📥 Contratações i
6.820
📤 Demissões i
8.003
⚖️ Saldo líquido i
-1.183
🔄 Situação i
Em alta
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.463
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
135
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
70%
piso → teto
👥 Profissionais i
14.823
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,85
setor em retração
🔁 Rotatividade i
46%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.888
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Ferramentas contrataram 6.820 profissionais em regime CLT e desligaram 8.003 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 14.823 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está em alta. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 2.47% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RS, SC — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Ferramentas (CNAE 2543-8/00) movimentou 14.823 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 135 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.463. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 2.902 contratações e salário médio de R$ 2.213 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+3,2%
R$ 2.325 → R$ 2.400
SubindoVolume de contratações i
+2,6%
1.685 → 1.729 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,25
7,28 → 7,53 (índice)
EstávelIdade média i
-0,6 anos
32,6 → 32,0 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+1,4 p.p.
24,9% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2543-8/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🏢 Empresas do segmento de Fábricas de Ferramentas no Brasil
Empresas ativas i
3.136
3.055 matrizes e 81 filiais
MEIs ativos i
5.743
64,7% do total de CNPJs
Abertas i
122
12 meses até 07/2026
Fechadas i
214
12 meses até 07/2026
Existem 3.136 empresas ativas de Fábricas de Ferramentas no Brasil, além de 5.743 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 122 empresas abriram e 214 fecharam, um saldo negativo de 92. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 289 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-92
aberturas -26,5% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
289
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 25.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
217
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 3.206 em 01/2020 para 3.139 em 07/2026 (-2,1%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 246 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 1.375 empresas (43,8%)
- Rio Grande do Sul: 554 empresas (17,7%)
- Santa Catarina: 405 empresas (12,9%)
- Paraná: 276 empresas (8,8%)
- Minas Gerais: 202 empresas (6,4%)
- Rio de Janeiro: 49 empresas (1,6%)
- Ceará: 36 empresas (1,1%)
- Amazonas: 35 empresas (1,1%)
- Goiás: 32 empresas (1,0%)
- Pernambuco: 27 empresas (0,9%)
- Bahia: 25 empresas (0,8%)
- Mato Grosso: 24 empresas (0,8%)
- Pará: 21 empresas (0,7%)
- Espírito Santo: 16 empresas (0,5%)
- Paraíba: 9 empresas (0,3%)
- Mato Grosso do Sul: 7 empresas (0,2%)
- Rondônia: 6 empresas (0,2%)
- Acre: 6 empresas (0,2%)
- Maranhão: 6 empresas (0,2%)
- Rio Grande do Norte: 6 empresas (0,2%)
- Piauí: 5 empresas (0,2%)
- Tocantins: 4 empresas (0,1%)
- Roraima: 3 empresas (0,1%)
- Sergipe: 3 empresas (0,1%)
- Alagoas: 2 empresas (0,1%)
- Amapá: 1 empresas (0,0%)
- Distrito Federal: 1 empresas (0,0%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fábricas de Ferramentas existem no Brasil?
São 3.136 empresas ativas e 5.743 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 122 aberturas contra 214 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
66,7% são microempresas, 24,4% de pequeno porte e 9,0% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 25.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 2543-8/00 é o código da atividade econômica de Fábricas de Ferramentas, que pertence à divisão de Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Fábricas de Ferramentas — CNAE 2543-8/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos
Este setor envolve a fabricação de produtos de metal como estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada para diversas aplicações, caldeiras, tanques e reservatórios metálicos utilizados como instalação para armazenamento e uso industrial e a fabricação de produtos de serralheria, forjaria, estamparia, funilaria, metalurgia de pó, artigos de cutelaria, embalagens metálicas e ferramentas.
O setor também inclui
Este setor abrange ainda a fabricação de artefatos metálicos para uso doméstico, a fabricação de armas e munições e os serviços de tratamento de metais.
O que pertence a outros setores
O setor não engloba a manutenção, reparação e instalação realizadas por empresas especializadas (divisão 33).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a fabricação de enxadas, facões agrícolas, cavadeiras e outras ferramentas e utensílios para a agricultura
- a fabricação de pás, picaretas, serras manuais, chaves de fenda, inglesa, colheres para pedreiros, limas, grosas e semelhantes; almotolias; martelos, plainas manuais, etc.
- a fabricação de serras e lâminas para serras; facas e tesouras para máquinas e aparelhos mecânicos
- a fabricação de acessórios intercambiáveis para ferramentas manuais, mecânicas e para máquinas-ferramenta (brocas, pontas, punções, fresas, placas e acessórios similares)
Também faz parte do segmento
- a fabricação de caixas, moldes, modelos e matrizes
O que fica fora deste segmento
- a fabricação de máquinas-ferramenta (28.40-2)
- a fabricação de ferramentas elétricas manuais (furadeiras, politrizes, etc.) (28.40-2)
- a fabricação de lingoteiras para siderurgia (28.61-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
