📥 Contratações i
4.147
📤 Demissões i
3.787
⚖️ Saldo líquido i
+360
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 9.638
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
83
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
215%
piso → teto
👥 Profissionais i
7.934
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,10
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
47.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 16.384
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
ExpansãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Administradoras de Fundos contrataram 4.147 profissionais em regime CLT e desligaram 3.787 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 7.934 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 38.67% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RJ, PE — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Administradoras de Fundos (CNAE 6630-4/00) movimentou 7.934 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 83 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 9.638. A ocupação mais contratada no setor é Frentista, com 1.590 contratações e salário médio de R$ 1.888 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
-28,6%
R$ 5.000 → R$ 3.572
CaindoVolume de contratações i
+47,5%
766 → 1.130 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-3,28
16,39 → 13,11 (índice)
DesqualificandoIdade média i
-0,1 anos
31,1 → 31,0 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+3,0 p.p.
41,3% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,2h
43h → 43h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume acelerando e salário caindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6630-4/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🏢 Empresas do segmento de Administradoras de Fundos no Brasil
Empresas ativas i
5.244
5.041 matrizes e 203 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
553
12 meses até 07/2026
Fechadas i
179
12 meses até 07/2026
Existem 5.244 empresas ativas de Administradoras de Fundos no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 553 empresas abriram e 179 fecharam, um saldo positivo de 374. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 407 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+374
aberturas -0,4% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
407
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 100.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
79
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 4.119 em 01/2020 para 5.241 em 07/2026 (+27,2%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 299 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 1.785 empresas (34,0%)
- Rio Grande do Norte: 709 empresas (13,5%)
- Bahia: 649 empresas (12,4%)
- Rio de Janeiro: 420 empresas (8,0%)
- Minas Gerais: 307 empresas (5,9%)
- Goiás: 273 empresas (5,2%)
- Paraná: 187 empresas (3,6%)
- Rio Grande do Sul: 162 empresas (3,1%)
- Santa Catarina: 132 empresas (2,5%)
- Ceará: 113 empresas (2,2%)
- Pernambuco: 84 empresas (1,6%)
- Distrito Federal: 73 empresas (1,4%)
- Maranhão: 71 empresas (1,4%)
- Paraíba: 55 empresas (1,0%)
- Mato Grosso: 51 empresas (1,0%)
- Pará: 43 empresas (0,8%)
- Mato Grosso do Sul: 27 empresas (0,5%)
- Espírito Santo: 24 empresas (0,5%)
- Amazonas: 19 empresas (0,4%)
- Piauí: 16 empresas (0,3%)
- Sergipe: 13 empresas (0,2%)
- Tocantins: 10 empresas (0,2%)
- Rondônia: 9 empresas (0,2%)
- Alagoas: 6 empresas (0,1%)
- Roraima: 4 empresas (0,1%)
- Acre: 2 empresas (0,0%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Administradoras de Fundos existem no Brasil?
São 5.244 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 553 aberturas contra 179 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
18,6% são microempresas, 7,6% de pequeno porte e 73,8% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 100.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 6630-4/00 é o código da atividade econômica de Administradoras de Fundos, que pertence à divisão de Atividades auxiliares dos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Administradoras de Fundos — CNAE 6630-4/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Atividades auxiliares dos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde
Este ramo da economia engloba as atividades vinculadas aos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde, sem que se constituam por si mesmas algum desses serviços.
Atividades que fazem parte deste CNAE
- as atividades de administração de carteiras de títulos e valores para terceiros
O que fica fora deste segmento
- os fundos de investimento (grupo 64.7)
- os serviços de levantamento de fundos sob contrato (82.99-7)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
