Mercearias — CNAE 4712-1/00 — Estado de São Paulo

Pesquisa cargos e salários do segmento de Minimercados, Mercearias e Armazéns no estado de São Paulo — CNAE 4712-1/00 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 4712-1/00

Atualizado em • 161.751 movimentações

📥 Contratações i

83.065

📤 Demissões i

78.686

⚖️ Saldo líquido i

+4.379

🔄 Situação i

Com altíssima demanda

💰 Salário médio do setor i

R$ 2.448

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

148

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

43%

piso → teto

👥 Profissionais i

161.751

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

1,06

setor aquecido

🔁 Rotatividade i

48.6%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 4.162

estimado com encargos

📅 Período analisado i

04/2025

até 03/2026

60

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estavel

Saldo: 4.379 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 48,7% • Volume: 161.751

Fonte: Portal Salário / CAGED • SP • 04/2025 a 03/2026

Empresas do segmento de Mercearias no estado de São Paulo contrataram 83.065 profissionais em regime CLT e desligaram 78.686 nos últimos 12 meses, totalizando 161.751 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores regionais que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está com altíssima demanda no estado de São Paulo. No comparativo entre os meses de 04/2025 e 03/2026, registrou um aumento de 13.73% nas contratações — pressão competitiva por talentos na localidade que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial e marca empregadora.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • SP • Trimestres: 04/2025 a 03/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Mercearias (CNAE 4712-1/00) movimentou 161.751 vagas CLT no estado de São Paulo nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 148 cargos distintos, com salário médio setorial local de R$ 2.448. A ocupação mais contratada no estado de São Paulo é Atendente de lojas e mercados, com 49.873 contratações e salário médio de R$ 1.969 — referência central para benchmarks regionais de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


64

Índice de Futuro Setorial i

Estável
💰

Salário real do setor i

+6,3%

R$ 1.976 → R$ 2.100

Subindo
📈

Volume de contratações i

+11,1%

19.977 → 22.188 admissões

Acelerando
📚

Escolaridade i

+0,00

6,85 → 6,85 (índice)

Estável
🎂

Idade média i

+0,0 anos

30,1 → 30,1 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

+0,3 p.p.

57,8% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

+0,0h

44h → 44h semanais

Estável

No estado de São Paulo, nos últimos 12 meses (trimestres 04/2025 a 03/2026), o setor de Mercearias apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores regionais de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios na localidade. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação regionais. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas e tendências de consumo do próprio setor na região. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4712-1/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT no estado de São Paulo nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis no estado de São Paulo. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (04/2025) com os 3 últimos (03/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor localmente.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor na região hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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Gestão e liderança • SP

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor no estado de São Paulo — essencial para diretores executivos, CEOs regionais e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus na localidade.

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Operacional e técnico • SP

Benchmark salarial da base operacional do setor no estado de São Paulo — referência direta para gestores regionais de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios locais.

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