📥 Contratações i
937
📤 Demissões i
546
⚖️ Saldo líquido i
+391
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 9.607
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
24
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
131%
piso → teto
👥 Profissionais i
1.483
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,72
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
36.8%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 16.332
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • São Paulo/SP • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Casas de Câmbio em São Paulo, SP contrataram 937 profissionais em regime CLT e desligaram 546 nos últimos 12 meses, totalizando 1.483 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores regionais que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda em São Paulo, SP. No comparativo entre os meses de 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 7.04% nas contratações — pressão competitiva por talentos na localidade que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial e marca empregadora.
O que faz o segmento de Casas de Câmbio — CNAE 6612-6/03
- as atividades das instituições que atuam na compra, venda e distribuição de títulos e valores mobiliários. São típicas do mercado acionário, operando em negociações à vista e nos mercados derivativos, por conta própria e de terceiros, no recinto das bolsas de valores e das bolsas de mercadorias e de futuros, e em caráter não exclusivo, no mercado aberto e no balcão. Deve constar em sua razão social a expressão “Corretora de Títulos de Valores Mobiliários”
- as atividades das instituições especializadas na distribuição de títulos e valores mobiliários no mercado. Não têm acesso às bolsas de valores. Deve constar em sua razão social a expressão “Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários”
- as atividades de intermediação em operações de câmbio e a prática de operações no mercado de câmbio de taxas flutuantes realizadas por sociedades corretoras de câmbio. Deve constar em sua razão social a expressão “Corretora de Câmbio”
- as atividades das corretoras de contratos de mercadorias
- as atividades de distribuição e intermediação de títulos, valores mobiliários, quotas de fundos de investimentos e derivativos sob a responsabilidade e como preposto das instituições integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários. São atividades exercidas por pessoa natural ou jurídica uniprofissional (agente autônomo de investimento)
Veja o escopo completo e todos os dados do segmento no Brasil.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • São Paulo/SP • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Casas de Câmbio (CNAE 6612-6/03) movimentou 1.483 vagas CLT em São Paulo, SP nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 24 cargos distintos, com salário médio setorial local de R$ 9.607. A ocupação mais contratada em São Paulo, SP é Operador de telemarketing técnico, com 341 contratações e salário médio de R$ 6.257 — referência central para benchmarks regionais de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TransformandoSalário real do setor i
+21,4%
R$ 6.015 → R$ 7.300
SubindoVolume de contratações i
+23,6%
216 → 267 admissões
AcelerandoEscolaridade i
+4,23
13,29 → 17,52 (índice)
QualificandoIdade média i
+0,3 anos
29,8 → 30,1 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-8,1 p.p.
49,8% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
+0,7h
39h → 40h semanais
EstávelEm São Paulo, SP, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor de Casas de Câmbio apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, volume acelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores regionais de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios na localidade. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação regionais. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas e tendências de consumo do próprio setor na região. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6612-6/03) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT em São Paulo, SP nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis em São Paulo, SP. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor localmente.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor na região hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Outras Cidades
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • São Paulo/SP
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor em São Paulo, SP — essencial para diretores executivos, CEOs regionais e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus na localidade.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • São Paulo/SP
Benchmark salarial da base operacional do setor em São Paulo, SP — referência direta para gestores regionais de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios locais.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
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