📥 Contratações i
383
📤 Demissões i
337
⚖️ Saldo líquido i
+46
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 5.162
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
21
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
84%
piso → teto
👥 Profissionais i
720
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,14
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
46.8%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 8.775
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Produção de Gás contrataram 383 profissionais em regime CLT e desligaram 337 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 720 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 13.64% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são RJ, SP, BA — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Produção de Gás (CNAE 3520-4/01) movimentou 720 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 21 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 5.162. A ocupação mais contratada no setor é Operador de exploração de petróleo, com 38 contratações e salário médio de R$ 4.032 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TradicionalSalário real do setor i
-29,2%
R$ 6.000 → R$ 4.248
CaindoVolume de contratações i
-19,5%
77 → 62 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-4,89
19,42 → 14,53 (índice)
DesqualificandoIdade média i
+0,8 anos
35,1 → 35,9 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-14,8 p.p.
24,2% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
-0,2h
41h → 41h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume desacelerando, salário caindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3520-4/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Produção de Gás no Brasil
Empresas ativas i
189
91 matrizes e 98 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
19
12 meses até 07/2026
Fechadas i
4
12 meses até 07/2026
Existem 189 empresas ativas de Produção de Gás no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 19 empresas abriram e 4 fecharam, um saldo positivo de 15.
Saldo de aberturas e fechamentos
+15
aberturas menos fechamentos
Novas em 3 meses
7
novos concorrentes e clientes
Capital social mediano i
R$ 796.500
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
203
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 124 em 01/2020 para 189 em 07/2026 (+52,4%).
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Rio de Janeiro: 49 empresas (25,9%)
- São Paulo: 22 empresas (11,6%)
- Bahia: 16 empresas (8,5%)
- Rio Grande do Sul: 14 empresas (7,4%)
- Pernambuco: 11 empresas (5,8%)
- Minas Gerais: 9 empresas (4,8%)
- Santa Catarina: 9 empresas (4,8%)
- Paraná: 8 empresas (4,2%)
- Ceará: 7 empresas (3,7%)
- Alagoas: 6 empresas (3,2%)
- Espírito Santo: 6 empresas (3,2%)
- Mato Grosso do Sul: 6 empresas (3,2%)
- Rio Grande do Norte: 5 empresas (2,6%)
- Paraíba: 5 empresas (2,6%)
- Sergipe: 3 empresas (1,6%)
- Mato Grosso: 3 empresas (1,6%)
- Goiás: 3 empresas (1,6%)
- Amazonas: 2 empresas (1,1%)
- Pará: 2 empresas (1,1%)
- Rondônia: 1 empresas (0,5%)
- Maranhão: 1 empresas (0,5%)
- Distrito Federal: 1 empresas (0,5%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Produção de Gás existem no Brasil?
São 189 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 19 aberturas contra 4 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
4,8% são microempresas, 1,6% de pequeno porte e 93,7% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 796.500.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 3520-4/01 é o código da atividade econômica de Produção de Gás, que pertence à divisão de Eletricidade, gás e outras utilidades, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Escopo de atuação do segmento de Produção de Gás — CNAE 3520-4/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
O que entra neste segmento
- a produção de gás derivado de fontes primárias de energia, por processos que envolvem reação química; por exemplo, o gás produzido de carvão vegetal ou hidrocarbonetos líquidos, como a nafta (gás manufaturado)
- a produção de combustíveis gasosos com determinado poder calorífico obtidos por purificação, mistura ou outros tratamentos a partir de gases de origens diversas
- a distribuição de combustíveis gasosos de qualquer tipo por sistema de tubulação
- a distribuição de gás para os usuários finais através de redes urbanas
Atividades complementares incluídas
- a distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) ou gás natural comprimido (GNC) por caminhões
- a obtenção de gás a partir da decomposição biológica de matéria orgânica (restos agrícolas, esterco ou lixo doméstico)
- a manutenção de medidores de gás, quando executada por empresas de distribuição de combustíveis gasosos
- as atividades de corretores ou agentes de gás que organizam a venda de gás através de sistemas de distribuição operados sob contrato
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a extração de gás natural (06.00-0)
- a produção de gás de coqueria obtido em coquerias independentes (19.10-1)
- a produção de gases a partir do refino do petróleo, tais como: o gás liqüefeito do petróleo (GLP) e o gás de nafta craqueada (19.21-7)
- a produção de gases industriais ou médicos (20.14-2)
- o comércio atacadista de combustíveis gasosos (46.81-8)
- o comércio atacadista de gás liqüefeito do petróleo (GLP) (46.82-6)
- o comércio varejista de gás liqüefeito do petróleo (GLP) (47.84-9)
- o transporte de gás através de dutos por longa distância, conectando os produtores aos distribuidores de gás ou entre centros urbanos feito sob contrato (49.40-0)
- o transporte de gás natural liqüefeito (GNL) ou gás natural comprimido (GNC) por caminhões e navios por longa distância (divisões 49 e 50)
- os serviços de medição de consumo de gás quando realizado sob contrato (82.99-7)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
