📥 Contratações i
431
📤 Demissões i
356
⚖️ Saldo líquido i
+75
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 5.366
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
21
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
79%
piso → teto
👥 Profissionais i
787
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,21
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
45.2%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 9.123
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Produção de Gás contrataram 431 profissionais em regime CLT e desligaram 356 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 787 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 25% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são RJ, SP, BA — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Produção de Gás (CNAE 3520-4/01) movimentou 787 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 21 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 5.366. A ocupação mais contratada no setor é Operador de exploração de petróleo, com 57 contratações e salário médio de R$ 3.885 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TradicionalSalário real do setor i
+12,5%
R$ 3.800 → R$ 4.273
SubindoVolume de contratações i
-26,0%
104 → 77 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-3,26
16,34 → 13,08 (índice)
DesqualificandoIdade média i
+1,7 anos
35,0 → 36,7 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-10,6 p.p.
22,1% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
-0,6h
41h → 41h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando, volume desacelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3520-4/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 3520-4/01 é o código da atividade econômica de Produção de Gás, que pertence à divisão de Eletricidade, gás e outras utilidades, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Escopo de atuação do segmento de Produção de Gás — CNAE 3520-4/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
O que entra neste segmento
- a produção de gás derivado de fontes primárias de energia, por processos que envolvem reação química; por exemplo, o gás produzido de carvão vegetal ou hidrocarbonetos líquidos, como a nafta (gás manufaturado)
- a produção de combustíveis gasosos com determinado poder calorífico obtidos por purificação, mistura ou outros tratamentos a partir de gases de origens diversas
- a distribuição de combustíveis gasosos de qualquer tipo por sistema de tubulação
- a distribuição de gás para os usuários finais através de redes urbanas
Atividades complementares incluídas
- a distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) ou gás natural comprimido (GNC) por caminhões
- a obtenção de gás a partir da decomposição biológica de matéria orgânica (restos agrícolas, esterco ou lixo doméstico)
- a manutenção de medidores de gás, quando executada por empresas de distribuição de combustíveis gasosos
- as atividades de corretores ou agentes de gás que organizam a venda de gás através de sistemas de distribuição operados sob contrato
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a extração de gás natural (06.00-0)
- a produção de gás de coqueria obtido em coquerias independentes (19.10-1)
- a produção de gases a partir do refino do petróleo, tais como: o gás liqüefeito do petróleo (GLP) e o gás de nafta craqueada (19.21-7)
- a produção de gases industriais ou médicos (20.14-2)
- o comércio atacadista de combustíveis gasosos (46.81-8)
- o comércio atacadista de gás liqüefeito do petróleo (GLP) (46.82-6)
- o comércio varejista de gás liqüefeito do petróleo (GLP) (47.84-9)
- o transporte de gás através de dutos por longa distância, conectando os produtores aos distribuidores de gás ou entre centros urbanos feito sob contrato (49.40-0)
- o transporte de gás natural liqüefeito (GNL) ou gás natural comprimido (GNC) por caminhões e navios por longa distância (divisões 49 e 50)
- os serviços de medição de consumo de gás quando realizado sob contrato (82.99-7)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
