📥 Contratações i
2.302
📤 Demissões i
2.470
⚖️ Saldo líquido i
-168
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.927
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
52
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
20%
piso → teto
👥 Profissionais i
4.772
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,93
setor em retração
🔁 Rotatividade i
48.2%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.976
estimado com encargos
📅 Período analisado i
06/2025
até 05/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 06/2025 a 05/2026
Empresas do segmento de Demolição contrataram 2.302 profissionais em regime CLT e desligaram 2.470 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 4.772 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 06/2025 e 05/2026, registrou uma queda de 10.45% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, RJ — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 06/2025 a 05/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Demolição (CNAE 4311-8/01) movimentou 4.772 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 52 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.927. A ocupação mais contratada no setor é Servente de obras, com 1.473 contratações e salário médio de R$ 2.019 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
+6,8%
R$ 2.236 → R$ 2.388
SubindoVolume de contratações i
-10,3%
624 → 560 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,35
6,79 → 6,44 (índice)
EstávelIdade média i
+0,8 anos
35,4 → 36,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-1,6 p.p.
3,4% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,4h
43h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 06/2025 a 05/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4311-8/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (06/2025) com os 3 últimos (05/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4311-8/01 é o código da atividade econômica de Demolição, que pertence à divisão de Serviços especializados para construção, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Escopo de atuação do segmento de Demolição — CNAE 4311-8/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Serviços especializados para construção
O setor agrupa a execução de partes de edifícios ou obras de infra-estrutura, tais como: a preparação do terreno para construção, a instalação de materiais e equipamentos necessários ao funcionamento do imóvel e as obras de acabamento.
Em geral, as unidades classificadas neste setor são especializadas em um determinado tipo de serviço para a construção civil, comum a diferentes tipos de estruturas e que requer a utilização de técnicas e equipamentos especiais para a sua execução. Como exemplo, podemse citar as seguintes atividades: as fundações, a concretagem de estruturas, a colocação de revestimentos de qualquer material em paredes e pisos, a instalação de andaimes, a construção de coberturas, etc.
Também está compreendida neste setor a construção de estruturas de aço, sempre que esta atividade não seja realizada pelo próprio fabricante das partes metálicas da estrutura (vigas, colunas, lajes, etc.). Os serviços especializados para construção civil são geralmente realizados por subcontratação pela empresa responsável pela realização da construção e, no caso de obras de reforma, normalmente esses serviços são executados diretamente para o proprietário.
Atividades complementares do setor
Este setor contempla também as obras de instalações prediais que permitem o funcionamento e a operação do edifício. Normalmente estas atividades são realizadas conjuntamente à fase de construção, sendo que algumas partes desses serviços podem ser concluídas em um período pré-fixado. Estas atividades incluem as instalações hidráulicas, as instalações de sistemas de calefação e de ar condicionado, antenas, sistemas de alarme e outras instalações elétricas, sistemas de irrigação automáticos, elevadores e escadas rolantes, etc. Também estão incluídos os serviços de tratamento térmico e acústico, alvenaria, refrigeração comercial, a instalação de sistemas de iluminação e de sinalização luminosa e iluminação de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos, etc.
Atividades classificadas em outros setores
O setor não engloba a construção de edifícios (divisão 41), as obras de infra-estrutura (divisão 42), a retirada de entulho (divisão 38) e os serviços de paisagismo (divisão 81).
O que entra neste segmento
- o desmonte e demolição de estruturas previamente existentes (manual, mecanizada ou através de implosão)
- a preparação de canteiros de obras e limpeza do terreno
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a descontaminação do solo (39.00-5)
- as obras de terraplenagem e escavações diversas para construção civil (43.13-4)
- os derrocamentos (desmonte de rochas) (43.13-4)
- a demarcação dos locais para construção (43.19-3)
- a execução de fundações para edifícios e outras obras de engenharia civil (43.91-6)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
