 488 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 60 aberturas contra 28 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
37,1% são microempresas, 24,2% de pequeno porte e 38,7% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 80.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 6612-6/04 é o código da atividade econômica de Corretagem de Commodities, que pertence à divisão de Atividades auxiliares dos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Corretagem de Commodities — CNAE 6612-6/04
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Atividades auxiliares dos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde
Este ramo da economia engloba as atividades vinculadas aos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde, sem que se constituam por si mesmas algum desses serviços.
Atividades que fazem parte deste CNAE
- as atividades das instituições que atuam na compra, venda e distribuição de títulos e valores mobiliários. São típicas do mercado acionário, operando em negociações à vista e nos mercados derivativos, por conta própria e de terceiros, no recinto das bolsas de valores e das bolsas de mercadorias e de futuros, e em caráter não exclusivo, no mercado aberto e no balcão. Deve constar em sua razão social a expressão “Corretora de Títulos de Valores Mobiliários”
- as atividades das instituições especializadas na distribuição de títulos e valores mobiliários no mercado. Não têm acesso às bolsas de valores. Deve constar em sua razão social a expressão “Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários”
- as atividades de intermediação em operações de câmbio e a prática de operações no mercado de câmbio de taxas flutuantes realizadas por sociedades corretoras de câmbio. Deve constar em sua razão social a expressão “Corretora de Câmbio”
- as atividades das corretoras de contratos de mercadorias
- as atividades de distribuição e intermediação de títulos, valores mobiliários, quotas de fundos de investimentos e derivativos sob a responsabilidade e como preposto das instituições integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários. São atividades exercidas por pessoa natural ou jurídica uniprofissional (agente autônomo de investimento)
O que fica fora deste segmento
- as casas de câmbio (66.19-3)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
