📥 Contratações i
1.737
📤 Demissões i
2.008
⚖️ Saldo líquido i
-271
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 5.685
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
76
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
88%
piso → teto
👥 Profissionais i
3.745
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,87
setor em retração
🔁 Rotatividade i
46.4%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 9.664
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Refinarias de Petróleo contrataram 1.737 profissionais em regime CLT e desligaram 2.008 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 3.745 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 42.68% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RJ, BA — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Refinarias de Petróleo (CNAE 1921-7/00) movimentou 3.745 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 76 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 5.685. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 239 contratações e salário médio de R$ 2.324 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TradicionalSalário real do setor i
-20,8%
R$ 3.134 → R$ 2.483
CaindoVolume de contratações i
-19,7%
366 → 294 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-3,85
12,48 → 8,63 (índice)
DesqualificandoIdade média i
+0,2 anos
35,3 → 35,5 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-9,8 p.p.
17,0% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
+1,8h
41h → 43h semanais
AumentandoNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume desacelerando, salário caindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1921-7/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Refinarias de Petróleo no Brasil
Empresas ativas i
223
105 matrizes e 118 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
11
12 meses até 07/2026
Fechadas i
4
12 meses até 07/2026
Existem 223 empresas ativas de Refinarias de Petróleo no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 11 empresas abriram e 4 fecharam, um saldo positivo de 7. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 15 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+7
aberturas menos fechamentos
Inativadas pela Receita i
15
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 1.000.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
779
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 214 em 01/2020 para 223 em 07/2026 (+4,2%).
A queda em 05/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 12 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Rio de Janeiro: 34 empresas (15,2%)
- São Paulo: 29 empresas (13,0%)
- Bahia: 25 empresas (11,2%)
- Paraná: 15 empresas (6,7%)
- Amazonas: 14 empresas (6,3%)
- Minas Gerais: 12 empresas (5,4%)
- Rio Grande do Sul: 12 empresas (5,4%)
- Maranhão: 10 empresas (4,5%)
- Ceará: 8 empresas (3,6%)
- Goiás: 8 empresas (3,6%)
- Pernambuco: 7 empresas (3,1%)
- Santa Catarina: 7 empresas (3,1%)
- Pará: 6 empresas (2,7%)
- Espírito Santo: 5 empresas (2,2%)
- Rondônia: 4 empresas (1,8%)
- Acre: 4 empresas (1,8%)
- Mato Grosso do Sul: 4 empresas (1,8%)
- Piauí: 3 empresas (1,3%)
- Rio Grande do Norte: 3 empresas (1,3%)
- Paraíba: 3 empresas (1,3%)
- Alagoas: 3 empresas (1,3%)
- Roraima: 2 empresas (0,9%)
- Amapá: 2 empresas (0,9%)
- Sergipe: 2 empresas (0,9%)
- Tocantins: 1 empresas (0,4%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Refinarias de Petróleo existem no Brasil?
São 223 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 11 aberturas contra 4 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
9,0% são microempresas, 19,7% de pequeno porte e 71,3% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 1.000.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1921-7/00 é o código da atividade econômica de Refinarias de Petróleo, que pertence à divisão de Fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Refinarias de Petróleo — CNAE 1921-7/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis
Este setor reúne a transformação de carvão mineral em coquerias independentes, o refino do petróleo, a fabricação de álcool para qualquer fim, a fabricação de biodiesel a partir da transesterificação de óleos vegetais ou gorduras animais e a fabricação de outros biocombustíveis.
A atividade de refino compreende os beneficiamentos do petróleo cru para a obtenção de produtos como combustíveis (gasolina, óleo diesel, querosene), parafina, asfalto, nafta, etc.
A atividade de fabricação do álcool inclui-se neste setor, considerando que seu uso principal é como combustível e se constitui em uma das mais importantes alternativas energéticas no país.
O setor também inclui
Este setor contempla também a fabricação de produtos a partir de minerais betuminosos, a fabricação de produtos derivados de petróleo produzidos fora de refinarias a atividade de formulação de combustíveis líquidos a partir da mistura de correntes de hidrocarbonetos a atividade de rerrefino de óleos lubrificantes usados.
O que pertence a outros setores
Este setor não abrange a extração de petróleo e gás natural (divisão 06); a fabricação de produtos petroquímicos (divisão 20).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a fabricação de produtos do refino do petróleo: gás liqüefeito do petróleo (GLP) gasolina, nafta, gás de nafta craqueada, querosene de aviação, querosene comum, óleo diesel, óleo combustível, gasóleo, gases residuais, parafina, óleos lubrificantes básicos, asfalto (cimento asfáltico), coque de petróleo, alcatrão de petróleo, outros resíduos de petróleo, etc.
Observação: O refino de petróleo compreende um conjunto de processos físicos e químicos tais como destilação, craqueamento, reforma, coqueamento, extração, entre outros, com o objetivo de transformar o óleo cru em produtos utilizáveis.
Também faz parte do segmento
- a obtenção de produtos a partir de minerais betuminosos (xisto e areias betuminosas)
O que fica fora deste segmento
- a exploração de jazidas de petróleo e gás para obtenção de petróleo cru e gás natural (06.00-0)
- a produção de combustíveis realizada por centrais petroquímicas (19.22-5)
- a formulação de combustíveis (gasolina A e óleo diesel) a partir da mistura de correntes de hidrocarbonetos (19.22-5)
- a atividade de rerrefino de óleos lubrificantes usados ou contaminados (19.22-5)
- a fabricação de produtos petroquímicos (20.21-5)
- a fabricação de aditivos para lubrificantes (20.93-2)
- a fabricação de artigos de asfalto (23.99-1)
- a fabricação de gás de nafta craqueada associada à distribuição (35.20-4)
- a mistura de combustíveis com aditivos efetuada pelas distribuidoras (46.81-8)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
