📥 Contratações i
4.215
📤 Demissões i
4.191
⚖️ Saldo líquido i
+24
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.396
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
89
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
47%
piso → teto
👥 Profissionais i
8.406
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,01
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.9%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.073
estimado com encargos
📅 Período analisado i
07/2025
até 06/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 07/2025 a 06/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Acessórios de Moda contrataram 4.215 profissionais em regime CLT e desligaram 4.191 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 8.406 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda. No comparativo entre 07/2025 e 06/2026, registrou um aumento de 5.37% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PR, SP, RN — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 07/2025 a 06/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Acessórios de Moda (CNAE 1414-2/00) movimentou 8.406 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 89 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.396. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 1.166 contratações e salário médio de R$ 1.910 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+5,6%
R$ 1.800 → R$ 1.900
SubindoVolume de contratações i
-1,3%
1.171 → 1.156 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,45
6,24 → 6,69 (índice)
EstávelIdade média i
+0,0 anos
31,6 → 31,6 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-1,4 p.p.
52,5% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 07/2025 a 06/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1414-2/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (07/2025) com os 3 últimos (06/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1414-2/00 é o código da atividade econômica de Fábricas de Acessórios de Moda, que pertence à divisão de Confecção de artigos do vestuário e acessórios, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 O que faz o segmento de Fábricas de Acessórios de Moda — CNAE 1414-2/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Confecção de artigos do vestuário e acessórios
Este setor envolve a confecção, por costura, de roupas para adultos e crianças, de qualquer material (tecidos planos e de malha, couros, etc.) e para qualquer uso (roupas íntimas, sociais, profissionais, etc.), confeccionadas em série ou sob medida.
O setor também inclui
Este setor contempla também os serviços de confecção (corte, costura, etc.), os serviços de facção e a confecção de acessórios do vestuário para uso pessoal.
O que pertence a outros setores
O setor não engloba a reparação ou conserto de peças do vestuário (divisão 95) e a fabricação de roupas de borracha ou de material plástico unidas por adesivos e outra forma que não seja costura (divisão 22).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a fabricação de gravatas e lenços para todos os usos
- a fabricação de cintos, suspensórios, luvas (inclusive de couro), etc.
- a fabricação de leques, xales e echarpes
- a fabricação de chapéus e suas partes, boinas, bonés, gorros, etc., de qualquer material
Também faz parte do segmento
- a fabricação de artigos de peles
O que fica fora deste segmento
- a fabricação de luvas produzidas em malharias e tricotagens (14.22-3)
- a fabricação de bolsas de qualquer material (15.21-1)
- a fabricação de calçados (grupo 15.3)
- a fabricação de luvas e capacetes de couro para praticar esportes (32.30-2)
- a fabricação de capacetes e outros acessórios para segurança pessoal e profissional (32.92-2)
- a reparação ou conserto de peças do vestuário (95.29-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
