📥 Contratações i
331
📤 Demissões i
349
⚖️ Saldo líquido i
-18
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.367
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
11
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
20%
piso → teto
👥 Profissionais i
680
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,95
setor em retração
🔁 Rotatividade i
48.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.023
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetraçãoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Escolas de Pilotagem contrataram 331 profissionais em regime CLT e desligaram 349 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 680 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 52.94% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RJ, SC — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Escolas de Pilotagem (CNAE 8599-6/02) movimentou 680 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 11 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.367. A ocupação mais contratada no setor é Instrutor de vôo, com 186 contratações e salário médio de R$ 1.747 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
TradicionalSalário real do setor i
-3,3%
R$ 1.977 → R$ 1.912
CaindoVolume de contratações i
-26,0%
96 → 71 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,38
9,65 → 9,27 (índice)
EstávelIdade média i
+0,1 anos
31,0 → 31,1 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+6,8 p.p.
38,0% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
-0,4h
44h → 43h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário caindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 8599-6/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Escolas de Pilotagem no Brasil
Empresas ativas i
801
694 matrizes e 107 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
92
12 meses até 07/2026
Fechadas i
38
12 meses até 07/2026
Existem 801 empresas ativas de Escolas de Pilotagem no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 92 empresas abriram e 38 fecharam, um saldo positivo de 54. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 68 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+54
aberturas +12,2% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
68
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 40.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
41
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 660 em 01/2020 para 795 em 07/2026 (+20,5%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 59 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 234 empresas (29,2%)
- Minas Gerais: 82 empresas (10,2%)
- Paraná: 82 empresas (10,2%)
- Rio de Janeiro: 68 empresas (8,5%)
- Santa Catarina: 66 empresas (8,2%)
- Rio Grande do Sul: 42 empresas (5,2%)
- Goiás: 33 empresas (4,1%)
- Mato Grosso: 30 empresas (3,7%)
- Mato Grosso do Sul: 21 empresas (2,6%)
- Bahia: 19 empresas (2,4%)
- Distrito Federal: 15 empresas (1,9%)
- Espírito Santo: 14 empresas (1,7%)
- Roraima: 12 empresas (1,5%)
- Pará: 11 empresas (1,4%)
- Pernambuco: 11 empresas (1,4%)
- Amazonas: 10 empresas (1,2%)
- Rondônia: 7 empresas (0,9%)
- Rio Grande do Norte: 7 empresas (0,9%)
- Tocantins: 6 empresas (0,7%)
- Maranhão: 6 empresas (0,7%)
- Ceará: 6 empresas (0,7%)
- Sergipe: 5 empresas (0,6%)
- Acre: 4 empresas (0,5%)
- Piauí: 4 empresas (0,5%)
- Paraíba: 3 empresas (0,4%)
- Alagoas: 3 empresas (0,4%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Escolas de Pilotagem existem no Brasil?
São 801 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 92 aberturas contra 38 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
73,7% são microempresas, 12,9% de pequeno porte e 13,5% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 40.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 8599-6/02 é o código da atividade econômica de Escolas de Pilotagem, que pertence à divisão de Educação, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Escolas de Pilotagem — CNAE 8599-6/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Escopo principal de atuação
- as atividades dos cursos de formação de condutores (auto-escolas)
- as atividades dos cursos de pilotagem de barcos e aeronaves
- as atividades dos cursos de informática
- as atividades de treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial
- as atividades dos cursos preparatórios para concursos em geral
- as instituições que oferecem cursos de educação profissional de nível básico, de duração variável, destinados a qualificar e requalificar os trabalhadores, independentemente da escolaridade prévia, não estando sujeitos a regulamentação curricular
- as atividades dos cursos de datilografia
- as atividades de professores autônomos ou constituídos como empresas individuais, exceto de esportes, de arte e cultura e de idiomas
- outras atividades de ensino não especificadas anteriormente
O que mais entra neste CNAE
- as unidades centrais e regionais de órgãos voltados ao bem-estar social que têm a educação como atividade prioritária
O que este segmento não abrange
- a educação superior (grupo 85.3)
- a atividade de ensino de informática de nível superior (grupo 85.3)
- a educação profissional de nível técnico (85.41-4)
- a educação profissional de nível tecnológico (85.42-2)
- o ensino médio (85.20-1)
- o ensino de esportes (85.91-1)
- o ensino de música (85.92-9)
- o ensino de dança (85.92-9)
- o ensino de artes cênicas, exceto dança (85.92-9)
- o ensino de idiomas (85.93-7)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
