Metalurgia de Metais Não-Ferrosos — CNAE 2449-1/99 — Salários Brasil

Pesquisa cargos e salários de empresas do segmento de Metalurgia de Outros Metais Não-Ferrosos e Suas Ligas em todo Brasil — CNAE 2449-1/99 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 2449-1/99

Atualizado em • 4.214 movimentações

📥 Contratações i

2.097

📤 Demissões i

2.117

⚖️ Saldo líquido i

-20

🔄 Situação i

Com altíssima demanda

💰 Salário médio do setor i

R$ 3.812

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

74

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

71%

piso → teto

👥 Profissionais i

4.214

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

0,99

setor em retração

🔁 Rotatividade i

49.8%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 6.480

estimado com encargos

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

54

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estável

Saldo: -20 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 50,2% • Volume: 4.214

Fonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026

Empresas do segmento de Metalurgia de Metais Não-Ferrosos contrataram 2.097 profissionais em regime CLT e desligaram 2.117 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 4.214 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 18.18% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.

Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, SC, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Metalurgia de Metais Não-Ferrosos (CNAE 2449-1/99) movimentou 4.214 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 74 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.812. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 1.144 contratações e salário médio de R$ 2.140 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


68

Índice de Futuro Setorial i

Evoluindo
💰

Salário real do setor i

+4,0%

R$ 2.217 → R$ 2.305

Subindo
📈

Volume de contratações i

+32,8%

509 → 676 admissões

Acelerando
📚

Escolaridade i

-0,14

8,89 → 8,75 (índice)

Estável
🎂

Idade média i

-0,6 anos

34,1 → 33,5 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

+1,7 p.p.

19,2% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

+0,1h

44h → 44h semanais

Estável

No Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2449-1/99) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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🏅 Cargos e Salários Gerenciais

Gestão e liderança • Brasil

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.

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⚙️ Cargos e Salários Operacionais

Operacional e técnico • Brasil

Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.

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🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas

CNAE 2449-1/99 é o código da atividade econômica de Metalurgia de Metais Não-Ferrosos, que pertence à divisão de Metalurgia, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.

C Indústrias de transformação
24 Metalurgia
24.4 Metalurgia dos metais não-ferrosos
24.49-1 Metalurgia dos metais não-ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente
2449-1/99 Metalurgia de Metais Não-Ferrosos

📋 O que abrange o segmento de Metalurgia de Metais Não-Ferrosos — CNAE 2449-1/99

Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)

Entenda o setor de Metalurgia

Este setor envolve a conversão de minérios ferrosos e não-ferrosos em produtos metalúrgicos por meios térmicos, eletrometalúrgicos ou não (fornos, convertedores, etc.), e outras técnicas metalúrgicas de processamento para obtenção de produtos intermediários do processamento de minérios metálicos, tais como gusa, aço líquido, alumina calcinada ou não, mates metalúrgicos de cobre e níquel, etc., a produção de metais em formas primárias ou semi-acabados (lingotes, placas, tarugos, biletes, palanquilhas, etc.), a produção de laminados, relaminados, trefilados, retrefilados (chapas, bobinas, barras, perfis, trilhos, vergalhões, fio-máquina, etc.) e a produção de canos e tubos.

Outras atividades do setor

Este setor abrange ainda a produção de peças fundidas de metais ferrosos e não-ferrosos e a produção de barras forjadas de aço (laminados longos).

Limites do setor: outras divisões

O setor não engloba a produção de peças forjadas de metais ferrosos e não-ferrosos (divisão 28).

Atividades compreendidas neste CNAE

  • a metalurgia dos metais não-ferrosos (chumbo, zinco, estanho, cromo, níquel, tungstênio, titânio, etc.) e suas ligas, em formas primárias, laminados, trefilados, relaminados e retrefilados
  • a produção de soldas (fios, barras e tubos), ânodos e cátodos
  • a produção de mates de níquel

Atividades adicionais do segmento

  • a fundição e refino de urânio

Atividades classificadas em outros CNAEs

  • a metalurgia do alumínio e suas ligas (24.41-5)
  • a metalurgia dos metais preciosos (24.42-3)
  • a metalurgia do cobre e suas ligas (24.43-1)
  • a produção de fundidos de metais não-ferrosos e de suas ligas (24.52-1)
  • a produção de forjados de metais não-ferrosos e de suas ligas (25.31-4)
  • a produção de fios e cabos elétricos isolados, de metais não-ferrosos e de suas ligas (27.33-3)

Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.


Metalurgia de Metais Não-Ferrosos - CNAE 2449-1/99