Fábricas de Arames de Aço — CNAE 2424-5/01 — Salários Brasil

Pesquisa cargos e salários de empresas do segmento de Produção de Arames de Aço em todo Brasil — CNAE 2424-5/01 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 2424-5/01

Atualizado em • 2.544 movimentações

📥 Contratações i

1.223

📤 Demissões i

1.321

⚖️ Saldo líquido i

-98

🔄 Situação i

Com altíssima demanda

💰 Salário médio do setor i

R$ 3.617

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

35

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

54%

piso → teto

👥 Profissionais i

2.544

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

0,93

setor em retração

🔁 Rotatividade i

48.1%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 6.150

estimado com encargos

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

56

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estável

Saldo: -98 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 51,9% • Volume: 2.544

Fonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026

Empresas do segmento de Fábricas de Arames de Aço contrataram 1.223 profissionais em regime CLT e desligaram 1.321 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 2.544 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 30.3% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.

Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, SC, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Arames de Aço (CNAE 2424-5/01) movimentou 2.544 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 35 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.617. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 428 contratações e salário médio de R$ 2.415 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


50

Índice de Futuro Setorial i

Estável
💰

Salário real do setor i

+6,0%

R$ 2.226 → R$ 2.360

Subindo
📈

Volume de contratações i

+4,8%

331 → 347 admissões

Estável
📚

Escolaridade i

-0,35

7,17 → 6,82 (índice)

Estável
🎂

Idade média i

-0,1 anos

32,5 → 32,4 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

-1,5 p.p.

13,3% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

-0,1h

43h → 43h semanais

Estável

No Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2424-5/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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SP

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🏅 Cargos e Salários Gerenciais

Gestão e liderança • Brasil

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.

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⚙️ Cargos e Salários Operacionais

Operacional e técnico • Brasil

Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.

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🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas

CNAE 2424-5/01 é o código da atividade econômica de Fábricas de Arames de Aço, que pertence à divisão de Metalurgia, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.

C Indústrias de transformação
24 Metalurgia
24.2 Siderurgia
24.24-5 Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço
2424-5/01 Fábricas de Arames de Aço

📋 Escopo de atuação do segmento de Fábricas de Arames de Aço — CNAE 2424-5/01

Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)

Como funciona o setor de Metalurgia

Este setor envolve a conversão de minérios ferrosos e não-ferrosos em produtos metalúrgicos por meios térmicos, eletrometalúrgicos ou não (fornos, convertedores, etc.), e outras técnicas metalúrgicas de processamento para obtenção de produtos intermediários do processamento de minérios metálicos, tais como gusa, aço líquido, alumina calcinada ou não, mates metalúrgicos de cobre e níquel, etc., a produção de metais em formas primárias ou semi-acabados (lingotes, placas, tarugos, biletes, palanquilhas, etc.), a produção de laminados, relaminados, trefilados, retrefilados (chapas, bobinas, barras, perfis, trilhos, vergalhões, fio-máquina, etc.) e a produção de canos e tubos.

Atividades complementares do setor

Este setor abrange ainda a produção de peças fundidas de metais ferrosos e não-ferrosos e a produção de barras forjadas de aço (laminados longos).

Atividades classificadas em outros setores

O setor não engloba a produção de peças forjadas de metais ferrosos e não-ferrosos (divisão 28).

O que entra neste segmento

  • os produtos obtidos em unidades que dispõem apenas de laminadores, denominadas, genericamente, relaminadoras.
  • os produtos obtidos em unidades que dispõem apenas de trefilas, denominadas trefilarias, que produzem arames utilizando fio-máquina como matéria-prima
  • as unidades que produzem perfilados soldados e conformados a frio
  • as unidades que produzem retrefilados de aço

Atividades complementares incluídas

  • os produtos obtidos em unidades de beneficiamento do aço: aços revestidos, temperados ou com outro tipo de acabamento, utilizando laminados como matéria-prima

Atividades que não fazem parte deste CNAE

  • a produção de tubos retrefilados de aço (24.39-3)

Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.


Fábricas de Arames de Aço - CNAE 2424-5/01