Fábricas de Transmissão Industrial — CNAE 2815-1/02 — Salários Brasil

Pesquisa cargos e salários de empresas do segmento de Fabricação de Equipamentos de Transmissão para Fins Industriais em todo Brasil — CNAE 2815-1/02 — Portal Salário / CAGED.

CNAE 2815-1/02

Atualizado em • 6.276 movimentações

📥 Contratações i

3.253

📤 Demissões i

3.023

⚖️ Saldo líquido i

+230

🔄 Situação i

Com baixíssima demanda

💰 Salário médio do setor i

R$ 3.986

todos os cargos

🎯 Cargos distintos i

80

ocupações no setor

📊 Amplitude salarial i

50%

piso → teto

👥 Profissionais i

6.276

últimos 12 meses

🔥 Índice de contratação i

1,08

setor aquecido

🔁 Rotatividade i

48.2%

alta — setor dinâmico

🏢 Custo empresa (est.) i

R$ 6.776

estimado com encargos

📅 Período analisado i

06/2025

até 05/2026

47

🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i

Estável

Saldo: 230 • Rotatividade (intensidade de desligamento / movimento total): 48,2% • Volume: 6.276

Fonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026

Empresas do segmento de Fábricas de Transmissão Industrial contrataram 3.253 profissionais em regime CLT e desligaram 3.023 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 6.276 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.

O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou uma queda de 18.65% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.

Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RS, SC — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.


Perfil & Tendências do Setor

Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026

De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Transmissão Industrial (CNAE 2815-1/02) movimentou 6.276 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 80 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.986. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 1.321 contratações e salário médio de R$ 2.358 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.


34

Índice de Futuro Setorial i

Resistente
💰

Salário real do setor i

+6,4%

R$ 2.521 → R$ 2.681

Subindo
📈

Volume de contratações i

-21,6%

970 → 761 admissões

Desacelerando
📚

Escolaridade i

-0,38

8,16 → 7,78 (índice)

Estável
🎂

Idade média i

-0,2 anos

32,5 → 32,3 anos

Estável
👥

Gênero (% feminino) i

-2,6 p.p.

14,5% mulheres no trimestre

Estável
🕐

Jornada semanal i

-0,1h

44h → 44h semanais

Estável

No Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando e salário subindo.

Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.


Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
Pesquisa exclusiva Portal Salário
Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2815-1/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
Período e trimestres comparados
A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
IPS vs Índice de Futuro — diferenças
O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
Salário real — por que usamos mediana
O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
Salário base CLT
Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
Atualização
Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.

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🏙️ Pesquisa por Cidade

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🏅 Cargos e Salários Gerenciais

Gestão e liderança • Brasil

Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.

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⚙️ Cargos e Salários Operacionais

Operacional e técnico • Brasil

Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.

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🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas

CNAE 2815-1/02 é o código da atividade econômica de Fábricas de Transmissão Industrial, que pertence à divisão de Fabricação de máquinas e equipamentos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.

C Indústrias de transformação
28 Fabricação de máquinas e equipamentos
28.1 Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão
28.15-1 Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais
2815-1/02 Fábricas de Transmissão Industrial

📋 Atividades do segmento de Fábricas de Transmissão Industrial — CNAE 2815-1/02

Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)

Visão geral do setor de Fabricação de máquinas e equipamentos

Este setor reúne a fabricação de máquinas e equipamentos, inclusive os componentes mecânicos, partes e peças, para as atividades industriais, agrícolas, extração mineral e construção, transporte e elevação de cargas e pessoas, para ventilação, refrigeração, instalações térmicas ou outras atividades semelhantes.

Esta divisão distingue a fabricação de máquinas para uso geral (grupo 28.2), que são as usadas por uma grande variedade de indústrias, no comércio e nos serviços e as máquinas de uso específico (grupo 28.6), cujo uso é exclusivo em indústrias ou em grupamento de indústrias da CNAE.

O que mais integra o setor

O ramo abrange ainda a fabricação de ferramentas elétricas, a fabricação de peças para máquinas e equipamentos produzidos neste setor e a instalação, manutenção e reparação de máquinas e equipamentos produzidos neste setor, quando realizadas pelo próprio fabricante.

O que fica fora deste setor

Este setor não abrange a instalação, manutenção e reparação de máquinas e equipamentos compreendidos neste setor, quando executadas por empresa especializada (divisão 33); a instalação, manutenção e reparação, sob contrato, de elevadores e escadas rolantes (divisão 43); a instalação de ar refrigerado central (divisão 43); a instalação, reparação e manutenção de ar-condicionado para veículos (divisão 45) e a reparação e manutenção de aparelhos de ar condicionado domésticos (divisão 95).

Escopo principal de atuação

  • a fabricação de rolamentos (esféricos, cilíndricos e outros) para fins industriais
  • a fabricação de mancais, eixos, embreagens, ampliadores e redutores de velocidade, juntas de articulação e similares

O que este segmento não abrange

  • a fabricação de embreagens e outros equipamentos de transmissão eletromagnéticos (27.90-2)
  • a fabricação de rolamentos para veículos (divisões 29 e 30)

Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.


Fábricas de Transmissão Industrial - CNAE 2815-1/02