📥 Contratações i
4.341
📤 Demissões i
3.338
⚖️ Saldo líquido i
+1.003
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 5.344
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
110
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
76%
piso → teto
👥 Profissionais i
7.679
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,30
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
43.5%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 9.084
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Metalurgia do Alumínio contrataram 4.341 profissionais em regime CLT e desligaram 3.338 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 7.679 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou uma queda de 22.49% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MA, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Metalurgia do Alumínio (CNAE 2441-5/01) movimentou 7.679 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 110 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 5.344. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 2.006 contratações e salário médio de R$ 2.342 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
+2,4%
R$ 2.482 → R$ 2.541
SubindoVolume de contratações i
-14,4%
1.242 → 1.063 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,65
8,88 → 8,23 (índice)
DesqualificandoIdade média i
-0,8 anos
34,0 → 33,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,8 p.p.
23,1% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-0,3h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2441-5/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 2441-5/01 é o código da atividade econômica de Metalurgia do Alumínio, que pertence à divisão de Metalurgia, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Escopo de atuação do segmento de Metalurgia do Alumínio — CNAE 2441-5/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Metalurgia
Este setor envolve a conversão de minérios ferrosos e não-ferrosos em produtos metalúrgicos por meios térmicos, eletrometalúrgicos ou não (fornos, convertedores, etc.), e outras técnicas metalúrgicas de processamento para obtenção de produtos intermediários do processamento de minérios metálicos, tais como gusa, aço líquido, alumina calcinada ou não, mates metalúrgicos de cobre e níquel, etc., a produção de metais em formas primárias ou semi-acabados (lingotes, placas, tarugos, biletes, palanquilhas, etc.), a produção de laminados, relaminados, trefilados, retrefilados (chapas, bobinas, barras, perfis, trilhos, vergalhões, fio-máquina, etc.) e a produção de canos e tubos.
Atividades complementares do setor
Este setor abrange ainda a produção de peças fundidas de metais ferrosos e não-ferrosos e a produção de barras forjadas de aço (laminados longos).
Atividades classificadas em outros setores
O setor não engloba a produção de peças forjadas de metais ferrosos e não-ferrosos (divisão 28).
O que entra neste segmento
- a produção de alumina (óxido de alumínio)
- a produção de alumínio em formas primárias (lingotes, etc.)
- a produção de laminados de alumínio (barras, canos e tubos, perfis, chapas, etc.), inclusive ligas
- a produção de relaminados e retrefilados de alumínio, inclusive ligas
Atividades complementares incluídas
- a produção de papel-alumínio
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a produção de fundidos de alumínio (24.52-1)
- a produção de forjados de alumínio (25.31-4)
- a fabricação de artigos de alumínio para uso doméstico (25.93-4)
- a produção de fios e cabos elétricos de alumínio isolados (27.33-3)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
