📥 Contratações i
124
📤 Demissões i
90
⚖️ Saldo líquido i
+34
🔄 Situação i
Estagnado
💰 Salário médio do setor i
R$ 5.295
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
9
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
121%
piso → teto
👥 Profissionais i
214
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,38
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
42.1%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 9.002
estimado com encargos
📅 Período analisado i
07/2025
até 06/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 07/2025 a 06/2026
Empresas do segmento de Bancos de Câmbio contrataram 124 profissionais em regime CLT e desligaram 90 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 214 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está estagnado. No comparativo entre 07/2025 e 06/2026, registrou igualdade nas contratações — cenário de estabilidade, favorável para planejamento orçamentário e projeções de workforce.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 07/2025 a 06/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Bancos de Câmbio (CNAE 6438-7/01) movimentou 214 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 9 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 5.295. A ocupação mais contratada no setor é Analista de desenvolvimento de sistemas, com 25 contratações e salário médio de R$ 5.516 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
+64,2%
R$ 4.114 → R$ 6.754
SubindoVolume de contratações i
-25,9%
27 → 20 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-5,42
14,07 → 8,65 (índice)
DesqualificandoIdade média i
-2,3 anos
31,0 → 28,7 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+1,9 p.p.
50,0% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-2,4h
39h → 37h semanais
ReduzindoNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 07/2025 a 06/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6438-7/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (07/2025) com os 3 últimos (06/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 6438-7/01 é o código da atividade econômica de Bancos de Câmbio, que pertence à divisão de Atividades de serviços financeiros, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Escopo de atuação do segmento de Bancos de Câmbio — CNAE 6438-7/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Atividades de serviços financeiros
Este setor reúne as atividades com a finalidade de criar, coletar, intermediar e redistribuir recursos financeiros próprios ou de terceiros sob sua responsabilidade.
Atividades complementares do setor
O setor inclui ainda as atividades das sociedades de capitalização.
Atividades classificadas em outros setores
Este setor não abrange as atividades de seguros, resseguros, previdência complementar e planos de saúde (divisão 65) e as atividades auxiliares dos serviços financeiros, seguros, previdência complementar e planos de saúde (divisão 66).
O que entra neste segmento
- as atividades das instituições financeiras especializadas na realização de operações de câmbio, compreendendo a operação de compra e venda de moeda estrangeira, transferência de recursos do e para o exterior, financiamento de importação e exportação, adiantamento sobre contratos de câmbio e outros serviços previstos na regulamentação do mercado de câmbio. Na denominação destas instituições deve constar a expressão “Banco de Câmbio”
- as atividades de outras instituições de intermediação não-monetária
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- os fundos cambiais (64.70-1)
- as casas de câmbio (66.19-3)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
