📥 Contratações i
256
📤 Demissões i
181
⚖️ Saldo líquido i
+75
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.745
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
7
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
33%
piso → teto
👥 Profissionais i
437
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,41
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
41.4%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.667
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fotografia Aérea e Submarina contrataram 256 profissionais em regime CLT e desligaram 181 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 437 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 22.22% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são RJ, SP, SC — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fotografia Aérea e Submarina (CNAE 7420-0/02) movimentou 437 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 7 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.745. A ocupação mais contratada no setor é Operador de aeronaves não tripuladas, com 71 contratações e salário médio de R$ 2.909 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
-29,3%
R$ 3.000 → R$ 2.120
CaindoVolume de contratações i
+20,0%
60 → 72 admissões
AcelerandoEscolaridade i
+0,04
8,47 → 8,51 (índice)
EstávelIdade média i
-1,7 anos
30,4 → 28,7 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+17,8 p.p.
36,1% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
+1,0h
42h → 43h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando, salário caindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 7420-0/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Fotografia Aérea e Submarina no Brasil
Empresas ativas i
1.124
1.109 matrizes e 15 filiais
MEIs ativos i
3.125
73,5% do total de CNPJs
Abertas i
104
12 meses até 07/2026
Fechadas i
100
12 meses até 07/2026
Existem 1.124 empresas ativas de Fotografia Aérea e Submarina no Brasil, além de 3.125 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 104 empresas abriram e 100 fecharam, um saldo positivo de 4. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 176 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+4
aberturas -7,1% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
176
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 10.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
23
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 1.054 em 01/2020 para 1.127 em 07/2026 (+6,9%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 159 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 390 empresas (34,7%)
- Rio de Janeiro: 119 empresas (10,6%)
- Minas Gerais: 89 empresas (7,9%)
- Paraná: 84 empresas (7,5%)
- Rio Grande do Sul: 63 empresas (5,6%)
- Santa Catarina: 59 empresas (5,2%)
- Bahia: 43 empresas (3,8%)
- Pernambuco: 36 empresas (3,2%)
- Mato Grosso: 29 empresas (2,6%)
- Ceará: 24 empresas (2,1%)
- Goiás: 24 empresas (2,1%)
- Distrito Federal: 21 empresas (1,9%)
- Espírito Santo: 20 empresas (1,8%)
- Mato Grosso do Sul: 19 empresas (1,7%)
- Alagoas: 16 empresas (1,4%)
- Pará: 14 empresas (1,2%)
- Rio Grande do Norte: 14 empresas (1,2%)
- Paraíba: 12 empresas (1,1%)
- Maranhão: 11 empresas (1,0%)
- Amazonas: 10 empresas (0,9%)
- Sergipe: 9 empresas (0,8%)
- Tocantins: 6 empresas (0,5%)
- Rondônia: 5 empresas (0,4%)
- Piauí: 5 empresas (0,4%)
- Roraima: 1 empresas (0,1%)
- Amapá: 1 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fotografia Aérea e Submarina existem no Brasil?
São 1.124 empresas ativas e 3.125 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 104 aberturas contra 100 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
90,7% são microempresas, 5,9% de pequeno porte e 3,4% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 10.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 7420-0/02 é o código da atividade econômica de Fotografia Aérea e Submarina, que pertence à divisão de Outras atividades profissionais, científicas e técnicas, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Fotografia Aérea e Submarina — CNAE 7420-0/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Outras atividades profissionais, científicas e técnicas
Este setor envolve as atividades de serviços profissionais, científicos e técnicos, exceto as atividades jurídicas, de contabilidade e auditoria, de engenharia e de arquitetura.
O que fica fora deste setor
Este setor não contempla as atividades de realização de testes e análises técnicas, de consultoria em gestão empresarial, de pesquisa e desenvolvimento científico e as atividades de publicidade e de pesquisa de mercado e de opinião.
Escopo principal de atuação
- as atividades de produção fotográfica, para fins comerciais, de publicidade e pessoais, tais como:
- a fotografia para passaportes, escolas, casamentos
- a fotografia para anúncios, editoriais, comerciais, atividades relacionadas com a moda, atividades imobiliárias e para fins turísticos
- a produção de fotografias aéreas e submarinas, inclusive para publicidade
- as atividades dos laboratórios de revelação de filmes e de processamento de fotografias, tais como:
- as atividades de revelação, impressão e ampliação fotográfica
- os serviços de foto em 1 hora (que não sejam parte de loja de material fotográfico)
- a revelação de películas de filmes não destinada à indústria cinematográfica
- a montagem de slides
- a cópia, a restauração e o retoque de fotografias
- a atividade de filmagem e de gravação de vídeos de festas e eventos
- os serviços de microfilmagem de documentos
O que mais entra neste CNAE
- as atividades dos fotógrafos independentes
O que este segmento não abrange
- a produção de filmes em estúdios cinematográficos (59.11-1)
- a produção de filmes para publicidade de qualquer tipo (59.11-1)
- o processamento e montagem de filmes cinematográficos (59.12-0)
- o serviço de aerofotogrametria (71.19-7)
- os serviços de fotocópias mecânicas ou eletrostáticas para terceiros (82.19-9)
- as bibliotecas e serviços de armazenamento de fotos e filmes (91.01-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
