Fábricas de Óleos Vegetais — CNAE 1041-4/00 — Salários Brasil

Pesquisa cargos e salários de empresas do segmento de Fabricação de óleos Vegetais em Bruto em todo Brasil — CNAE 1041-4/00 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 1041-4/00

Atualizado em • 21.545 movimentações

📥 Contratações i

12.086

📤 Demissões i

9.459

⚖️ Saldo líquido i

+2.627

🔄 Situação i

Com altíssima demanda

💰 Salário médio do setor i

R$ 4.395

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

152

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

78%

piso → teto

👥 Profissionais i

21.545

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

1,28

setor aquecido

🔁 Rotatividade i

43.9%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 7.472

estimado com encargos

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

61

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estável

Saldo: 2.627 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 43,9% • Volume: 21.545

Fonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026

Empresas do segmento de Fábricas de Óleos Vegetais contrataram 12.086 profissionais em regime CLT e desligaram 9.459 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 21.545 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou um aumento de 10.1% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.

Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PA, GO, MT — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Óleos Vegetais (CNAE 1041-4/00) movimentou 21.545 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 152 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 4.395. A ocupação mais contratada no setor é Trabalhador na cultura de dendê, com 3.126 contratações e salário médio de R$ 1.555 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


72

Índice de Futuro Setorial i

Evoluindo
💰

Salário real do setor i

+9,5%

R$ 1.971 → R$ 2.158

Subindo
📈

Volume de contratações i

-3,1%

3.098 → 3.001 admissões

Estável
📚

Escolaridade i

+0,82

6,78 → 7,60 (índice)

Qualificando
🎂

Idade média i

+0,7 anos

31,3 → 32,0 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

+1,8 p.p.

15,7% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

+0,1h

43h → 43h semanais

Estável

No Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando e salário subindo.

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1041-4/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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🗺️ Pesquisa por Estado

MS MT
PR

🏙️ Pesquisa por Cidade

Rio Verde
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🏅 Cargos e Salários Gerenciais

Gestão e liderança • Brasil

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.

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⚙️ Cargos e Salários Operacionais

Operacional e técnico • Brasil

Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.

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🔗 Setores relacionados

Segmentos com atividade similar ou complementar


🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas

CNAE 1041-4/00 é o código da atividade econômica de Fábricas de Óleos Vegetais, que pertence à divisão de Fabricação de produtos alimentícios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.

C Indústrias de transformação
10 Fabricação de produtos alimentícios
10.4 Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais
10.41-4 Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho
1041-4/00 Fábricas de Óleos Vegetais

📋 O que faz o segmento de Fábricas de Óleos Vegetais — CNAE 1041-4/00

Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)

Panorama do setor de Fabricação de produtos alimentícios

Este ramo de atividade abrange o processamento e transformação de produtos da agricultura, pecuária e pesca em alimentos para uso humano e animal.

Esta divisão está organizada por atividades que processam e transformam diferentes tipos de produtos como carnes, pescados, leite, frutas e legumes, gorduras e óleos, grãos e produtos de moagem, etc.

O setor também inclui

O ramo abrange ainda a fabricação de alimentos dietéticos, alimentos enriquecidos, complementos alimentares e semelhantes.

O que pertence a outros setores

O setor exclui os estabelecimentos que executam algum processamento no produto alimentício, visando exclusivamente a facilitar a comercialização, como, por exemplo, os açougues e peixarias (seção G) e as padarias com venda direta ao público (divisão 47).

Atividades que fazem parte deste CNAE

  • a fabricação de óleos vegetais em bruto, comestíveis ou não (óleos de soja, algodão, oliva, girassol, etc.)
  • a obtenção de tortas, farinhas e farelos de sementes oleaginosas e de subprodutos residuais da fabricação de óleos (p. ex.: línter de algodão)

O que fica fora deste segmento

  • a fabricação de óleos comestíveis de origem animal (10.11-2) e (10.12-1)
  • a fabricação de óleos vegetais refinados (10.42-2)
  • a fabricação de margarina (10.43-1)
  • a fabricação de óleo de milho em bruto (10.65-1)
  • a fabricação de óleos essenciais (20.93-2)

Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.


Fábricas de Óleos Vegetais - CNAE 1041-4/00