📥 Contratações i
374
📤 Demissões i
362
⚖️ Saldo líquido i
+12
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.516
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
13
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
34%
piso → teto
👥 Profissionais i
736
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,03
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.2%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.277
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • São Paulo/SP • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Clínicas Geriátricas em São Paulo, SP contrataram 374 profissionais em regime CLT e desligaram 362 nos últimos 12 meses, totalizando 736 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores regionais que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda em São Paulo, SP. No comparativo entre os meses de 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 7.69% nas contratações — pressão competitiva por talentos na localidade que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial e marca empregadora.
O que faz o segmento de Clínicas Geriátricas — CNAE 8711-5/01
- o fornecimento de serviços em clínicas e residências geriátricas ou domicílios coletivos para idosos que não têm condições de saúde e/ou não desejam viver de forma independente. A infra-estrutura oferecida por estes locais, inclui além do fornecimento de alojamento e alimentação, cuidados médicos e psicológicos, serviços de enfermagem e de acompanhantes
- as atividades de assistência social a idosos sem condições econômicas para se manterem prestadas em estabelecimentos públicos, filantrópicos ou privados (asilos) equipados para atender a necessidades de alojamento, alimentação, higiene e lazer. Estes estabelecimentos podem oferecer cuidados médicos esporádicos
- o fornecimento de serviços em residências coletivas cujos moradores são deficientes físicos, imunodeprimidos ou convalescentes que não têm condições e/ou não desejam viver de forma independente. A infra-estrutura oferecida por estes lugares inclui, além do fornecimento da alojamento, alimentação, cuidados médicos e psicológicos, serviços de enfermagem e de acompanhantes
- as casas de repouso e outras instituições de saúde para o tratamento de pessoas convalescentes e imunodeprimidas
- as instituições de assistência médica e psicossocial para deficientes físicos
- as atividades de atenção à saúde humana especializadas em apoio a pacientes portadores de câncer e de AIDS (HIV)
- as atividades de fornecimento de moradia em condomínios planejados para idosos que em geral incluem, além do alojamento, serviços domésticos, de alimentação, de lazer e outros serviços pessoais. Em alguns casos esses condomínios oferecem também serviços de assistência diária ao idoso, bem como serviços de enfermagem em unidades independentes
Veja o escopo completo e todos os dados do segmento no Brasil.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • São Paulo/SP • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Clínicas Geriátricas (CNAE 8711-5/01) movimentou 736 vagas CLT em São Paulo, SP nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 13 cargos distintos, com salário médio setorial local de R$ 2.516. A ocupação mais contratada em São Paulo, SP é Cuidador de idosos, com 186 contratações e salário médio de R$ 1.846 — referência central para benchmarks regionais de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+10,3%
R$ 1.922 → R$ 2.120
SubindoVolume de contratações i
-16,4%
110 → 92 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,61
7,18 → 7,79 (índice)
QualificandoIdade média i
-2,0 anos
38,6 → 36,6 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-3,0 p.p.
81,5% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
+1,1h
41h → 42h semanais
AumentandoEm São Paulo, SP, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor de Clínicas Geriátricas apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, volume desacelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores regionais de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios na localidade. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação regionais. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas e tendências de consumo do próprio setor na região. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 8711-5/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT em São Paulo, SP nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis em São Paulo, SP. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor localmente.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor na região hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Outras Cidades
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • São Paulo/SP
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor em São Paulo, SP — essencial para diretores executivos, CEOs regionais e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus na localidade.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • São Paulo/SP
Benchmark salarial da base operacional do setor em São Paulo, SP — referência direta para gestores regionais de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios locais.
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